A Coruja de Monte Suntria

Suntria é uma das denominações de Sintra...O Monte da Lua ...a coruja...sou eu!

segunda-feira, 13 de fevereiro de 2012

Uma casa de bruxo...

Meses

Trabalhos agricolas dos meses do ano
Janeiro, gear
Fevereiro, chover
Março, encanar
Abril, espigar
Maio, engradecer
Junho, ceifar
Julho, debulhar
Agosto, engravelar
Setembro, vindimar
Outubro, resolver
Novembro, semear
Dezembro, nascer
Nasceu um deus para nos salvar

Lengalenga...

O que está na varanda?

Uma fita de ganga.


O que está na panela?


Uma fita amarela.


O que está no poço?


Uma casca de tremoço.


O que está no telhado?


Um gato malhado.


O que está na chaminé?


Uma caixa de rapé.


O que está na rua?


Uma espada nua.


O que está atras da porta?


Uma vara torta.


O que está no ninho?


Um passarinho


deixa-o no morno


Dá-lhe pãozinho.

A criada lá de cima

A criada lá de cima
É feita de papelão,
Quando vai fazer a cama
Diz assim ao patrão:
Sete e sete são catorze,
Com mais sete vinte e um,
Tenho sete namorados
E não gosto de nenhum.

Três trava-linguas


 

Uma nafagafa tinha cinco nafagafinhos.

Quando a nafagafa nafagafava,

Nafagafavam os cinco nafagafinhos.

*****************

- O que é que há cá?

-É o eco que cá há.

-Há cá eco?

-Há cá eco há.

********************

Esta casa está ladrilhada.

Quem a desladrilhará?

O desladrilhador

Que a desladrilhar

Bom desladrilhador será

sexta-feira, 21 de outubro de 2011

O que tenho andado a fazer nos utimos dias...





http://artesdesuntria.blogspot.com/2011/10/tabalhos-dos-ultimos-dias-preparacao-de.html


tenho ando de volta das plantas e dos oleos...cortar, martelar, infundir, macerar, oleo daqui, azeite dali...
já tenho prontinhos oleo dde hipericão, oleo de bardana, azeite de alfazema e azeite de eucalipto...
Amanha e depois, mais azeite de eucalipto e mais umas coisinhas e plantinhas e ervinhas... e, quiçá se finalmente houver tempo e a disposição para isso surgir, uns sabõezinhos! Já tenho saudades de fazer um sabão cheiroso. Tenho ali uma cerveja à espera de ter um "encontro" com a soda, uns azeites macerados e uns oleos que precisam de ser utilizados...veremos.
Tenham um bom fim de semana!

domingo, 9 de outubro de 2011

Oficina de Óleos macerados com plantas medicinais: Unguentos e pomadas



Sábado, 5 de Novembro · 15:00 - 18:00

Em Sintra - Espaço Art of Living Concept



Mais uma vez a oficina terá uma componente teorica, pratica e sensorial.

Falaremos sobre:
-Alguns óleos e plantas mais utilizados, suas propriedades e usos;
-Como preparar as plantas;
... -Vários métodos de maceração: a frio e a quente;
-Como fazer um unguento e/ou uma pomada

Valor: 25,00€ por participante

(inclui um conjunto de apontamentos e uma pomada que elaboraremos)


Solicitamos a reserva da vaga com a possível brevidade porque temos número limitado de participantes por oficina. Os contactos de email são :

- artesdesuntria@gmail.com

- art.of.living1@gmail.com

- art.of.living.concept@gmail.com

ou os contactos:

926 104 659

96 9535539

93 4618490

Largo Ferreira de Castro, n.º 3 r/c

2710-551 | Sintra (Vila)
(Por cima da Fonte da Pipa)

Para quem não quiser ou não puder vir de automóvel, existe uma carreira urbana (433) da scotturb, que sai da Estação da Portela e tem uma paragem mesmo em frente aos portões do Ar of Living. O valor do bilhete é de 1 €.
http://www.scotturb.com/inverno2011/433.htm

domingo, 2 de outubro de 2011

Oficina de óleos de massagem


Sábado, 8 de Outubro · 14:30 - 18:00

Em Sintra - Espaço Art of Living Concept
Largo Ferreira de Castro, n.º 3 r/c



Esta é a 3ª oficina de um total de cinco.

A oficina terá uma componente teorica, pratica e sensorial.


... Alguns dos temas abordados:

-Óleos vegetais: propriedades.

-Óleos essênciais: Breve abordagem à aromaterapia;

-Propriedades de alguns óleos essenciais;

-Alguns óleos essenciais tóxicos;

- Como fazer um óleo de massagem: percentagem/proporção de óleos carregadores/ óleos essenciais

Valor: 25,00€ por participante

(inclui um conjunto de apontamentos com tabelas e dicas e um oleo de massagem que vamos elaborar e que poderão personalizar).

Solicitamos a reserva da vaga com a possível brevidade porque temos número limitado de participantes por oficina. Os contactos de email são :

- artesdesuntria@gmail.com

- art.of.living1@gmail.com

- art.of.living.concept@gmail.com

ou os contactos:

926 104 659

96 9535539

93 4618490

Largo Ferreira de Castro, n.º 3 r/c

2710-551 | Sintra (Vila)
(Por cima da Fonte da Pipa)

Para quem não quiser ou não puder vir de automóvel, existe uma carreira urbana (433) da scotturb, que sai da Estação da Portela e tem uma paragem mesmo em frente aos portões do Ar of Living. O valor do bilhete é de 1 €.
http://www.scotturb.com/inverno2011/433.htm

sexta-feira, 9 de setembro de 2011

Oficinas de Sabão e Cosmética Natural , Caseira e Artesanal, no Espaço Art of Living Concept em Sintra

Foi dificil decidir quais os topicos a desenvolcer nestas oficinas que tão simpaticamente me propuseram a realizar...tanta coisa boa para aprender e principalmente, para aprender partilhando!
Dizem que vêm aí grandes mudanças, novos ciclos...pois seja. Que se iniciem novas ideias, novas vidas, novos ciclos e novos caminhos!

Estes são um conjunto de oficinas de produtos elaborados artesanalmente, como sabão, pomadas, óleos, cremes e manteigas corporais, em 3 horas bem dispostas e descontraídas, pelo valor de 25,00€ por inscrito, com materiais incluidos para a componente prática dos cursos.

Datas e conteudos das oficinas:
Dia 17 de Setembro das 15:00 às 18:00

1-Sabão natural: Lavagens e limpezas. (processo a frio)
  • Enquanto elaboramos um sabão para lavagens e limpezas domesticas, abordaremos questões e conceitos como :
    -O que é o sabão e como limpa;
    -Como as nossas “avós” faziam o sabão para a barrela;
    -Medidas de segurança;
    -Ingredientes: gorduras e soda cáustica;
    -Saponificação;
    -Moldes
    -Período de cura;
    -Alguns usos para o sabão natural lavagens.

    1 de Outubro das 15:00 às 18:00
  • 2-Sabão natural: Banho e corpo. (processo a frio)
    -Breve história do sabão;
    -Medidas de segurança;
    -Ingredientes: gorduras, soda cáustica, aditivos e conservantes;
    -Tabela de saponificação: como usar;
    -Sobre-engorduramento ou desconto na soda
    -Saponificação, moldes e processo de cura.
    Faremos um sabão natural básico ao qual poderá adicionar os aditivos que preferir (argilas, óleos essenciais, aveia, etc)

    8 de Outubro das 15:00 às 18:00
  • 3-Óleos de massagem:
    Falaremos sobre:
    -Óleos vegetais: propriedades.
    -Óleos essências: Breve abordagem à aromaterapia;
    -Propriedades de alguns óleos essenciais;
    -Alguns óleos essenciais tóxicos;
    - Como fazer um óleo de massagem: percentagem/proporção de óleos carregadores/ óleos essenciais

    5 de Novembro das 15:00 às 18:00
  • 4-Óleos macerados com plantas medicinais: Unguentos e pomadas
    Falaremos sobre:
    -Alguns óleos e plantas mais utilizados, suas propriedades e usos;
    -Como preparar as plantas;
    -Vários métodos de maceração: a frio e a quente;
    -Como fazer um unguento e/ou uma pomada

    19 de Novembro das 15:00 às 18:00
  • 5-Cremes e manteigas corporais:
    Enquanto observamos vários óleos e manteigas vegetais, abordaremos
    -As suas propriedades e benefícios para a pele
    -Aditivos e conservantes;
    - Aprenderemos a fazer um creme hidratante para corpo.

Solicitamos a reserva da vaga com a possível brevidade porque temos número limitado de participantes por oficina.
Os contactos de email são :
artesdesuntria@gmail.com
- art.of.living1@gmail.com
- art.of.living.concept@gmail.com
ou os contactos:
926 104 659
96 9535539
93 4618490
Largo Ferreira de Castro, n.º 3 r/c
2710-551 | S. Martinho de Sintra
T. 219 248 969

quinta-feira, 1 de setembro de 2011

Oficina de Sabão Natural com Florbela Graça

Sábado, 17 de Setembro · 15:00 - 18:00

em Sintra - Espaço Art of Living Concept
O início de um ciclo de oficinas de produtos elaborados artesanalmente, como sabão, pomadas, óleos, cremes e manteigas, em 3 horas bem dispostas e descontraídas, pelo valor de 25,00€ por inscrito, com materiais incluidos para a componente prática dos cursos.
1-Sabão natural: Lavagens e limpezas. (processo a frio)
Enquanto elaboramos um sabão para lavagens e limpezas domesticas, abordaremos questões e conceitos como :
-O que é o sabão e como limpa;
-Como as nossas “avós” faziam o sabão para a barrela;
-Medidas de segurança;
-Ingredientes: gorduras e soda cáustica;
-Saponificação;
-Moldes
-Período de cura;
-Alguns usos para o sabão natural lavagens.

Solicitamos a reserva da vaga com a possível brevidade porque temos número limitado de participantes por oficina. Os contactos de email são :
- art.of.living1@gmail.com
- art.of.living.concept@gmail.com
ou os contactos:
926 104 659
96 9535539

sexta-feira, 12 de agosto de 2011

Ti Castelhanito e o grou

Sou nascida em Sintra, mas o meu sangue vem do Alentejo, mais precisamente do concelho de Serpa. E nesse sangue correm os sangues de mouros e espanhóis. Bem, pelo menos é o consta dos “anais da historia familiar”! Pois a verdade que há tempos idos, um espanhol ou melhor, um castelhano,  passou a fronteira e instalou-se por aquelas terras regadas pelas aguas do Guadiana, aquecidas pelo Sol, perfumadas com os aromas de flores, plantas e cheiro de terra. Terras onde os Deuses Antigos se entreteram a bordar o solo de várias cores e tons.

Paisagem alentejana

Da vida e história do ti "Castelhanito", pois que foi assim que ficou conhecido, não se sabe grande coisa, perdida que ficou no passar das gerações, entre alegrias e vidas difíceis. Há no entanto uma que resistiu, talvez por ter sido a ultima, e que se refere à sua morte.

Havia até há alguns anos uma ave majestosa que parava pelo Alentejo pelo Inverno (e que felizmente ainda por cá chegam alguns desses lindos seres), o grou. Ora, o grou é uma ave que ninguém come no Alentejo, era crença mui arraigada que quem comesse carne de grou viveria até aos 100 anos, mas que também, quiçá como castigo por desafiar a lei da vida e os designios de Deus, sofreria muito às portas da morte e a sua partida deste mundo seria demorada.
grous no Alentejo

Consta que o ti "Castelhanito", não sei se por vontade de viver ou por outra razão, teria consumido em alguma altura da sua vida a dita carne de grou. Já velho e com os 100 anos bem vividos, deitado no seu leito, sofrendo as agruras da morte, já tardando a entrega da sua alma ao abraço da dama negra e questionando-se os familiares pela causa de tal demora, alguém se lembrou de ter ouvido falar de tão estranha refeição.

Em qualquer aldeia existem sempre almas caridosas e preocupadas pela vida dos seus conterrâneos, geralmente algumas senhoras mui religiosas e virtuosas e que em gestos de pura bondade e desinteressadamente se oferecem para resolver a vidas de outros. Foi assim que quatro mulheres dessas, que para além disso eram conhecedoras de rezas e benzeduras, resolveram por sua iniciativa auxiliar o ti "Castelhanito",  a fazer a sua travessia, quais barqueiros de almas. Assim dirigiram-se a uma encruzilhada e colocando-se cada uma numa entrada dos caminhos, puseram-se a declamar em voz alta. Uma dizia de um lado: "ti "Castelhanito",  comeu carne de Grou, está passando ainda não passou", enquanto outro do outro lado respondia: "há-de passar", e assim sucessivamente, pois que se dizia que somente dizendo tal, o moribundo deixaria de sofrer e enfim descansaria nos braços da morte.

encruzilhada

Ora tais preparos chegaram aos ouvidos do filho que furioso por tal ousadia e deixando a beira do leito de morte do pai, abalou em busca das mulheres, correndo atrás delas brandindo um varapau. Valeram–lhes as pernas ligeiras e o medo das valentes porroadas que levariam e que as impulsionou a fugir por aqueles campos afora.

Não consta que o filho do Ti "Castelhanito",  tivesse conseguido alcançar alguma delas, se pela ligeireza delas, se por ter sido acalmado por terceiros. Ou que o ritual tivesse tido o efeito desejado, pois que abruptamente interrompido. O ti "Castelhanito",  terá finalmente morrido, diziam uns porque as rezas tinham realmente quebrado o encanto, outros porque Deus finalmente se condoera dele, apesar do sortilégio que cometera e finalmente permitira aos anjos carregarem a sua alma.

Grou no Alentejo a levantar voo


Florbela Graça
12/08/2011

quarta-feira, 10 de agosto de 2011

"Em Busca da Calêndula Perdida"


 Quero falar sobre uma coisa com q me deparei , ou apercebi, esta semana: Encontrar calêndula à venda parece praticamente impossível! Tenho comprado "calêndula" em ervanárias, seca, pequenas flores tipo malmequeres, embaladas, de empresas supostamente de confiança e com o rotulo a dizer calendula officinalis, estava descansadinha e confiante. Até que há uns meses encontrei, de uma das empresas q já tinha comprados anteriormente, a calêndula em pétalas, como se vê em blogs e sites estrangeiros. Dei-me conta que o que anteriormente comprava não era calêndula, embora estivesse identificada como tal. Examinando com atenção, os tais malmequeres são exactamente isso: malmequeres amarelos do campo, daqueles que cobrem os campos no inicio da Primavera! http://profs.ccems.pt/Palma/Flores%20Silvestres/Classificacao/Ordens/Dicotiledoneas/Asterales/Asteraceae/Amarelas/textos/Chrysanthemum%20myconis.htm

e que ainda por cima (se forem estes, são considerados alérgenos) http://www.wildflowers.co.il/english/allergenIndex.asp

em cima calendula officinalis; em baixo o malmequer vendido como calendula


Lembrei então de que numa das visitas a uma das ervanárias, em resposta a uma outra cliente a empregada disse que era “calendula dos prados”, e por isso ser diferente. Falei com a minha mae e ela disse-me que no Alentejo havia uma erva parecida com a calendula, mas mais pequena à qual chamavam de “erva-vaqueira”, mas que ninguém, nem as vacas do meu avô apreciava. Mas isto deu-me cá volta ao miolo e tinha porque tinha de ver afinal se aquela planta q vendiam como calendula seria afinal a tal erva vaqueira.

Armada de pc, teclado e Google, lá fui eu em “Busca da calêndula perdida”!

E o que “descobri” foi que existem varias espécies de calêndula, (no site plantamed http://www.plantamed.com.br/, estão referidas mais de 30!) e que a tal erva vaqueira é uma delas! O seu nome cientifico é calendula arvenses http://www.biorede.pt/images.asp?id=1079  e é de menor porte (até cerca de 30cm, enquanto a calendula officinalis ou calendula dos jardins pode atingir os 60cm), as propriedades são semelhantes embora a calendula officinalis, seja mais potente e tenha mais aplicações.

Em ingles são conhecidas como field marigold (calendula arvensis) e pot marigold (calendula officinalis), enquanto a marigold se refere aos tagetes (cravos tunicos ou cravo de defunto), mas isso é outra historia.

Mais uma vez isto mostra como é importante, conhecer os nomes científicos das plantas para as poder diferenciar de outras com as mesmas denominações populares e que muitas vezes não tem nada a ver umas com as outras.

Agora o que me parece inconcebível é que empresas supostamente credíveis e de confiança vendam por calendula officinalis outra planta!!

Agora não sei exactamente qual planta que estão a vender mas será calendula ?!?!?!




quarta-feira, 27 de julho de 2011

sabão azeite e coco (sem cera, mas com sal)

Perguntaram.-me se era possivel fazer sabão sem cera, porque era dificil encontrar. Sim é possivel..
O problema q existe é que para ficar uma barra dura, teria que se aumentar a percentagem do oleo de coco acima dos recomendaveis 20%, o que tornaria o sabão um bocado secante para a pele. Só com a percetagem recomendada, a barra de sabão é optima para apele,...mas um pouco branda.

Podemos experimentar colocar sal! Afinal o sal era o q as nossas avos colocavam no sabão que faziam, visto que as cinzas que usavam para misturar nas gorduras continh potassa e e por isso o sabão ficaria algo mole. para endurecer colocavam sal e para encorpar , nalgumas zonas , colocavam alguns punhados de farinha.

assim e se fizessemos assim:
 oleo de coco 100g
azeite 400g
sal 10g
soda caustica 66,7 g (SE de 8%)
agua destilada 171,5 g

será uma barra dura e um sabão com um bom condicionado para a pele

Como fazer? do mesmo moda que as outras, apenas de deve dissolver o sal na agua antes de juntar a soda caustica. A forma correcta será aquecer a agua e dissolver o sal. Deixar arrefecer e juntar a soda. Nunca juntar soda casutica a agua quente! Pode fazer uma reacção viloenta e "explodir"...

Tenho juntado sal a algumas receitas que "inventei" para aproveitar uns oleos que normalmente não uso para sabão e, parecem ter ficado bons...
:)

segunda-feira, 18 de julho de 2011

Xaropes de violetas

A amiga Luna voltou a postar no seu Herbarium de Airmid! Finalmente! é que isto de esperar ansiosamente pelas 6ª feiras para saber qual a nova planta é desgastante!  E ela esteve de ferias TOTAIS!!! Bom, mas agora voltou. E qual a plantinha, qual? Pois que é a violeta! Adoro violetas! Lembro-me de em miuda encontrar violetas pelo caminho para a escola. Bom, por acaso eram brancas!!..estranho, não?
Violetas : Viola odorata L.

Mas voltando: como eu estava com falta de inspiração e não conseguia decidir o que colocar aqui neste cantinho...lembrei-me, ao ler o post da Luna de colocar aqui a receita de xarope de violetas a que ela se refere. Bem pode não ser bem igual, mas é uma das possibilidades.

Xarope de violeta
50g de flores de violetas
500 ml agua
200 ml de mel

colocam-se as flores em maceração na agua por 12 horas. Filtra-se e acrescenta-se o mel e deixa-se ferver por 5 mn. toma-se 2 a 3 colheradas de 2 em 2 horas. Está indicado para afecções respiratorias, é expectorante, anti-inflamatorio e sudorifero. Está também indicado para crianças com gripe, acalma a tosse, fluidifica as secreções broquicas.no livro (o Viva melhor com as plantas medicinais) diz que a planta contém saponinas que são expectorantes e diuréticas; contém mucilagens que são antitussicas e laxantes. (favor não abusar, não é rebuçado!)

outro tipo de xarope para adoçar bebidas, paquecas, gelados ou fazer um belo refresco pode ser encontrado neste blog. a forma de fazer inical é semelhante mas a autora utiliza a mesma quantidade de flor e de agua quente (1 cup) para macerar por 12 horas. Depois espreme-as e junta-lhes o sumo de meio limão e 2 cups de açucar. Leva ao lume por 10 mn  e depois enfrasca e coloca no frigorifico. PArece que o limão alterou a cor e o açucar deverá ser branco para não alterar a cor azul (parece q com o limão fica purpura!) Quando à medida usada (cup) tenho o prazer de lhes apresentar um convertor (convertidor) de medidas!...

Tenho a certeza que encontrarão muitas mais receitas por esta internet afora...só tenham cuidado e não extingam as violetas!

Pronto! Agora que "apanhei boleia" da Luna e já escrevi, despeço até à proxima "escriturice"!

sexta-feira, 8 de julho de 2011

A martelar no harpago...

Harpago ou Garra-do-diabo: planta com flor e fruto e a raiz

planta de harpago, florida

raiz de harpago

fragmento de raiz e fruto(em forma de "garra")

Às voltas com o almofariz...ou neste caso com o martelo do "picadinho"  e da raiz de harpago! É dura! Coitadinha da minha "1,2,3"! Nem pensar! então ...paninho da louça (em brasileiro é pano de prato!), martelo de amaciar carne (comprado de proposito para este fim!) e ...pumba! Vai de bater! O meu gato preto, que não pode ouvir facas a afiar ou cutelos a bater, desceu do telhado e veio direitinho à cozinha a ver se lhe calhava algum bocadinho de carne...chega e  mia enquanto olha para a minha mãe e se lambe com uma lingua que chega quase à ponta dos bigodes! Ouço a minha mãe: "Não, não é aqui! Não sou eu!"
Um minuto depois está atrás de mim a miar e a lamber-se.
-Não Moody, não tenho nada para ti! Isto não é papa! (sim, eu às vezes digo "papa")
Tiro um bocadinho da planta e coloco à frente do focinho do gato: Vá, cheira lá a ver se gostas!
Beeemmmmmmm! Sabem aquele ditado que diz: " fugir como o diabo da cruz?" ...pois...acho q nunca nunca vi o gato fugir tãããooo depressa!
Foge que é a GARRRRAAA do diAAAboooo!!