A Coruja de Monte Suntria

Suntria é uma das denominações de Sintra...O Monte da Lua ...a coruja...sou eu!
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segunda-feira, 29 de julho de 2013

Para suor excessivo nos pés e mau cheiro:

Louro,cravo e camomila
Para suor excessivo nos pés e mau cheiro:
3 folhas de louro, 3 cravos, 1 col de sopa de 

camomila e outra de chá preto. Misture tudo 
em 1 litro de água fervente e faça escalda pés 
à noite por 15 minutos. Secar bem os pés após 
o escalda.

Pomadas à moda antiga

Pomadas

50 gramas de banha
5 gs de cera
1 punhado de erva ( a escolher conforme o fim a que destina)
20 ml de azeite.

Frite na banha as ervas sem queimar. Coar e acrescentar 

o óleo ou 2 col de sopa de banha e 1 col de sopa de azeite. 
Deixe esfriar.

terça-feira, 5 de março de 2013

Mezinhas e medicinas antigas ... In…Thesouro apollineo, galenico, chimico, chirurgico, pharmaceutico ou compendio de remedios para ricos, & pobres...

Outro dia "dei" com este livro no google books #Thesouro apollineo, galenico, chimico, chirurgico, pharmaceutico ou compendio de remedios para ricos, & pobres" de 1714

Entre "formulas de receitas preciosas para os Magnates, & de menos preço para os Plebéos
Para parar a hemorragia" encontramos "remedios para os achaques internos" na 1ª parte, enquanto na 2ª parte para os externos.

Eis meia duzia deles, sendo que para a maior parte dos achaques fossem internos ou externos  a primeira acção era...uma purga!


“Recipe, hum sapo vivo, que o doente tenha na maõ ou debayxo do braço tè que esteja bem quante, faz parar o sangue, he remedio de Riverio.”

 Para dormir:

“ O bofe de carneiro quente, & aplicado na testa, sossega a desordem dos espíritos”

Para as apoplexias e paralesias:

“Recipe, óleos de minhocas, de bagas de louro, & petróleo, de cada meya onça. Castoreo em pó huma onça, espírito de vinho alcoforado oytavas duas, misture-se”


 Para outros fins (anti-veneno, antiescorbúticos…)

“Oleo de manteiga para abrandar as dores.
Recipe, manteiga crua quatro onças, agua-ardente refinada cinco onças, postas em tigla vidrada se lhe accenda lume com papel aceso, mexendo com colher de prata de quando em quando, ate que se apague; ficarà o oleo no fundo.

 “Unguento para gotta sciatica.

Recipe, azeite & vinho, de cada huma libra, hyssopo, tomilho, manjerona, de cada hum huma maõ cheya, bem machucadas se cozaõ a fogo lento até se gastar o vinho; coe-se com quatro onças de cera se faça unguento; primeyro que se applique ,se hade roçar ou esfregar a parte muito bem.”

 “Linimento para dores de gotta, & juntas.

Recipe, unto velho, oleo de minhocas, nata recente, ou manteiga crua, çumo de enfayaõ ou tanchagem misturados”

In…Thesouro apollineo, galenico, chimico, chirurgico, pharmaceutico ou ...


Por Jean Vigier,Officina Real Deslandesiana (Lisboa) (Google books)

sexta-feira, 4 de janeiro de 2013

Cera de alfazema para móveis




 

50 g de cera de abelhas


250 ml de aguarrás


1/2 colher de chá de óleo essencial de alfazema


Ponha a cera de abelhas numa tigela em banho-maria. Quando a cera ficar derretida, retire do lume e incorpore a aguarrás e o óleo essencial, mexa até a mistura ficar homogénea. depois é só deixar arrefecer e aplicar nos móveis com um pano macio.

Atenção!: não deixar a temperatura aumentar muito, a cera pode incendiar, asssim como a aguarrás! Cuidado com queimaduras!

quarta-feira, 26 de dezembro de 2012

Óleo de oregão



Para massajar dores reumaticas e dores de cabeça
(GRÁVIDAS NÃO! ESTIMULANTE UTERINO!)
100g de sumidades  floridas, misturar em 500 ml de azeite morno e deixar repusar 30 mn.
Massajar as partes dorids, incluindo a testa e as temporas.
 Querendo pode fazer utilizando este metodo aqui
ou ainda este aqui

Xarope de dentição


Misturam-se 3 g de açafrão, 30g de tamarinos e faz-e uma infusão concentrada.
 Depois, juntam-se 200g de mel e 100g de agua.
Serve para friccionar as gengivas dos bébes para aliviar os incomodos da dentição.

Xarope de seiva de pinheiro (garganta inflamada)



Em 0,5 l de agua a ferver, junte 4 rebentos de pinheiro, deixe ferver por 15 mn.
Coe e coloque 2 colheres de sopade açucar mascavado; volte a colocar ao lume e deixe engrossar.
Guarde no frigorifico.
Tomar 1 colher 3 vezes por dia.

quinta-feira, 20 de dezembro de 2012

xarope de camomila (para a ansiedade)





1 c. café folhas e flores secas de camomila
1/2 chavena de cha de agua
1/3 de chavena de chá de sumo de laranja
3 c. sopa de sumo de limão
2 c de chá de mel

Numa panela ferva a camomila com a agua. Espere amornar , coe e misture o sumo de laranja, o sumo d elimão e o mel, mexendo até ficar homogeneo. Guarde num boião com tampa e tome 1 c. sopa cada 8 horas.

terça-feira, 23 de outubro de 2012

Xarope - receita basica


Xarope

300 ml de chá bem forte de erva e 150 gs de açúcar. Ferver até dar o ponto. Ainda quente, mas não fervendo, coloque 3 colheres de mel e quarde em vidros super limpos. Conserve em geladeira.

 

quarta-feira, 10 de outubro de 2012

Xarope de avenca




Para tosse


100g de planta para cada litro de agua, deixe ferver até reduzir a terço.
Filtre e acrescente 250 g de mel

segunda-feira, 30 de julho de 2012

AS BOLOTAS

AS BOLOTAS



Algumas receitas com bolotas

um dos principais alimento dos povos ancestrais lusitanos e que apesar de ser um fruto que caiu em desuso com o passar dos séculos ainda é consumido em algumas regiões rurais portuguesas.

“O fruto da sobreira chama-se lande (popularmente landre, alandia) e daí se formou Landal, Landeiro, Landeira: as landes servem de alimentação aos porcos nos montados alentejanos; só em certos casos as comem as pessoas.
O fruto da azinheira, que é doce ou amargo, chama-se bolota ou boléta (Alentejo), e, se serve igualmente para os porcos, entra também, quando é doce, na alimentação da gente (comem boléta no Alentejo, do mesmo modo que nos terrenos de castanha os respectivos povos comem estas).
O fruto (do carvalho) destinado a engorda de porcos, chama-se (analogamente ao do sobreiro e da azinheira) lande ou landre, bolota ou boleta, conforme as localidades, (apresenta-se) inserido numa cúpula.”José Leite de Vasconcelos: Etnografia portuguesa.

 Actualmente as bolotas e desde há algumas décadas não são um produto que tenha um mercado que justifique a sua produção para usos culinários e são utilizadas na sua maioria para alimentar porcos e outros animais. Todavia a bolota já foi um dos alimentos principais na dieta de alguns povos como os Lusitanos. Os Lusitanos para contornarem a escassez de cereais no Inverno, Colhiam as bolotas no Outono, transformavam-nas em farinha para produzir pão. Esta farinha uma vez seca, pode ser conservada durante todo o Inverno.

“Na quarta parte do ano não se mantêm senão de bolotas, que secas e trituradas, se moem para fazer pão, o qual pode guardar-se por muito tempo” Estrabão

A bolota apesar de conter taninos o que lhe confere um gosto um pouco amargo, é um fruto que continua a ser consumido e apreciado por algumas pessoas da região do Alentejo, em especial do Baixo-Alentejo. Infelizmente o uso tradicional culinário da bolota tem-se vindo a perder com o passar dos anos e é quase impossível conseguir bolotas nos grandes centros urbanos mas, aqui ficam algumas receitas que não caíram no esquecimento e continuam a ser confeccionadas pelas gentes do sul de Portugal. Para quem nunca teve a oportunidade de consumir bolotas aconselhamos vivamente que o façam pois para além de serem uma parte importante da nossa cultura gastronómica é um alimento saboroso e óptimo com vários nutrientes, vitaminas e proteínas.

Bolotas Assadas
As Bolotas podem ser comidas cruas, mas é comum serem assadas nas brasas das lareiras. As bolotas doces podem ser consumidas cruas e assadas sem qualquer problema, contudo nas bolotas amargas devem-se neutralizar ou eliminar os taninos.
O consumo de bolotas assadas ou cozidas é ainda bastante comum nas populações rurais de Portugal.

Receita do Pão/Bolo de bolota
A Farinha:
Apanhar bolotas doces.Tirar a casca e pôr de molho vários dias, mudando de água frequentemente.Cozer longamente em água. Os taninos irão tingir a água de vermelho. Recomeçar até que água saia clara. Este passo é fundamental para que os pães não fiquem amargos nem indigestos.Moer então as bolotas numa mó manual, à romana, (ou qualquer outro método mais moderno), até obter uma farinha.

O Pão:
Para fazer os bolos, seguir uma receita comum do pão (farinha de bolota, água, sal, fermento). Pode torná-la mais atractiva, tal como o fariam os lusitanos, incorporando mel, frutos secos ou um pouco de azeite, já à moda Romana.
(Fonte: Fórum Gastronomia)
*Pode-se adicionar farinha de milho ou de trigo para tornar o pão mais saboroso.

Sopa de Bolotas


Prepare uma sopa comum de feijão e batata mas substitua a batata por bolotas. As sopas em Portugal em tempos tiveram todas na sua base castanha e bolotas, mas depois dos descobrimentos e da introdução da batata em Portugal, esta substituiu as tradicionais castanhas e bolotas.

Queijinhos de bolota
 
Esta receita pertence ao livro de Soror Maria Leocádia Tavares de Sousa que professou no Convento da Conceição de Beja.
Ponha 500 g de açúcar em ponto de cabelo e deite 500 g de bolota, pelada e ralada. Junte uma clara de ovo e um pouco de canela. Retire do lume depois de ferver e deixe arrefecer. Com esta massa fina, molde com as mãos uns queijinhos, metendo no meio recheio de ovos-moles.
(Fonte: Sociedade agrícola do Freixo do Meio)

Doce de Bolotas

Cozem-se as bolotas e após estarem bem cozidas, retira-se a casca e a pele. Moem-se as bolotas e pesam-se. Levam-se as bolotas novamente ao lume com um pouco de água e com açúcar equivalente ao peso das bolotas. Deixa-se ferver alguns minutos até secar.Serve-se em taças com alguns frutos secos, ou utiliza-se como compota para recheio de bolos, barrar em pão…

Azevias


Pensa-se que as azevias eram também elas originalmente recheadas com um doce de bolotas pisadas com mel ao qual era adicionado grão, chila ou feijão.
http://tradicoesvivas.blogspot.com/2008/09/as-bolotas.html

quarta-feira, 25 de julho de 2012

Bolo de boleta ou bolota

Bolo de Belota


Massa de pão (com farinha de bolota),
1 kg de farinha,
8 ovos,
500 g de açúcar
e canela.

Junte a massa do pão com a farinha. De seguida, acrescentam-se os ovos, o açúcar e a canela. Amassa-se tudo muito bem com as mãos. Barre uma forma com banha e farinha, deite o preparado e leve ao forno.
http://www.tudoben.com/gastronomia/receitas/bolo_belota.asp

Bolo de Bolota
1 kg de bolotas, peladas e trituradas
750 g de açúcar (se a bolota for doce) ou 1 kg (se for amarga)
125 g de chocolate em pó
2 gemas de ovos
Amassam-se muito bem todos os ingredientes. Tendem-se bolinhos pequenos, a que podem dar-se diferentes formatos. Por fim, envolvem-se em açúcar e colocam-se em forminhas de papel frisado.
3ºano, turma A
(receita confeccionada na comemoração do Dia de S. Martinho)

Pão de castanhas

Pão de castanhas


300gr de farinha de castanhas
2 c. sopa de azeite
sal
50gr de passas de uva
30gr de pinhões
1 raminho de alecrim

Deite numa tigela a farinha de castanhas, adicione 1 colher de sopa de azeite e sal; bata com uma batedeira manual e adicione, pouco a pouco, 1/2 litro de água, aproximadamente, até ficar uma massa bem líquida.
Lave as passas, pique-as e adicione-as à mistura. Unte uma forma baixa e larga com um pouco de azeite, deite a mistura com uma espessura aproximada de 2 cm, cubra com os pinhões e as folhas de alecrim, borrife com um pouco de azeite e leve a forma ao forno durante 1 hora, à temperatura de 200ºC; formar-se-ão pequenas gretas na superfície e uma crosta estaladiça. Sirva morno ou frio se preferir.
http://www.quiosquedasideias.com/index.php?topic=4490.0

segunda-feira, 18 de julho de 2011

Xaropes de violetas

A amiga Luna voltou a postar no seu Herbarium de Airmid! Finalmente! é que isto de esperar ansiosamente pelas 6ª feiras para saber qual a nova planta é desgastante!  E ela esteve de ferias TOTAIS!!! Bom, mas agora voltou. E qual a plantinha, qual? Pois que é a violeta! Adoro violetas! Lembro-me de em miuda encontrar violetas pelo caminho para a escola. Bom, por acaso eram brancas!!..estranho, não?
Violetas : Viola odorata L.

Mas voltando: como eu estava com falta de inspiração e não conseguia decidir o que colocar aqui neste cantinho...lembrei-me, ao ler o post da Luna de colocar aqui a receita de xarope de violetas a que ela se refere. Bem pode não ser bem igual, mas é uma das possibilidades.

Xarope de violeta
50g de flores de violetas
500 ml agua
200 ml de mel

colocam-se as flores em maceração na agua por 12 horas. Filtra-se e acrescenta-se o mel e deixa-se ferver por 5 mn. toma-se 2 a 3 colheradas de 2 em 2 horas. Está indicado para afecções respiratorias, é expectorante, anti-inflamatorio e sudorifero. Está também indicado para crianças com gripe, acalma a tosse, fluidifica as secreções broquicas.no livro (o Viva melhor com as plantas medicinais) diz que a planta contém saponinas que são expectorantes e diuréticas; contém mucilagens que são antitussicas e laxantes. (favor não abusar, não é rebuçado!)

outro tipo de xarope para adoçar bebidas, paquecas, gelados ou fazer um belo refresco pode ser encontrado neste blog. a forma de fazer inical é semelhante mas a autora utiliza a mesma quantidade de flor e de agua quente (1 cup) para macerar por 12 horas. Depois espreme-as e junta-lhes o sumo de meio limão e 2 cups de açucar. Leva ao lume por 10 mn  e depois enfrasca e coloca no frigorifico. PArece que o limão alterou a cor e o açucar deverá ser branco para não alterar a cor azul (parece q com o limão fica purpura!) Quando à medida usada (cup) tenho o prazer de lhes apresentar um convertor (convertidor) de medidas!...

Tenho a certeza que encontrarão muitas mais receitas por esta internet afora...só tenham cuidado e não extingam as violetas!

Pronto! Agora que "apanhei boleia" da Luna e já escrevi, despeço até à proxima "escriturice"!

terça-feira, 22 de março de 2011

Entrudo de Lazarim


Entrudo de Lazarim

(Lazarim, concelho de Lamego)



Em Lazarim a tradição do Carnaval ainda é o que era. Sinónimo de folguedo, máscaras e soltura, o Carnaval celebra-se entre comadres e compadres que envergam máscaras típicas feitas artesanalmente em madeira de amieiro por quatro homens da aldeia. As máscaras são sempre diferentes de ano para ano e cabe aos seus portadores idealizarem as vestimentas que as acompanham. O Entrudo é precedido pela Semana dos Compadres e das Comadres, as duas associações que tentam reunir fundos para os festejos e que vão preparando, em completo segredo, as quadras destrutivas do testamento que será lido na Terça-feira Gorda. No Domingo Gordo à tarde começa a grande folia. Os caretos vão chegando, cada um com o seu disfarce. Tocam as bandas, reúnem-se os carros alegóricos, dançam os ranchos folclóricos, desfilam os gigantones. Na Terça-feira Gorda as ruas de Lazarim enchem-se de gente para ver passar o desfile das máscaras e participar na folia. Ao início da tarde os mascarados começam a aparecer em pequenos grupos misturando-se com a multidão.



Depois do desfile os compadres e as comadres: uns de papel colorido, recheados de pólvora e foguetes que são imolados pelo fogo no final da festa e outros de carne e osso que, ao lerem o testamento, se "defrontam" numa luta verbal de rimas onde não falta a malandrice e as tiradas picantes. As pessoas aglomeram-se debaixo de uma varanda para ouvir a leitura do testamento. A rapariga lê o testamento do Compadre e o rapaz o da Comadre. A rivalidade entre sexos serve como principal pano de fundo à libertinagem linguística. Terminado o "ajuste de contas" e imolados os bonecos, prossegue o cortejo até ao local onde o fogueteiro dá por encerrado o Entrudo. Ao entardecer realiza-se o concurso de máscaras e atribuem-se os prémios aos artesãos mais talentosos. Depois é altura de saborear o tradicional o caldo de farinha, a feijoada e o vinho. Há quem pense que o Carnaval tenha origens romanas, tendo adquirido diversas variantes ao longo dos séculos.



http://casadopovodelazarim.webnode.com.pt/lazarim/entrudo-de-lazarim/tradi%c3%a7%c3%a3o/


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quinta-feira, 10 de março de 2011

Água da rainha da Hungria


Água da rainha da Hungria
Encontram-se pela net várias receitas desta água aromatica que dizia-se ter qualidades medicinais. Parece que a Rainha da Hungria sofria de gota e ou reumatismo e sentiria alivio quando usava a agua aromatica.
Esta receita é de um recorte de uma revista com alguns aninhos.
Receita:.
Num frasco de boca larga, contendo um litro de álcool a 60º, deixe macerar durante 15 dias:
30g de folhas de alecrim
10g de folhas de salvia
10g de folhas de tomilho
10g de folhas de hortelã-pimenta
10g de erva-cidreira
10g de flores de alfazema,
1 vagem de baunilha cortada no sentido do comprimento,
1 pau de canela partido
uma casca de limão.
Mexa diariamente esta mistura e filtre-a findo o tempo de maceração. Conserve num frasco hermético.

Diz a receita que se utiliza em casos de reumatismo, torcicolos e depois de uma queda ou de uma pancada.

segunda-feira, 5 de julho de 2010

Falachas de farinha de Castanha Pilada.

Falachas de farinha de Castanha Pilada.
Ingredientes:
3 Kg de farinha de castanha pilada
1 litro de água
Sal a gosto
Preparação:
As castanhas deverão secar por cima de uma lareira para que fiquem piladas, depois descascam-se e moem-se num moinho para se obter a farinha.
Deita-se esta numa caçarola e amassa-se com as mãos e um pouco de água juntamente com o sal. Depois espalma-se no joelho pedaços de massa até que se obtenha finas camadas, que são colocadas num tabuleiro em cima de folhas de castanheira e levadas ao forno com a porta aberta.
Casa de Ferreira - Turismo Rural | tlm.: 912 115 418 | www.casadeferreira.com