Bolo de Belota
Massa de pão (com farinha de bolota),
1 kg de farinha,
8 ovos,
500 g de açúcar
e canela.
Junte a massa do pão com a farinha. De seguida, acrescentam-se os ovos, o açúcar e a canela. Amassa-se tudo muito bem com as mãos. Barre uma forma com banha e farinha, deite o preparado e leve ao forno.
http://www.tudoben.com/gastronomia/receitas/bolo_belota.asp
Bolo de Bolota
1 kg de bolotas, peladas e trituradas
750 g de açúcar (se a bolota for doce) ou 1 kg (se for amarga)
125 g de chocolate em pó
2 gemas de ovos
Amassam-se muito bem todos os ingredientes. Tendem-se bolinhos pequenos, a que podem dar-se diferentes formatos. Por fim, envolvem-se em açúcar e colocam-se em forminhas de papel frisado.
3ºano, turma A
(receita confeccionada na comemoração do Dia de S. Martinho)
quarta-feira, 25 de julho de 2012
Pão de castanhas
Pão de castanhas
300gr de farinha de castanhas
2 c. sopa de azeite
sal
50gr de passas de uva
30gr de pinhões
1 raminho de alecrim
Deite numa tigela a farinha de castanhas, adicione 1 colher de sopa de azeite e sal; bata com uma batedeira manual e adicione, pouco a pouco, 1/2 litro de água, aproximadamente, até ficar uma massa bem líquida.
Lave as passas, pique-as e adicione-as à mistura. Unte uma forma baixa e larga com um pouco de azeite, deite a mistura com uma espessura aproximada de 2 cm, cubra com os pinhões e as folhas de alecrim, borrife com um pouco de azeite e leve a forma ao forno durante 1 hora, à temperatura de 200ºC; formar-se-ão pequenas gretas na superfície e uma crosta estaladiça. Sirva morno ou frio se preferir.
http://www.quiosquedasideias.com/index.php?topic=4490.0
300gr de farinha de castanhas
2 c. sopa de azeite
sal
50gr de passas de uva
30gr de pinhões
1 raminho de alecrim
Deite numa tigela a farinha de castanhas, adicione 1 colher de sopa de azeite e sal; bata com uma batedeira manual e adicione, pouco a pouco, 1/2 litro de água, aproximadamente, até ficar uma massa bem líquida.
Lave as passas, pique-as e adicione-as à mistura. Unte uma forma baixa e larga com um pouco de azeite, deite a mistura com uma espessura aproximada de 2 cm, cubra com os pinhões e as folhas de alecrim, borrife com um pouco de azeite e leve a forma ao forno durante 1 hora, à temperatura de 200ºC; formar-se-ão pequenas gretas na superfície e uma crosta estaladiça. Sirva morno ou frio se preferir.
http://www.quiosquedasideias.com/index.php?topic=4490.0
Plasticina natural
Plasticina natural
Certamente que os seus filhos gostam de brincar com plasticina. Se não tiver em casa faça-a com produtos naturais. Para tal, misture uma chávena de sal com duas de farinha e junte água até fazer uma pasta. Adicione corante de cozinha para lhe dar um tom e irá proporcionar-lhes uma brincadeira divertida.
Certamente que os seus filhos gostam de brincar com plasticina. Se não tiver em casa faça-a com produtos naturais. Para tal, misture uma chávena de sal com duas de farinha e junte água até fazer uma pasta. Adicione corante de cozinha para lhe dar um tom e irá proporcionar-lhes uma brincadeira divertida.
massa de sal e trigo
Sal e trigo.
Elementos milenares que nos acompanham.
Dessa mistura vieram inúmeras aplicações na culinária internacional . A idéia do artesanato em massa de sal ou massa de pão, como também é conhecido, vem desde os egípcios que faziam esculturas para a decoração de seus "túmulos" e séculos depois, os Gregos e Romanos usavam como decoração de mesas durante suas festas.
Já os alemães no período medieval, descobriram o prazer de modelar essa massa e realizar verdadeiras esculturas.
O mesmo sucedeu aos italianos, franceses, ingleses que hoje mantém essa tradição. Agora da Itália, onde vivi por quase oito anos, trago para você essa técnica e apresento aqui alguns trabalhos de modelação em uma mistura de
trigo, sal, cola e corantes resultando em interessantes objetos de decoração para sua casa ou para presentear alguém de uma forma bem diferente.
Sua receita é simples:
2 copos de farinha de trigo
1 copo de sal
1/4 de copo de cola
1/2 de água
tinta guache
Modo de Fazer:
Misture o sal e a farinha. Dissolva a cola na água e acrescente ao sal e a farinha, misture bem, ficará uma massa bem seca, esfarelando. Separe pequenas quantidades de massa e acrescente o guache na cor desejada, ele vai terminar de dar o ponto à massa. Modele a peça e leve ao forno na temperatura mais baixa, e na primeira meia hora deixe a porta do forno semi aberta. Para saber se a peça já está seca espete um palito de dente, se estiver seca ele não vai penetrar na peça. Envernize com verniz PU
bicomponente e verniz marítimo.
P.S. Essa técnica pode ser usada por crianças!!
Adquira as revistas Massa de Sal pois nelas eu explico tudo
passo a passo, com a ajuda de fotografias.
Geisa Navarro
http://www.massadesal.com.br/index.php
Elementos milenares que nos acompanham.
Dessa mistura vieram inúmeras aplicações na culinária internacional . A idéia do artesanato em massa de sal ou massa de pão, como também é conhecido, vem desde os egípcios que faziam esculturas para a decoração de seus "túmulos" e séculos depois, os Gregos e Romanos usavam como decoração de mesas durante suas festas.
Já os alemães no período medieval, descobriram o prazer de modelar essa massa e realizar verdadeiras esculturas.
O mesmo sucedeu aos italianos, franceses, ingleses que hoje mantém essa tradição. Agora da Itália, onde vivi por quase oito anos, trago para você essa técnica e apresento aqui alguns trabalhos de modelação em uma mistura de
trigo, sal, cola e corantes resultando em interessantes objetos de decoração para sua casa ou para presentear alguém de uma forma bem diferente.
Sua receita é simples:
2 copos de farinha de trigo
1 copo de sal
1/4 de copo de cola
1/2 de água
tinta guache
Modo de Fazer:
Misture o sal e a farinha. Dissolva a cola na água e acrescente ao sal e a farinha, misture bem, ficará uma massa bem seca, esfarelando. Separe pequenas quantidades de massa e acrescente o guache na cor desejada, ele vai terminar de dar o ponto à massa. Modele a peça e leve ao forno na temperatura mais baixa, e na primeira meia hora deixe a porta do forno semi aberta. Para saber se a peça já está seca espete um palito de dente, se estiver seca ele não vai penetrar na peça. Envernize com verniz PU
bicomponente e verniz marítimo.
P.S. Essa técnica pode ser usada por crianças!!
Adquira as revistas Massa de Sal pois nelas eu explico tudo
passo a passo, com a ajuda de fotografias.
Geisa Navarro
http://www.massadesal.com.br/index.php
Algumas memórias...
Algumas memórias ...
Nestes dias de muito calor vieram-me à memória cenas da minha infância, passadas em férias num monte no Alentejo. Lembro-me da minha tia Bia clamar naquele falar algo arrastado e nasalado, enquanto passava a ponta do avental pela testa, para enxugar gotas de suor:
-Aaaiii, que caaalma!
Eu não entendia o que ela dizia. Tinha 7 ou 8 anos, vivia no mundo da Lua e aquele falar parecia quase uma língua estrangeira. Depois lá me disseram, não sei quem nem quando, que ela se referia ao calor que fazia. Ah! Bom! Mas então porque é que ela não dizia: -Ai que calor! Então se ela não dizia, dizia eu! A partir daí, sempre que ela clamava: -Aaaiii, que caaalma! – eu disparava logo. – Não é calma! É calor!
Era uma risota, mas na verdade eu não percebia porque é que ela não dizia calor! Não percebia aquela palavra que exprimia, não apenas um facto atmosférico mas também algo mais. Algo que não só era observável e sentido ao nível físico, mas sentido e percebido por outros sentidos. Quando fazia muito calor, e se tornava desconfortável andar na rua, pessoas e animais recolhiam-se e silenciavam. Não havia galinha, pato, cão, ovelha, animal de duas ou quatro patas, com ou sem asas que se atrevesse a prosseguir no seu vai vem, na sua lida diária. Só a minha Bia se atrevia, por necessidade, a prosseguir com os seus afazeres. Pois se não podia ser na rua, dentro de casa não lhe faltavam tarefas. A minha tia e as cigarras. Sim, as cigarras devem ser os únicos animais que em alturas de mais calor prosseguem os seus cantos, talvez pela certeza de que nenhum predador as irá interromper. Se bem que houvessem dias em que nem as cigarras aguentavam!
Tenho outras memórias desse Alentejo: os animais, os candeeiros a petróleo… fantásticos diga-se de passagem! Sob a sua luz tudo se fazia! Desde bordar ou coser e inclusive, e isto ainda é um mistério para mim, conseguíamos ver os mosquitos e apanhá-los. Hoje com lâmpadas eléctricas vejo-me em “palpos de aranha” para conseguir descortinar “unzinho”!
Recordo também a horta rodeada de altos ciprestes, que a mantinham fresca e abrigada dos “calores”, originando uma espécie de microclima. Nela crescia uma grande variedade de legumes e frutos da região, (ai que ricas meloas!). E um loureiro, enorme!
Nestes dias de muito calor vieram-me à memória cenas da minha infância, passadas em férias num monte no Alentejo. Lembro-me da minha tia Bia clamar naquele falar algo arrastado e nasalado, enquanto passava a ponta do avental pela testa, para enxugar gotas de suor:
-Aaaiii, que caaalma!
Eu não entendia o que ela dizia. Tinha 7 ou 8 anos, vivia no mundo da Lua e aquele falar parecia quase uma língua estrangeira. Depois lá me disseram, não sei quem nem quando, que ela se referia ao calor que fazia. Ah! Bom! Mas então porque é que ela não dizia: -Ai que calor! Então se ela não dizia, dizia eu! A partir daí, sempre que ela clamava: -Aaaiii, que caaalma! – eu disparava logo. – Não é calma! É calor!
Era uma risota, mas na verdade eu não percebia porque é que ela não dizia calor! Não percebia aquela palavra que exprimia, não apenas um facto atmosférico mas também algo mais. Algo que não só era observável e sentido ao nível físico, mas sentido e percebido por outros sentidos. Quando fazia muito calor, e se tornava desconfortável andar na rua, pessoas e animais recolhiam-se e silenciavam. Não havia galinha, pato, cão, ovelha, animal de duas ou quatro patas, com ou sem asas que se atrevesse a prosseguir no seu vai vem, na sua lida diária. Só a minha Bia se atrevia, por necessidade, a prosseguir com os seus afazeres. Pois se não podia ser na rua, dentro de casa não lhe faltavam tarefas. A minha tia e as cigarras. Sim, as cigarras devem ser os únicos animais que em alturas de mais calor prosseguem os seus cantos, talvez pela certeza de que nenhum predador as irá interromper. Se bem que houvessem dias em que nem as cigarras aguentavam!
Tenho outras memórias desse Alentejo: os animais, os candeeiros a petróleo… fantásticos diga-se de passagem! Sob a sua luz tudo se fazia! Desde bordar ou coser e inclusive, e isto ainda é um mistério para mim, conseguíamos ver os mosquitos e apanhá-los. Hoje com lâmpadas eléctricas vejo-me em “palpos de aranha” para conseguir descortinar “unzinho”!
Recordo também a horta rodeada de altos ciprestes, que a mantinham fresca e abrigada dos “calores”, originando uma espécie de microclima. Nela crescia uma grande variedade de legumes e frutos da região, (ai que ricas meloas!). E um loureiro, enorme!
O poço com água fresca e límpida; as planícies que se estendiam
em retalhos de cores, ora branco grés, ora verde, castanho, preto, sugerindo
uma colcha de retalhos aconchegando a Mãe Terra; o Sol nascendo, uma enorme
bola de fogo cor de laranja avermelhada, que nos acompanhava ao logo da estrada
durante a viagem de ida, como que nos guiando; a Lua... Por falar em Lua, uma
das minhas memórias favoritas são as horas a seguir ao jantar, quando todos
vínhamos para fora de casa, estendíamos uma manta no chão à porta para os
miúdos, os adultos sentavam-se em cadeiras, à luz dos candeeiros a petróleo e
enquanto a minha tia fazia qualquer trabalho de costura ou outro, o meu tio
Manel contava histórias, adivinhas e contos, até que os quartos arrefecerem e fossem
horas de deitar. Mas os melhores serões eram aqueles quando nascia a Lua. Porque
lá a Lua nasce grande, grande! Vêm-se os mares e montes e depois… nasce logo
ali! Não há montes e serras como em Sintra, não há casas e prédios que ela
tenha que trepar. Então… está logo ali! Corre-se o quê, cem, cento e cinquenta
metros e pode-se tocar a Lua!
Bem, pelo menos era isso que o meu tio dizia! Quando a Lua começava a nascer na linha do horizonte, depois do campo de trigo, mesmo por detrás daquela azinheira à direita… aquela que está entre o caminho para a horta e aquela casa alta, do outro monte? O meu tio começava a instigar-me a ir agarrar a Lua.
- Vai Bélita! Corre! Vai agarrar a Lua! Ela é feita de queijo!
E eu corria! Corria até ao limite do caminho, onde começava o campo de trigo e entrava nele tacteando com os pés os grandes torrões de terra lavrada, envolvida nos restos das hastes do trigo seco e debulhado. Então a minha tia Bia começava a ficar aflita, não fosse eu cair e esfacelar-me toda, começava a gritar por mim que voltasse, a ralhar com o meu tio que não pusesse ideias na minha cabeça: - Que a moçinha ainda cai!
E foi assim que eu nunca toquei na Lua!
Mais tarde, já avisada pela minha tia e pelos risos dos meus primos, ainda encetava uma leve corrida até meio do caminho, parando e olhando ora para trás, para os instigadores cépticos, ora para frente, para a Lua, dividida entre o saber que brincavam comigo e o apelo da Lua. Ela parecia olhar para mim e dizer:
- Anda! Vem! Toca-me!
Ainda hoje quando me lembro dessa Lua, imagino como seria se conseguisse tocá-la? Estremeceria como se fosse uma imagem reflectida num lago? Faria ondas? Ou estremeceria como um gato o faz quando lhe fazemos festas? E o toque, seria macio como o pelo de um gato ou poderíamos mergulhar a mão ou fazer desenhos com o dedo como se fosse chantilly? Será doce como chantilly? Doce é o seu perfume. Perfume de Lua. Quando a Lua surge no céu, olho para ela e recebo a sua luz, e os seus raios de luar envoltos num aroma inebriante. Perfume de Lua. Subtil, misterioso e inebriante.
Florbela Graça
29/07/2005
Bem, pelo menos era isso que o meu tio dizia! Quando a Lua começava a nascer na linha do horizonte, depois do campo de trigo, mesmo por detrás daquela azinheira à direita… aquela que está entre o caminho para a horta e aquela casa alta, do outro monte? O meu tio começava a instigar-me a ir agarrar a Lua.
- Vai Bélita! Corre! Vai agarrar a Lua! Ela é feita de queijo!
E eu corria! Corria até ao limite do caminho, onde começava o campo de trigo e entrava nele tacteando com os pés os grandes torrões de terra lavrada, envolvida nos restos das hastes do trigo seco e debulhado. Então a minha tia Bia começava a ficar aflita, não fosse eu cair e esfacelar-me toda, começava a gritar por mim que voltasse, a ralhar com o meu tio que não pusesse ideias na minha cabeça: - Que a moçinha ainda cai!
E foi assim que eu nunca toquei na Lua!
Mais tarde, já avisada pela minha tia e pelos risos dos meus primos, ainda encetava uma leve corrida até meio do caminho, parando e olhando ora para trás, para os instigadores cépticos, ora para frente, para a Lua, dividida entre o saber que brincavam comigo e o apelo da Lua. Ela parecia olhar para mim e dizer:
- Anda! Vem! Toca-me!
Ainda hoje quando me lembro dessa Lua, imagino como seria se conseguisse tocá-la? Estremeceria como se fosse uma imagem reflectida num lago? Faria ondas? Ou estremeceria como um gato o faz quando lhe fazemos festas? E o toque, seria macio como o pelo de um gato ou poderíamos mergulhar a mão ou fazer desenhos com o dedo como se fosse chantilly? Será doce como chantilly? Doce é o seu perfume. Perfume de Lua. Quando a Lua surge no céu, olho para ela e recebo a sua luz, e os seus raios de luar envoltos num aroma inebriante. Perfume de Lua. Subtil, misterioso e inebriante.
Florbela Graça
29/07/2005
massa de sal - modelar
Materiais para a massa de sal
2 copos de farinha de trigo
1 copo de sal
1/4 de copo de cola
1/2 de água
tinta guache (nota pessoal:ou tinta natural ou corantes alimentares?? mudará o ponto da massa??)
Modo de fazer
Misture o sal e a farinha. Dissolva a cola na água e acrescente ao sal e a farinha, misture bem, ficará uma massa bem seca, esfarelando. Separe pequenas quantidades de massa e acrescente o guache na cor desejada, ele vai terminar de dar o ponto à massa. Modele o presépio leve ao forno na temperatura mais baixa, Primeira meia hora deixe a porta do forno semi aberta. Para saber se a peça já está seca espete um palito de dente, se estiver seca ele não vai penetrar na peça.
http://artesanatofofo.blogspot.com/2008_03_01_archive.html
2 copos de farinha de trigo
1 copo de sal
1/4 de copo de cola
1/2 de água
tinta guache (nota pessoal:ou tinta natural ou corantes alimentares?? mudará o ponto da massa??)
Modo de fazer
Misture o sal e a farinha. Dissolva a cola na água e acrescente ao sal e a farinha, misture bem, ficará uma massa bem seca, esfarelando. Separe pequenas quantidades de massa e acrescente o guache na cor desejada, ele vai terminar de dar o ponto à massa. Modele o presépio leve ao forno na temperatura mais baixa, Primeira meia hora deixe a porta do forno semi aberta. Para saber se a peça já está seca espete um palito de dente, se estiver seca ele não vai penetrar na peça.
http://artesanatofofo.blogspot.com/2008_03_01_archive.html
Incensos caseiros
Incensos caseiros
Os aromas transportam-nos para diferentes sítios da nossa memória. Viaje para os seus locais favoritos com incensos feitos por si.
Os incensos feitos em casa são muito eficientes. Com eles, é possível tornar o ambiente doméstico e o local de trabalho mais agradável. Para fazer os seus próprios incensos, basta que siga as receitas.
Incenso de pimenta da Jamaica:
Triture muito bem a pimenta e coloque-a sobre as brasas do carvão. Este incenso deve ser usado em ocasiões em que estão muitas pessoas em sua casa, pois alivia o ambiente tornando-o mais agradável.
Incenso de canela:
Use sempre a canela em pó. Este incenso é um poderoso calmante e actua, principalmente nas crianças. Estimula o apetite.
Incenso de cravo-da-Índia:
Triture muito bem os cravos e coloque-os sobre as brasas de carvão. Este incenso é um estimulante do sistema imunológico.
Incenso de café:
Compre grãos de café torrado e triture-os muito bem. Coloque sobre as brasas de carvão. Cria um agradável aroma perfumado, dando a sensação de calma e aconchego.
Incenso de noz-moscada:
Rale a noz-moscada e coloque-a sobre as brasas do carvão. Este incenso estimula a autoconfiança e a alegria.
Incenso de alecrim:
Use folhas secas de alecrim e coloque-as sobre as brasas do carvão. É estimulador da memória.
Incenso de coentro, açafrão e almíscar:
Triture as sementes de coentro, junte com um pouco de açafrão e almíscar. Coloque sobre as brasas do carvão. Este incenso é um poderoso perfume afrodisíaco.
Incenso de louro:
Use folhas secas de louro e jogue-as sobre as brasas de carvão. Facilita a concentração.
Incenso de gengibre:
Rale a raiz do gengibre e coloque sobre as brasas do carvão. O gengibre é utilizado como auxiliar de outros incensos, use-o quando quiser aumentar a potência de qualquer incenso. Lembre-se porém, que deverá usar uma quantidade muito pequena, para não sobressair mais que os outros elementos.
Incenso de avelãs:
Rale as avelãs e coloque-as sobre as brasas de carvão. Este incenso é apropriado no estabelecimento da calma mental. Ajuda a perceber melhor as dificuldades, e assim, de maneira tranquila, resolvê-las.
Muitas outras ervas ou frutos ou condimentos são usados na constituição de incensos, principalmente flores e raízes. Use o seu gosto olfactivo e imaginação e crie os seus!
Autor
Sónia Soares
http://www.vivasaudavelmente.pt/
Os aromas transportam-nos para diferentes sítios da nossa memória. Viaje para os seus locais favoritos com incensos feitos por si.
Os incensos feitos em casa são muito eficientes. Com eles, é possível tornar o ambiente doméstico e o local de trabalho mais agradável. Para fazer os seus próprios incensos, basta que siga as receitas.
Incenso de pimenta da Jamaica:
Triture muito bem a pimenta e coloque-a sobre as brasas do carvão. Este incenso deve ser usado em ocasiões em que estão muitas pessoas em sua casa, pois alivia o ambiente tornando-o mais agradável.
Incenso de canela:
Use sempre a canela em pó. Este incenso é um poderoso calmante e actua, principalmente nas crianças. Estimula o apetite.
Incenso de cravo-da-Índia:
Triture muito bem os cravos e coloque-os sobre as brasas de carvão. Este incenso é um estimulante do sistema imunológico.
Incenso de café:
Compre grãos de café torrado e triture-os muito bem. Coloque sobre as brasas de carvão. Cria um agradável aroma perfumado, dando a sensação de calma e aconchego.
Incenso de noz-moscada:
Rale a noz-moscada e coloque-a sobre as brasas do carvão. Este incenso estimula a autoconfiança e a alegria.
Incenso de alecrim:
Use folhas secas de alecrim e coloque-as sobre as brasas do carvão. É estimulador da memória.
Incenso de coentro, açafrão e almíscar:
Triture as sementes de coentro, junte com um pouco de açafrão e almíscar. Coloque sobre as brasas do carvão. Este incenso é um poderoso perfume afrodisíaco.
Incenso de louro:
Use folhas secas de louro e jogue-as sobre as brasas de carvão. Facilita a concentração.
Incenso de gengibre:
Rale a raiz do gengibre e coloque sobre as brasas do carvão. O gengibre é utilizado como auxiliar de outros incensos, use-o quando quiser aumentar a potência de qualquer incenso. Lembre-se porém, que deverá usar uma quantidade muito pequena, para não sobressair mais que os outros elementos.
Incenso de avelãs:
Rale as avelãs e coloque-as sobre as brasas de carvão. Este incenso é apropriado no estabelecimento da calma mental. Ajuda a perceber melhor as dificuldades, e assim, de maneira tranquila, resolvê-las.
Muitas outras ervas ou frutos ou condimentos são usados na constituição de incensos, principalmente flores e raízes. Use o seu gosto olfactivo e imaginação e crie os seus!
Autor
Sónia Soares
http://www.vivasaudavelmente.pt/
terça-feira, 10 de julho de 2012
Workshop / Oficina: Sabão Natural - Processo a Frio
Dia 29 de Julho de 2012
Dia 29 de Julho de 2012
10:00
até 18:00
O
sabão natural é feito a partir de óleos e manteigas vegetais e ou animais, aos
quais é adicionado uma solução alcalina para que se dê uma reacção química
chamada saponificação (ou seja que as gorduras se transformem em sabão).
Assim faziam as “nossas avós” o sabão. A partir da segunda metade do século XX, estes conhecimentos começaram a desvanecer-se à medida que os novos detergentes e sabonetes industriais foram tomando conta mercado, aliviando até a mulher de mais uma tarefa, no seu já atarefado dia-a-dia. Actualmente e perante as crescentes certezas dos danos e prejuízos causados pelo excesso de químicos recebidos pelo nosso organismo através da utilização dos variadíssimos sabonetes, géis de banho, champôs e tantos outros produtos cosméticos e de higiene pessoal, produzidos e disponibilizados pela industria químico-farmacêutico, há um retorno às coisas simples, às origens, às raízes. É disso que se trata nesta oficina pratica. Explicar e demonstrar como é que se transforma um azeite, a gordura mais comum no nosso país, em sabão e dele retirar todos os proveitos e benefícios. Vamos aprender a fazer o nosso próprio sabão. Aprender quais as gorduras que se podem usar, os seus benefícios, quais aditivos colocar. Abordaremos questões e conceitos como: -Breve história do sabão; -Como as nossas “avós” faziam o sabão para a barrela; -Medidas de segurança; -Ingredientes: -Gorduras (óleos e manteigas) e soda cáustica; -Água destilada e outros liquidos -Óleos essenciais/óleos de fragrância -Aditivos e conservantes; -Tabela de saponificação: como usar; - O que é o “Excesso de soda” e “sobre-engorduramento” -Saponificação, moldes e processo de cura. -Usar plantas aromáticas e medicinais na manufacturação de sabões - Demonstração de como se faz: Sabão natural (processo a frio): Lavagens e limpezas. Sabão natural (processo a frio): Uso pessoal (personalizado) Alguns usos para o sabão natural lavagens. Algumas receitas simples e praticas No proximo dia 29 de Julho, em Algés, Rua Damião de Góis, nº 34 - 1º Esq. (perto da Estação dos Autocarros, ao lado do MacDonalds), Horário: Das 10h às 18h. Valor:85€ (inclui manual e amostras de produtos realizados no wks) Informações e inscrições através dos seguintes contactos: (é necessária confirmação por razões logísticas) suntrialquimias@gmail.com (Florbela Graça) Tel.: 214115529/916786462/ Email: geral@beholistic.pt www.beholistic.pt Os participantes têm direito a um manual e a amostras dos produtos elaborados durante o workshop. Em relação a material que precisem levar será: caneta/lapis e um caderno para algum apontamento, e um saco para levar os sabões amostras (que irão acondicionados numas caixinhas), pode se quiser trazer um paninho da louça ou algo similar, para envolver as caixinhas, podem trazer. |
quarta-feira, 20 de junho de 2012
WORKSHOPS COSMÉTICA E SABOARIA NATURAL - Módulo 2 - Cosmética natural caseira
Este é o segundo módulo de uma série de outros sobre cosmética e saboaria natural.Tem uma vertente bastante prática e sensorial.
Com Florbela Graça
- Domingo,8 de Julho de 2012
- 10:00 até 18:00
Sintra-se Descoberta Do Ser
Morada: Av. Dr. Miguel Bombarda, 39
(em frente à Estação da CP de Sintra)
Neste atelier vamos falar sobre:
Enquanto observamos vários óleos e manteigas vegetais, abordaremos
...
As suas propriedades e benefícios para a pele
Plantas e óleos essenciais para os cuidados da pele
Aditivos e conservantes naturais
Cera de abelha vs outras ceras naturais e emulsionantes
Manteiga corporal/ creme / loção: proporções
Bálsamo labial
Aprenderemos a fazer um creme hidratante para corpo.
Algumas receitas simples
Informações e inscrições:
gabrielapereira6@hotmail.c
suntrialquimias@gmail.com
96 237 57 24 / 91 259 82 14
Workshop/Oficina Óleos de massagem e Pomadas/unguentos com plantas medicinais
Workshop/Oficina Óleos de massagem e Pomadas/unguentos com plantas medicinais
(intensivo) duração: 6.30h (1 dia)
Como se prepara um óleo de massagem?
Como se faz um óleo macerado?
... Como se preparam as plantas?
E que plantas e óleos essenciais se podem utilizar?
E qual o óleo vegetal base mais adequado?
... E como se faz uma pomada? …
Quantas vezes tem feito estas perguntas?
Clarificar estas e outras questões será o intuito desde workshop.
Constituído por dois temas/módulos que se adaptam e entrecruzam, terá uma abordagem bastante pratica de modo a que possa enfim aventurar-se neste mundo fantástico dos óleos e plantas medicinais e aromáticas.
No próximo dia 24 de Junho em Algés, Rua Damião de Góis, nº 34 - 1º Esq. (perto da Estação dos Autocarros, ao lado do MacDonalds).
Valor: 100 €
Informações e inscrições através dos seguintes contactos:
Tel.: 214115529/916786462/
suntrialquimias@gmail.com
Email: geral@beholistic.pt
www.beholistic.pt
Alguns temas abordados
-Óleos vegetais
-Propriedades e utilização
-Validade e conservação
-Óleos essenciais
-Breve abordagem à aromaterapia
-Propriedades de alguns óleos essenciais
-Alguns óleos essenciais tóxicos
-Percentagem/proporção de óleos carregadores/ óleos essenciais
-Como fazer
-Óleo de massagem
-Barra de massagem
-Plantas aromáticas e medicinais
-Identificação através do nome científico vs nome popular
-Propriedades e usos de algumas plantas
-Maceração em óleo/azeite: frio e quente
-Preparação da planta
-Tipos de óleos/azeites
-Modo de preparação
-Preparação de tinturas
-Preparação da planta
-Tipos de álcool e grau
-Modo de preparação
-Fazer pomadas e unguentos
-Metodologia
-Validade e conservação
Elaboraremos ao vivo um oleo macerado com plantas que usaremos para fazer uma pomada que os participantes levarão no fim da oficina. Faremos também um oleo de massagem com a escolha pessoal dos oleos essenciais a utilizar.
Cada participante terá direito a um manual e aos produtos elaborados na oficina por cada um.
segunda-feira, 28 de maio de 2012
A história da Criação (Maori)
A história da Criação (tradução livre)
No início não havia céu, nem mar, nem
terra e nem deuses. Havia apenas escuridão, apenas Te Kore, o Nada. O próprio
início foi feito do nada. A partir deste nada, os pais primitivos dos Māori
surgiram, Papatuanuku, a mãe Terra, e Ranginui, o pai Céu.
Papatuanuku e Ranginui surgiram juntos, abraçados na escuridão, e tiveram 70 filhos do sexo masculino. Estes descendentes tornaram-se os deuses dos Maori. No entanto, os filhos de Papatuanuku e Ranginui estavam presos no abraço dos pais, na escuridão eterna, e ansiavam por ver alguma luz. Finalmente decidiram que seus pais deviamm ser separados, e tiveram uma reunião para decidir o que devia ser feito.
Consideraram por muito tempo - deviam Rangi e Papa ser mortos? Ou ser forçados a separarem-se?
Finalmente, Tumatauenga, o deus da Guerra, disse: "Vamos matar nossos pais". No entanto, Tane-Mahuta, o deus do homem e das florestas, e tudo o que habita as florestas, achava que Rangi e Papa deviam ser separados. Ranginui devia ir para cima, para o céu, e Papatuanuku devia ir para baixo, para viver na Terra. Todos os filhos, inclusive Tu, o Deus da Guerra, concordaram com Tane.
Tawhiri Matea, o deus dos ventos e das tempestades foi o único filho que não queria que os seus pais se separassem. Temia que seu reino fosse derrubado. Um por um os filhos tentaram separar seus pais. Rongomatane, o Deus e Pai de alimentos cultivados, tentou, sem sucesso. Haumia Tiketike, deus de alimentos não cultivadas também tentou.
Em seguida foi a vez de Tangaroa, o deus do mar, e Tumatauenga, o deus da guerra, mas nem Tangaroa nem Tumatauenga conseguiram separar seus pais.
Por último Tane-Mahuta ergueu-se. Forte como a árvore kauri, colocou seus ombros contra a sua mãe Papatuanuku e os pés contra seu pai Ranginui, e empurrou com força, durante muito tempo, esticando-se e levantando. Rangi e Papa choravam de dor, pedindo a seus filhos "por que querem destruir o nosso amor?"
Depois de um longo tempo Tane finalmente conseguiu separar Rangi e Papa, e pela primeira vez, os filhos viram a luz do dia (ao Marama) entrando fluindo. Assim que isso aconteceu, Tawhiri Matea, o deus dos ventos e tempestades, e que tinha sido contra a separação de seus pais, partiu para o céu para se juntar ao pai.
Os ventos turbulentos e tempestades na Terra são causados por Tawhiri Matea, em vingança pelos actos dos irmãos.
Agora a separação de Papatuanuku e Ranginui estava completa, e havia um céu e uma terra. No entanto, havia apenas um elemento em falta, e Tane decidiu criar uma fêmea. De uma área chamada Kura-waka Tane tomou um pouco de argila, e a modelou numa mulher. Então, soprou e deu-lhe vida, e criou Hine-ahu-one - a Terra formada em Donzela.
Tane e Hine teveram uma linda filha chamada Hinetitama. Quando Hinetitama cresceu, ela teve filhas de Tane. Um dia perguntou Hinetitama Tane quem era seu pai, e ao descobrir que Tane era o pai de seus filhos, ela fugiu com vergonha na noite, para um lugar chamado Rarohenga, o submundo. A partir de então ela tornou-se conhecida como Hine-nui-te-po, a deusa da noite.
Papatuanuku e Ranginui surgiram juntos, abraçados na escuridão, e tiveram 70 filhos do sexo masculino. Estes descendentes tornaram-se os deuses dos Maori. No entanto, os filhos de Papatuanuku e Ranginui estavam presos no abraço dos pais, na escuridão eterna, e ansiavam por ver alguma luz. Finalmente decidiram que seus pais deviamm ser separados, e tiveram uma reunião para decidir o que devia ser feito.
Consideraram por muito tempo - deviam Rangi e Papa ser mortos? Ou ser forçados a separarem-se?
Finalmente, Tumatauenga, o deus da Guerra, disse: "Vamos matar nossos pais". No entanto, Tane-Mahuta, o deus do homem e das florestas, e tudo o que habita as florestas, achava que Rangi e Papa deviam ser separados. Ranginui devia ir para cima, para o céu, e Papatuanuku devia ir para baixo, para viver na Terra. Todos os filhos, inclusive Tu, o Deus da Guerra, concordaram com Tane.
Tawhiri Matea, o deus dos ventos e das tempestades foi o único filho que não queria que os seus pais se separassem. Temia que seu reino fosse derrubado. Um por um os filhos tentaram separar seus pais. Rongomatane, o Deus e Pai de alimentos cultivados, tentou, sem sucesso. Haumia Tiketike, deus de alimentos não cultivadas também tentou.
Em seguida foi a vez de Tangaroa, o deus do mar, e Tumatauenga, o deus da guerra, mas nem Tangaroa nem Tumatauenga conseguiram separar seus pais.
Por último Tane-Mahuta ergueu-se. Forte como a árvore kauri, colocou seus ombros contra a sua mãe Papatuanuku e os pés contra seu pai Ranginui, e empurrou com força, durante muito tempo, esticando-se e levantando. Rangi e Papa choravam de dor, pedindo a seus filhos "por que querem destruir o nosso amor?"
Depois de um longo tempo Tane finalmente conseguiu separar Rangi e Papa, e pela primeira vez, os filhos viram a luz do dia (ao Marama) entrando fluindo. Assim que isso aconteceu, Tawhiri Matea, o deus dos ventos e tempestades, e que tinha sido contra a separação de seus pais, partiu para o céu para se juntar ao pai.
Os ventos turbulentos e tempestades na Terra são causados por Tawhiri Matea, em vingança pelos actos dos irmãos.
Agora a separação de Papatuanuku e Ranginui estava completa, e havia um céu e uma terra. No entanto, havia apenas um elemento em falta, e Tane decidiu criar uma fêmea. De uma área chamada Kura-waka Tane tomou um pouco de argila, e a modelou numa mulher. Então, soprou e deu-lhe vida, e criou Hine-ahu-one - a Terra formada em Donzela.
Tane e Hine teveram uma linda filha chamada Hinetitama. Quando Hinetitama cresceu, ela teve filhas de Tane. Um dia perguntou Hinetitama Tane quem era seu pai, e ao descobrir que Tane era o pai de seus filhos, ela fugiu com vergonha na noite, para um lugar chamado Rarohenga, o submundo. A partir de então ela tornou-se conhecida como Hine-nui-te-po, a deusa da noite.
terça-feira, 8 de maio de 2012
Workshops de cosmética e saboaria natural - Módulo 1: cosmética e bem-estar para mamãs e bebés
De Florbela Graça e Gabriela Pereira
Domingo, 10 de Junho de 2012 DAs 10.00h às 18.00h
Com Florbela Graça Este é o primeiro módulo de uma série de outros sobre cosmética e saboaria natural.Tem uma vertente bastante prática e sensorial Terá lugar no dia 10 de Junho de 2012, em Sintra, no espaço Sintra-se Descoberta Do Ser Morada: Av. Dr. Miguel Bombarda, 39 (em frente à Estação da CP de Sintra) Neste atelier vamos falar sobre: Os óleos vegetais mais comuns em Portugal: suas propriedades. Outros óleos e manteigas vegetais. Algumas plantas aromáticas e medicinais mais utilizadas: qualidades e propriedades. A maceração em óleo: como fazer. -A preparação da planta. -Os vários métodos de maceração. Conservação e durabilidade dos óleos macerados: - Antioxidantes e conservantes naturais. Óleos essenciais em produtos para bebes e crianças e grávidas: sim ou não? Algumas receitas simples e práticas. Ex. Pomada de calêndula com azeite macerado de calêndula e cera e água destilada (ou água de cal, ou água de rosas) Loção de limpeza com azeite de alfazema e água de cal Óleo e Creme hidratante preventivo de estrias Informações e inscrições: gabrielapereira6@hotmail.c suntrialquimias@gmail.com 96 237 57 24 / 91 259 82 14 |
Workshop/Oficina: Sabão Natural - Processo a Frio
Sábado, 26 de Maio de 2012
das 10:00h até 18:00h
O sabão natural é feito a partir de óleos e manteigas vegetais e ou animais, aos quais é adicionado uma solução alcalina para que se dê uma reacção química chamada saponificação (ou seja que as gorduras se transformem em sabão).
Assim faziam as “nossas avós” o sabão. A partir da segunda metade do século XX, estes conhecimentos começaram a desvanecer-se à medida que os novos detergentes e sabonetes industriais foram tomando conta mercado, aliviando até a mulher de mais uma tarefa, no seu já atarefado dia-a-dia. Actualmente e perante as crescentes certezas dos danos e prejuízos causados pelo excesso de químicos recebidos pelo nosso organismo através da utilização dos variadíssimos sabonetes, géis de banho, champôs e tantos outros produtos cosméticos e de higiene pessoal, produzidos e disponibilizados pela industria químico-farmacêutico, há um retorno às coisas simples, às origens, às raízes.
É disso que se trata nesta oficina pratica. Explicar e demonstrar como é que se transforma um azeite, a gordura mais comum no nosso país, em sabão e dele retirar todos os proveitos e benefícios.
Vamos aprender a fazer o nosso próprio sabão. Aprender quais as gorduras que se podem usar, os seus benefícios, quais aditivos colocar.
Abordaremos questões e conceitos como:
-Breve história do sabão;
-Como as nossas “avós” faziam o sabão para a barrela;
-Medidas de segurança;
-Ingredientes:
-Gorduras (óleos e manteigas) e soda cáustica;
-Água destilada e outros liquidos
-Óleos essenciais/óleos de fragrância
-Aditivos e conservantes;
-Tabela de saponificação: como usar;
- O que é o “Excesso de soda” e “sobre-engorduramento”
-Saponificação, moldes e processo de cura.
-Usar plantas aromáticas e medicinais na manufacturação de sabões
- Demonstração de como se faz:
Sabão natural (processo a frio:( Lavagens e limpezas.
Sabão natural (processo a frio:( Uso pessoal (personalizado)
Alguns usos para o sabão natural lavagens.
Algumas receitas simples e praticas
No proximo dia 26 de Maio, em Algés, Rua Damião de Góis, nº 34 - 1º Esq. (perto da Estação dos Autocarros, ao lado do MacDonalds), Horário: Das 10h às 18h.
Valor:85€ (inclui manual e amostras de produtos realizados no wks)
Informações e inscrições através dos seguintes contactos:
(é necessária confirmação por razões logísticas)
suntrialquimias@gmail.com (Florbela Graça)
Tel.: 214115529/916786462/
Email: geral@beholistic.pt
www.beholistic.pt
Os participantes têm direito a um manual e a amostras dos produtos elaborados durante o workshop. Em relação a material que precisem levar será: caneta/lapis e um caderno para algum apontamento, e um saco para levar os sabões amostras (que irão acondicionados numas caixinhas), pode se quiser trazer um paninho da louça ou algo similar, para envolver as caixinhas, podem trazer.
quarta-feira, 4 de abril de 2012
Workshop/Oficina de Óleos de massagem e Pomadas medicinais
Como se prepara um óleo de massagem?
Como se faz um óleo macerado?
Como se preparam as plantas?
E que plantas e óleos essenciais se podem utilizar?
E qual o óleo vegetal base mais adequado?
E como se faz uma pomada? …
Quantas vezes tem feito estas perguntas?
Clarificar estas e outras questões será o intuito desde workshop.
Constituído por dois temas/módulos que se adaptam e entrecruzam, terá uma abordagem bastante pratica de modo a que possa enfim aventurar-se neste mundo fantástico dos óleos e plantas medicinais e aromáticas.
No próximo dia 28 de Abril em Algés, Rua Damião de Góis, nº 34 - 1º Esq. (perto da Estação dos Autocarros, ao lado do MacDonalds).
Informações e inscrições através dos seguintes contactos:
Tel.: 214115529/916786462/961871637
Email: geral@beholistic.pt
Alguns temas abordados
-Óleos vegetais
-Propriedades e utilização
-Validade e conservação
-Óleos essenciais
-Breve abordagem à aromaterapia
-Propriedades de alguns óleos essenciais
-Alguns óleos essenciais tóxicos
-Percentagem/proporção de óleos carregadores/ óleos essenciais
-Como fazer
-Óleo de massagem
-Barra de massagem
-Plantas aromáticas e medicinais
-Identificação através do nome científico vs nome popular
-Propriedades e usos de algumas plantas
-Maceração em óleo/azeite: frio e quente
-Preparação da planta
-Tipos de óleos/azeites
-Modo de preparação
-Preparação de tinturas
-Preparação de tinturas
-Preparação da planta
-Tipos de álcool e grau
-Modo de preparação
-Fazer pomadas e unguentos
-Fazer pomadas e unguentos
-Metodologia
-Validade e conservação
Informações e inscrições através dos seguintes contactos:
Tel.: 214115529/916786462/961871637
segunda-feira, 13 de fevereiro de 2012
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