A Coruja de Monte Suntria

Suntria é uma das denominações de Sintra...O Monte da Lua ...a coruja...sou eu!

sexta-feira, 4 de janeiro de 2013

Fórmula Têmpera

Fórmula Têmpera - Colaborador:Artista plástico Hélio Nunes - Belo Horizonte/MG
Características gerais

A têmpera tradicional é uma mistura da gema de ovo com pigmento, formando uma tinta solúvel em água, mas relativamente resistente a sobrepinturas. A gema contém albumina e lecitina, respectivamente, um óleo não-secativo e um emulsificador.

Depois de seca, suas cores mantêm-se muito próximas às do pigmento, não havendo muita interferência do medium, exceto pelo brilho característico quando a tinta é aplicada em diversas camadas. Além disso, as pinturas não se tornam amareladas com o tempo e não sofrem rachaduras tardias: se a pintura não rachou logo depois de seca, não rachará mais.

O pigmento deve ser seco e em pó fino. O "pó xadrez", apesar de sua pobreza tonal, é um bom ponto de partida para experiências.

O suporte deve ser rígido e pode ser papel (Montval, por exemplo), madeira (cedro) ou tela montada sobre suporte de madeira (folhas de compensado com mais de 1cm). O suporte é preparado tradicionalmente com gesso e cola de coelho em três camadas (encolagem, gesso grosso e gesso fino). A tinta látex (branca para interiores) tem sido largamente usada como substituto.

Uma das características mais interessantes da têmpera é o registro das pinceladas. A direção e o formato do pincel ficam bem aparentes e podem ser utilizados, inclusive, como recurso tonal. O pincel recomendado para têmpera é o de pêlo macio (orelha de boi, por exemplo) e as pinceladas devem ser suficientemente delicadas para não retirar mecanicamente a camada inferior.
Têmpera ovo (magra) Colaborador:Artista plástico Hélio Nunes - Belo Horizonte/MG

Ingredientes
1 parte gema de ovo
1 parte de água
1 a 3 gotas de óleo de cravo

Preparação
Separe a gema e retire a pele, adicione água em igual quantidade, as gotas de óleo de cravo e triture o pigmento.

O óleo de cravo servirá para evitar o crescimento de bolor; e, segundo Mayer, deve ser adicionado "apenas o suficiente para permitir que seu odor seja perceptível". O óleo serve também para evitar enjôo com o cheiro de ovo que fica fortíssimo se a pele não for retirada.

O pigmento deve ser misturado gradativamente até o ponto de emulsão. Convém fazer testes até obter a proporção mais adequada: uma superfície suficientemente colorida sem acúmulo, grumos ou pó solto. A tinta resultante terá relativa opacidade (menor que guache; maior que aquarela) e pode ser diluída à vontade.
Fonte de informação
"Manual do Artista", de Ralph Mayer, editado pela Martins Fontes
Têmpera ovo e óleo Colaborador: Artista plástico Hélio Nunes - Belo Horizonte/MG

Ingredientes
1 parte gema de ovo
1 parte de água
1 parte de óleo

Preparação
Idêntica à têmpera tradicional, com adição de óleo de linhaça. Cuidar para que a mistura transforme-se em emulsão, sem separação visível entre óleo e água.

O óleo aumenta o tempo de secagem da tinta e confere à pintura seca uma textura aveludada e opaca. Apesar da adição de óleo, a tinta mantém-se solúvel em água. Não use seus pincéis de aquarela pois o óleo vai se acumular neles.

Fonte de informação
"Manual do Artista", de Ralph Mayer, editado pela Martins Fontes

Têmpera ovo e verniz Colaborador:Artista plástico Hélio Nunes - Belo Horizonte/MG

Ingredientes
1 parte de gema de ovo
1 parte de óleo de banana

Preparação
Idêntica à têmpera tradicional, sem adição inicial de água, com adição de óleo de banana.

O odor e a textura lembram muito o esmalte de unha (não usar para este fim pois o pigmento pode ser extremamente tóxico!) e o resultado final é agradavelmente brilhante. A tinta mantém-se solúvel em água.

O óleo de banana pode ser utilizado, puro, como camada final para proporcionar maior resistência e brilho.

Fonte de informação
"Manual do Artista", de Ralph Mayer, editado pela Martins Fontes
Têmpera a base de clara Colaborador:Artista plástico Hélio Nunes - Belo Horizonte/MG

Ingredientes
1 clara de ovo

Preparação
Bater a clara em neve, separar em um recipiente fechado e aguardar a completa decantação (coloque na geladeira). Misturar pouco pigmento ao soro resultante.

A clara é uma solução coloidal de albumina praticamente pura. Foi muito utilizada como cola. Sua utilização como medium, entretanto, é bem restrita. Demonstra-se uma técnica relativamente interessante para pintura em papel, já que tem a transparência da aquarela com um certo toque aveludado
Fonte de informação
"Manual do Artista", de Ralph Mayer, editado pela Martins Fontes
Materiais básicos para pintura a óleo Colaborador:Artista plástico Hélio Nunes - Belo Horizonte/MG
A tinta à óleo em tubos vem com uma consistência que varia de cor para cor e de fabricante para fabricante. Ela pode ser utilizada diretamente, sem aditivos; mas há recursos para tornar a tintamais fluida ou mais transparente. Eis os aditivos:

* Terebentina: é um solvente; a tinta torna-se mais transparente; seca mais rápido; em excesso, causa rachaduras ("craquelês").

* Óleo de linhaça: é um medium (aglutinante + adesivo); a tinta torna-se mais fluida sem, entretanto, perder muita opacidade; seca mais lentamente; em excesso pode impedir a secagem da tinta em um tempo razoável.

* Secante de cobalto: é um produto reativo; a tinta seca mais rápido; em qualquer quantidade altera as propriedades da tinta, gerando escurecimento; em excesso causa craquelês e, emcasosde múltiplas camadas, descolamento
(NÃO use para se iniciar).

* Cera de abelha misturada à terebentina: é um medium afim (conhecido como encáustica fria -- um termo contraditório :) ) e serve para espessar a tinta e torná-la mais transparente ao mesmo tempo (NÃO aconselho para o iniciante).

* Milhares de outros aditivos: Mayer, Ralph. "Manual do artista". Martins
Fontes.

Aconselho uma mistura de 2 partes de óleo de linhaça para 1 de terebentina como o único aditivo para o iniciante.

Outros materiais:

* Paleta: deve ser branca, não absorvente e no formato que melhor se adaptar ao seu antebraço (você encaixa o dedão no furo e apóia a paleta no antebraço; justamente o contrário do que se vê nos filmes).

-- Uma forma interessante de organizar as tintas nas paletas é separar filas de frios, escuros e terrosos; deixando, claro, lugar para misturar as cores.

-- Limpe a paleta todos os dias usando estopa e aguarás (se a terebentina for mais barata, use-a).

-- Se sobrar tinta E se você vai pintar no dia SEGUINTE, deixe-a (mas limpe ao redor). Nunca deixe uma tinta na paleta por mais de 24 horas (vai por mim).

* Espátulas: há espátulas para limpeza de paleta e espátulas para pintar. A primeira parece uma faca, a outra uma colher de pedreiro; mas há diversos formatos.
Hélio Nunes
 http://www.arteducacao.pro.br

A química nas tintas de Volpi

A química nas tintas de Volpi
Quando estudamos um artista como Alfredo Volpi, algumas de suas mais importantes características logo se destacam. Volpi foi um artesão desde o início de sua atividade profissional. Mesmo adolescente, gostava de misturar cores e descobrir novas tonalidades e texturas. Depois, ao trabalhar como pintor de parede, fazia questão de sentir o cheiro da tinta, e até mesmo sujar as mãos só para sentir seu contato com a pele. Costumava carregar os baldes de tinta, envolvendo-se na atividade com prazer e dedicação.

Quando se tornou artista plástico, o fato de trabalhar com tintas foi se transformando cada vez mais em uma atividade natural e envolvente. Alfredo Volpi fazia questão de produzir suas tintas, nas cores que lhe fossem agradáveis. Extremamente dedicado e meticuloso, preparava com cuidado suas misturas. Dessa forma, o ato de pintar para Volpi iniciava-se na construção das telas de linho, na química das tintas, e seguia até a composição final da obra. Cada uma de suas telas possui, além de seu pincel, a sensibilidade de suas mãos na escolha da cor e da textura para a obra.

Tal como um alquimista das cores, Volpi usava a técnica da têmpera-ovo. As tintas eram diluídas em uma emulsão de verniz e ovo, onde eram colocados pigmentos decantados (terra, ferro, óxidos, ocre - argila colorida por óxido de ferro) e ressecados ao sol pelo próprio Volpi.

Certa vez, ele declarou: "Só pinto à luz do sol. (...) Não uso pigmentos industriais, que criam mofo, e que com o tempo as cores do quadro perdem a vida".

Quando estava pronta, Volpi sempre testava cada tinta, experimentando e verificando a densidade e a durabilidade. Só depois que percebia que a cor obtida e desejada havia permanecido firme, sem alteração, ele a usava para pintar seus quadros. Caso isso não ocorresse, Volpi jogava a tinta fora e começava tudo de novo.
Você poderá ver fotos de Alfredo Volpi misturando suas tintas e o seu atelier nas páginas 30 e 31 do livro Alfredo Volpi, da Coleção Mestres das Artes no Brasil.
Tinta
A tinta é um líquido com pigmentos coloridos e aglutinantes solventes ou aditivos, capaz de se converter em uma membrana sólida e fina ao ser aplicada sobre superfícies como metal, madeira, pedra, papel, tecido, couro, plástico, entre outras. As tintas podem ser à base de água, óleo, betuminosas ou plásticas, e precisam de aglutinantes, que são substâncias que servem para ajudar na mistura e deixar a tinta colorida.
Aglutinante
O aglutinante funciona como uma cola, unindo as partículas dos pigmentos. Alguns exemplos são as resinas de árvores, a gema de ovo, o alho e até a cola plástica.

Nas tintas à base de água, o aglutinante é solúvel em água, como o amido e a gelatina.

As tintas prontas, como o guache, a aquarela e a cal, apresentam uma reação com o carbono do ar e se auto-aglutinam sem que nós percebamos visualmente. Nas tintas a óleo, o aglutinante é um óleo secativo, que pode ser de linhaça, de nozes, de papoula.

As tintas plásticas têm aglutinantes sintéticos e são mais duradouras e resistentes.

Pigmento
O pigmento é uma substância composta de partículas microscópicas coloridas que são misturadas à tinta de acordo com o gosto do artista. Ele não se mistura com o aglutinante e por isso tinge a tinta.

Os pigmentos podem ser brancos, pretos ou coloridos.

Alguns brancos: alvaiade, óxido de zinco, sulfeto de zinco.
Alguns coloridos: zarcão (vermelho), cromo (amarelo), ferro (azul).

O pigmento preto geralmente é o carbono elementar.

Pigmentos e corantes podem ser extraídos dos reinos mineral, vegetal ou animal. O pigmento tem uma ação mais superficial, colorindo a superfície da tela. Os corantes penetram nas fibras dos tecidos da tela. O pau-brasil e o urucum, utilizados por nossos indígenas, são corantes vegetais.

Como achar pigmentos
A terra é um pigmento mineral que pode nos oferecer vários tons de cores. Existe uma grande variedade de terra: mais fina, mais grossa, com diversas tonalidades. Ao utilizar terra em uma atividade, deve-se observar se ela está soltando muita poeira. Para verificar isso pode-se envolvê-la com um pano para, em seguida, bater nele com um sapato ou martelo. Pode-se também peneirar a terra, deixando-a sem grãos nem sujeira.

Quando for utilizar a terra como pigmento, você deve decantá-la. Coloque a terra recolhida em uma vasilha com água e espere um dia: os grãos mais pesados irão para o fundo, enquanto os mais leves ficarão na superfície. Recolha esses grãos por camadas, colocando-os para secar em um prato. Eles servirão como pigmentos para colorir a tinta.

Folhas, raízes, flores e cascas são corantes vegetais, que devem ser fervidos em água por cerca de 50 minutos. Deixando-os esfriar, pode-se verificar que o líquido obtido é capaz de manchar uma superfície. Alguns exemplos:

Amarelo ou laranja: casca de cebola, cravo-de-defunto, girassol.
Vermelho: serragem vermelha, jabuticaba, casca de nogueira.
Verde: folhas de cenoura, erva-mate, loureiro.
Preto: carvão.

Importante: Existem plantas perigosas cujo manuseio deve ser evitado. Consulte sempre um especialista ou botânico.

Ossos triturados, conchas e cascas de ovos também servem como pigmentos retirados do reino animal.
Receitas caseiras para fazer tintas
1) Guache:
Ingredientes: 100 g de pó de pintor; 30 g de glicerina; 60 g de goma arábica.
Modo de fazer: Misturar tudo e passar três vezes por peneira fina. Cozinhar em banho-maria, mexendo sempre. Guardar em vasilha de vidro. Ao usar, dissolver em água para obter melhor rendimento.

2) Anilina
Ingredientes: Pó de pintor a gosto; uma colher de chá de gesso; uma colher de sopa de goma arábica; água suficiente para dissolver.
Modo de fazer: Misture tudo. Quanto mais goma arábica for colocada, mais brilhante ficará a anilina. Colocar em vidros fechados.

3) Outra receita
Ingredientes: Uma folha de papel de seda de cor viva; uma colher de sopa de álcool; uma xícara de café de água. Modo de fazer: Misturar tudo e deixar em fusão por dois dias. Guardar em vidro fechado.

4) Massa para pintura a dedo
Ingredientes: Uma xícara de polvilho ou trigo; uma xícara e meia de água fria; duas xícaras de água fervente; uma xícara de sabão em pó; uma colher de desinfetante líquido, de preferência Lysoform; uma colher de sopa de glicerina; qualquer corante.
Modo de fazer: Dissolver o polvilho (ou trigo) em água fria, adicionar aos poucos a água fervente, mexendo rapidamente para não encaroçar. Levar ao fogo, mexendo sempre. Quando estiver na consistência de mingau, retirar e deixar esfriar.

Adicionar o sabão enquanto o mingau estiver morno, em seguida a glicerina, o desinfetante Lysoform e o corante, se quiser que a massa fique colorida. Conservar em lugar fresco.

A têmpera-ovo
Um pouco de história
A têmpera é a tinta mais antiga que conhecemos. Os artistas pré-históricos do Período Paleolítico faziam misturas com água e pigmentos naturais, como óxidos minerais, carvão, vegetais, sangue de animais e ossos carbonizados, que costumavam ser misturados na gordura de animais mortos. Na Antiguidade, na Idade Média e no Renascimento italiano, a têmpera-ovo foi muito utilizada pelos artistas na produção de iluminuras medievais e pinturas sobre suportes de madeira.
Como fazer
Na têmpera-ovo, o aglutinante é a gema, que é preparada da seguinte forma: separa-se a gema da clara do ovo, colocando-a em um copo com fungicida e misturando-a bem com uma colher. Ao misturar água, pigmento e esse aglutinante, você vai obter uma tinta mais transparente - como a aquarela. Se quiser uma tinta mais espessa - como o guache -, adicione talco, giz ou carbonato de cálcio.

Referências bibliográficas
- Revista Nova Escola, outubro/98.
- FERREIRA, Idalina L. e CALDAS, Sarah P. Souza , Atividades na Pré-Escola, reformulada, 18a edição, Editora Saraiva, 1999.

A preparação de uma essência floral

A preparação de uma essência floral

por Adelaide Violante V. Jardim - adelaideviolante@globo.com

A técnica de preparação do floral segue os passos daquela do Dr. Bach.
Mas eu realizo um ritual que os Anjos me fizeram intuir.

Aqui está o material necessário:
- brandy (utilizo o Domeq que é um destilado de vinho envelhecido no Sul em barris de carvalho)
- água de nascente (se possível) ou água mineral de boa qualidade
- 1 taça de boca larga, incolor e toda lisa
- funil de vidro
- algodão
- vidro âmbar
Para preparar 1 litro de tintura-mãe usa-se 50% de água mais 50% de brandy.

Como é minha técnica:
1) Escolha da flor - o que minha intuição ou a de nossos amigos anjos nos sugere. EScolho a flor pela cor, pela consistência e pela árvore, pois trabalho com Cromoterapia, Radiestesia, Kabala Angelical, Kabala Sephirotal, seu simbolismo no corpo humano e os chakras. Poucos pesquisadores usam esses critérios, como pude verificar durante o CONFLOR, congresso que ocorreu no Rio de Janeiro, em novembro do ano passado, e que reuniu pesquisadores do Brasil inteiro.
2) Na noite anterior faço uma refeição leve - chá e uma torradinha com geléia - faço minha oração e entrego meu trabalho aos Anjos, aos Devas, à Grande Mãe e a Deus.
3) Levanto cedo (espero por um dia de sol de preferência), levo a vasilha de vidro, a água (½ litro), uma taça de cristal toda lisa (diâmetro 25 cm).4) Colho as flores pedindo licença à natureza e coloco-as na água. As flores devem ficar mergulhadas na água e somente uma pequena parcela fica de fora. Coloco a vasilha perto da própria planta ou num lugar alto onde o sol bata diretamente.
5) Num dia bonito e de sol pleno, pressupondo que colhi às 7 hs, deixo no sol até as 14 hs ou um pouquinho mais.
6) Tiro as flores e filtro tudo com o funil e o algodão direto no vidro: 50% de Brandy + 50% da água das flores solarizada. Agito muito bem e está pronta a tintura-mãe.

Obs.: as flores utilizadas, recoloco perto de onde as tirei ou em água corrente, como, por exemplo, um córrego.
7) Da tintura-mãe para fazer um vidro de estoque: utilizo um vidro de estoque de 15 ml com brandy até quase a boca. Coloco 4 gotas da tintura-mãe. Agito 144 vezes. Há que se estar física e emocionalmente bem. E está pronto o frasco de estoque.Claro que tudo isso é realizado com pedidos de proteção, entregando e agradecendo o trabalho ao Plano Superior.
Esse meu trabalho chama-se: A Transformação e a Cura com os Anjos, Devas e as Essências Florais à Luz da Grande Mãe Sophia... e que ela nos guarde, proteja e guie.Se tiver alguma dúvida, contate-me.Um abraço.
http://somostodosum.ig.com.br/clube/artigos.asp?id=399

quinta-feira, 3 de janeiro de 2013

Loção de calamina


Calamina é usado para aliviar a comichão ou prurido, dor e desconforto das irritações suaves de pele como a provocada pela hera venenosa, carvalho venenoso e sumagre venenoso. Este medicamento também diminuiu o inchaço e  seca a exsudação das lesões.

CALAMINA (TÓPICO) (nome genérico) (substância ativa) O que é Antipruriginoso [óxido de zinco (98%) associado a pequena proporção de óxido de ferro; adstringente]. Para que serve Coceira; irritação na pele. Como age Tem ação adstringente (causa contração após aplicação local) e ação antipruriginosa (alivia a coceira).  
http://www.medicinanet.com.br/conteudos/medicamentos/511/calamina.htm

A fórmula da loção de calamina é:
- 8 g de de calamina
- 6 gramas de óxido de zinco
- 2 ml de glicerina
- De 25 ml de gel de argila de bentonite
- Água suficiente para fazer 100 ml de loção.

Calamina é quase 99% de óxido de zinco, e pode ser substituído e adicionar-se 14 g de óxido de zinco.

Para preparar o gel de argila :
Cerca de 100 gramas de água quente, sem permitir que se evapore, dispersão de 10 a 20 gramas de argila.. Agitar e deixar em repouso durante cerca de 24 horas até que toda argila esteja incorporada na água.

http://belezaesaude.dae.com.br/argila/
 http://www.dicasdemulher.com.br/os-beneficios-da-argila-para-pele/


outra uma fórmula de loção de calamina
A fórmula é a seguinte: 

óxido de zinco ...................................... 200 g
Carbonato de zinco ................................ 200 g
Glicerina ........................................... 200 g
Destilada ..................................... 600 ml


outraainda:
 
ingredientes:

- 12 e 1/2 colheres de sopa de água
- 10 colheres (café) Calamina
- 2 e 1/2 colheres (café) de glicerol

Como fazer:
Faça uma mistura com os ingredientes, e colocar num frasco com rótulo.
 agite bem antes de aplicar.


quarta-feira, 26 de dezembro de 2012

Óleo de oregão



Para massajar dores reumaticas e dores de cabeça
(GRÁVIDAS NÃO! ESTIMULANTE UTERINO!)
100g de sumidades  floridas, misturar em 500 ml de azeite morno e deixar repusar 30 mn.
Massajar as partes dorids, incluindo a testa e as temporas.
 Querendo pode fazer utilizando este metodo aqui
ou ainda este aqui

Xarope de dentição


Misturam-se 3 g de açafrão, 30g de tamarinos e faz-e uma infusão concentrada.
 Depois, juntam-se 200g de mel e 100g de agua.
Serve para friccionar as gengivas dos bébes para aliviar os incomodos da dentição.

Xarope de seiva de pinheiro (garganta inflamada)



Em 0,5 l de agua a ferver, junte 4 rebentos de pinheiro, deixe ferver por 15 mn.
Coe e coloque 2 colheres de sopade açucar mascavado; volte a colocar ao lume e deixe engrossar.
Guarde no frigorifico.
Tomar 1 colher 3 vezes por dia.

quinta-feira, 20 de dezembro de 2012

xarope de camomila (para a ansiedade)





1 c. café folhas e flores secas de camomila
1/2 chavena de cha de agua
1/3 de chavena de chá de sumo de laranja
3 c. sopa de sumo de limão
2 c de chá de mel

Numa panela ferva a camomila com a agua. Espere amornar , coe e misture o sumo de laranja, o sumo d elimão e o mel, mexendo até ficar homogeneo. Guarde num boião com tampa e tome 1 c. sopa cada 8 horas.

segunda-feira, 12 de novembro de 2012

Workshop / Oficina: Sabão Natural - Processo a Frio Dia 9 de Dezembro de 2012




em Algés, Rua Damião de Góis, nº 34 - 1º Esq.


Dia 9 de Dezembro de 201210:00 até 18:00

O sabão natural é feito a partir de óleos e manteigas vegetais e ou animais, aos quais é adicionado uma solução alcalina para que se dê uma reacção química chamada saponificação (ou seja que as gorduras se transformem em sabão).
Assim faziam as “nossas avós” o sabão. A partir da segunda metade do século XX, estes conhecimentos começaram a desvanecer-se à medida que os novos detergentes e sabonetes industriais foram tomando conta mercado, aliviando até a mulher de m
ais uma tarefa, no seu já atarefado dia-a-dia. Actualmente e perante as crescentes certezas dos danos e prejuízos causados pelo excesso de químicos recebidos pelo nosso organismo através da utilização dos variadíssimos sabonetes, géis de banho, champôs e tantos outros produtos cosméticos e de higiene pessoal, produzidos e disponibilizados pela industria químico-farmacêutico, há um retorno às coisas simples, às origens, às raízes.
É disso que se trata nesta oficina pratica. Explicar e demonstrar como é que se transforma um azeite, a gordura mais comum no nosso país, em sabão e dele retirar todos os proveitos e benefícios.

Vamos aprender a fazer o nosso próprio sabão. Aprender quais as gorduras que se podem usar, os seus benefícios, quais aditivos colocar.
Abordaremos questões e conceitos como:
-Breve história do sabão;
-Como as nossas “avós” faziam o sabão para a barrela;
-Medidas de segurança;
-Ingredientes:
-Gorduras (óleos e manteigas) e soda cáustica;
-Água destilada e outros liquidos
-Óleos essenciais/óleos de fragrância
-Aditivos e conservantes;
-Tabela de saponificação: como usar;
- O que é o “Excesso de soda” e “sobre-engorduramento”
-Saponificação, moldes e processo de cura.
-Usar plantas aromáticas e medicinais na manufacturação de sabões
- Demonstração de como se faz:
Sabão natural (processo a frio): Lavagens e limpezas.
Sabão natural (processo a frio): Uso pessoal (personalizado)
Alguns usos para o sabão natural lavagens.
Algumas receitas simples e praticas

No proximo Dia 9 de Dezembro de 2012, em Algés, Rua Damião de Góis, nº 34 - 1º Esq. (perto da Estação dos Autocarros, ao lado do MacDonalds), Horário: Das 10h às 18h.
Valor:85€ (inclui manual e amostras de produtos realizados no wks)
Informações e inscrições através dos seguintes contactos:

(é necessária confirmação por razões logísticas)

suntrialquimias@gmail.com (Florbela Graça)

Tel.: 214115529/916786462/
961871637

Email: geral@beholistic.pt

www.beholistic.pt

Os participantes têm direito a um manual e a amostras dos produtos elaborados durante o workshop. Em relação a material que precisem levar será: caneta/lapis e um caderno para algum apontamento, e um saco para levar os sabões amostras (que irão acondicionados numas caixinhas), pode se quiser trazer um paninho da louça ou algo similar, para envolver as caixinhas, podem trazer.

terça-feira, 23 de outubro de 2012

Sachê de banho para reumatismo


Sachê de banho para reumatismo:

15 gs. de alecrim, 15 gs. de sálvia, 10 gs. de losna, 10 gs. de flor sabugueiro, 2 colheres de sal.
Ferver por 10 minutos e deixar amornar. Misturar na água da banheira

Xarope - receita basica


Xarope

300 ml de chá bem forte de erva e 150 gs de açúcar. Ferver até dar o ponto. Ainda quente, mas não fervendo, coloque 3 colheres de mel e quarde em vidros super limpos. Conserve em geladeira.

 

quinta-feira, 18 de outubro de 2012

Papel reciclado / Papel artesanal


Receita básica
1 - Pique e reserve 100 g de papel. Coloque o material picado em uma tina com água e deixe as fibras hidratarem por 12 horas. Se quiser um papel colorido, deixe também de molho papéis de cores fortes
2 - Coloque metade da água e do papel no liquidificador e bata por três minutos. Acrescente metade da cola branca e bata mais uma vez, até obter uma massa homogênea. Repita o procedimento com a sobra dos ingredientes.
3 - Preencha a tina com 70% de seu volume de água. Adicione a massa de celulose e misture bem. Mergulhe a tela de silk até o fundo da tina. Retire-a, escorrendo a água excedente. A tela ficará coberta pela mistura. A espessura da folha depende da quantidade de massa de celulose e água que você colocar.
4 - Estenda a entretela (ou tecido com pelo menos 30% de algodão) sobre uma superfície bem plana. Com o rolinho, transfira o papel da tela de silk para a entretela. Esse procedimento também serve para retirar o excesso de água.
5 - Levante a tela de silk. Nesse momento, faça o primeiro controle de qualidade: observe atentamente se não há bolhas, buracos ou imperfeições no papel. Se houver, despreze essa folha e repita o procedimento das etapas 3 a 5.
6 - Coloque outra entretela sobre a primeira folha de papel reciclado e repita o processo sucessivamente, até atingir sete folhas empilhadas.
7 - Distribua esse "sanduíche de folhas" sobre uma placa de polietileno ou de madeira. Depois, cubra-o com outra placa e leve para a prensa por dez minutos. É possível substituir a prensa por pesos e listas telefônicas espalhados sobre as placas. Espere que toda a água saia.
8 - Estenda as entretelas num varal e faça o segundo controle de qualidade. Despreze as folhas que apresentarem imperfeições. Deixe secar por dois ou três dias.
9 - Para retirar o papel das entretelas, segure em duas laterais opostas do tecido e puxe até descolar. Faça o terceiro controle de qualidade. Note que, depois de seco, o papel fica encolhido. Para alisá-lo, remonte o "sanduíche de folhas" como na etapa 7 e leve à prensa por 30 minutos.
Papel Reciclado

Material (para sete folhas finas): 150 g de papéis diversos (sulfite, cartolina, papelão ou kraft; liquidificador; 1,5 l de água; 2 colheres (sopa) de cola branca Cascorex; tina de plástico retangular; tela retangular fina tipo silk screen; rolinho de pintura ou rodinho de pia; entretelas ou qualquer tecido com pelo menos 30% de algodão; 2 placas de polietileno ou de madeira; prensa ou livros grandes e pesados como listas telefônicas; varal e pregadores. (Veja a receita básica)

A Casa da Bruxa 2

The Witch House in Clichy-sous-Bois, France

quarta-feira, 10 de outubro de 2012

Xarope de avenca




Para tosse


100g de planta para cada litro de agua, deixe ferver até reduzir a terço.
Filtre e acrescente 250 g de mel

Um inalador de aromaterapia pessoal e portátil



Para poder usar óleos essenciais em qualquer lado, aqui está um inalador portatil e facil de fazer.

Arrange um pequeno frasquinho ou garrafinha.
Numa tacinha misture 1 c. sopa de sal grosso e 6 gotas de óleos essencial de camomila. Misture bem e deite dentro do frasquinho ou garrafinha. Quando se sentir irritado, destape e com a mão ventile o aroma em direcção ao nariz.


outros:
Alfazema e laranja: tensão, stress
Eucalipto: Afecção respiratória


etc.


Banho relaxante de alfazema





Em 1/2 chavena de leite (qualquer tipo),  junte 1 colher sopa de um oleo vegetal (ex . óleo de amendoas doces ou mesmos azeite). Adicione 5 gotas de oleo essencial de alfazema.
Deite o leite, com os óleos na banheira com agua morna.

Vapores para desentopir o nariz


2 litros agua
50g de oregãos
50g de folhas eucalipto

Ferver por 20 minutos. Adicionar 2 colheres de sopa de sal marinho. Inalar o vapor.

eucalipto
oregãos

Azeite de camomila



100g de capitulos (flores) em 500 ml de azeite e põe-se em banho-maria por 3 horas. Depois filtra-se e conserva-se dentro de uma garrafa. Para fricções no lumbago, torcicolos, contusões e dors reumaticas. Também pode ser usada na crosta lactea dos lactentes.
Se preferir pode fazer o metodo a frio e deixar dentro de um frasco por 30 dias, ao fim dos quais filtra e engarrafa.

terça-feira, 9 de outubro de 2012

Azeite de hipericão



Mezinha tradicional utilizada para pequenas feridas e queimaduras (escaldões) e em massagens para dores reumaticas.

Coloca-se num frasco de vidro de boca larga 100g de pontas de ramos floridos frescos em 250 g de azeite e deixa-se em maceração por 30 dias, agitando diariamente.

Filtre , espremendo bem as plantas e coloque em pequenos frascos de vidro, rolhados.
Para uso externo.
Analgésico local, anti-septico e anti-inflamatorio.

domingo, 23 de setembro de 2012

Misture flores, folhas e especiarias-potpourri

Misture flores, folhas e especiarias


A maneira tradicional de captar a essência dos jardins é através dos potpourris: taças com uma mistura de fragrantes e coloridas flores e folhas. Aprenda a fazê-los.



O termo potpourri abrange muitas misturas aromáticas, mas a palavra francesa original significa "vaso podre", uma mistura húmida de flores e folhas em conserva. Este método húmido, liberta um perfume mais duradouro, mas é difícil de fazer e tem um aspecto menos atraente que o sistema seco. Este último está mais vulgarizado, devido à sua facilidade de preparação e por poder ser colocado em taças ou almofadas.
Mas o que é preciso para fazê-los? Primeiro é necessário possuir os ingredientes básicos que se agrupam em quatro categorias: flores, folhas aromáticas, especiarias e fixadores.
Algumas dicas
• As flores e folhas devem ser colhidas antes de desabrocharem completamente. No processo de secamento deve achatá-las o mais possível.
• O aroma das especiarias é melhor se estas forem moídas de fresco num almofariz.
• Quando o seu potpourri perder o cheiro acrescente-lhe algumas gotas de óleos essenciais, pois estes são excelentes para reavivar a intensidade de qualquer mistura perfumada.
Potpourri culinário
Ingredientes
• 2 chávenas de manjerona
• meia chávena das extremidades floridas do tomilho
• meia chávena de manjericão
• 2 colheres de sopa de folhas de uva-ursina
• 20 folhas de louro
• 2 colheres de sopa de folhas de murta
• 2 colheres de sopa de casca de laranja
• 20 sementes de cardamomo
• 20 bagas de zimbro
• 2 colheres de sopa de cravinho
• 2 paus de canela
Potpourri repelente
As moscas incomodam, sobretudo, no tempo quente. Para se livrar da sua presença prepare este potpourri que além de ser aromático é um eficaz repelente.
Ingredientes
• 2 chávenas de flores de alfazema
• 1 chávena de alecrim
• meia chávena de hortelã-verde
• uma chávena de abrótano
• um quarto de chávena de poejos
• um quarto de chávena de artemísias
• um quarto de chávena de lascas de madeira de cedro
• 10 tulipas amarelas
• 3 colheres de sopa de lírio-florentino
Para ambos os potpourris recomendados o processo de preparação é o mesmo. Ou seja:
• esmague metade de cada ingrediente para o aroma se libertar e deixe a outra metade inteira;
• reuna as flores e folhas secas ou as especiarias (se fizerem parte dos ingredientes) combine-as e depois junte o fixador;
• por fim, misture tudo com as mãos. Feche e guarde o preparado num sítio quente, seco e escuro durante 6 semanas;
• coloque-o em taças abertas e sinta o perfume da sua casa.