A Coruja de Monte Suntria

Suntria é uma das denominações de Sintra...O Monte da Lua ...a coruja...sou eu!
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segunda-feira, 29 de julho de 2013

Cera para couro

Produto para conservação de couro

1Kg de cera
750ml de essência de terebintina
250ml de óleo de linhaça
Dissolver a cera na essência de terebintina. Juntar o óleo de

 linhaça, mexer muito bem antes de cada aplicação para qu
 a mistura fique homogénea  O óleo de linhaça pode ser substituído
 por 150 a 200g de vaselina. Essa "graxa" conserva muito bem
 todos os artigos de couro: sapatos, sacos, correias, arreios, 
botas de montar etc.

sexta-feira, 4 de janeiro de 2013

Cera de alfazema para móveis




 

50 g de cera de abelhas


250 ml de aguarrás


1/2 colher de chá de óleo essencial de alfazema


Ponha a cera de abelhas numa tigela em banho-maria. Quando a cera ficar derretida, retire do lume e incorpore a aguarrás e o óleo essencial, mexa até a mistura ficar homogénea. depois é só deixar arrefecer e aplicar nos móveis com um pano macio.

Atenção!: não deixar a temperatura aumentar muito, a cera pode incendiar, asssim como a aguarrás! Cuidado com queimaduras!

Fórmula Têmpera

Fórmula Têmpera - Colaborador:Artista plástico Hélio Nunes - Belo Horizonte/MG
Características gerais

A têmpera tradicional é uma mistura da gema de ovo com pigmento, formando uma tinta solúvel em água, mas relativamente resistente a sobrepinturas. A gema contém albumina e lecitina, respectivamente, um óleo não-secativo e um emulsificador.

Depois de seca, suas cores mantêm-se muito próximas às do pigmento, não havendo muita interferência do medium, exceto pelo brilho característico quando a tinta é aplicada em diversas camadas. Além disso, as pinturas não se tornam amareladas com o tempo e não sofrem rachaduras tardias: se a pintura não rachou logo depois de seca, não rachará mais.

O pigmento deve ser seco e em pó fino. O "pó xadrez", apesar de sua pobreza tonal, é um bom ponto de partida para experiências.

O suporte deve ser rígido e pode ser papel (Montval, por exemplo), madeira (cedro) ou tela montada sobre suporte de madeira (folhas de compensado com mais de 1cm). O suporte é preparado tradicionalmente com gesso e cola de coelho em três camadas (encolagem, gesso grosso e gesso fino). A tinta látex (branca para interiores) tem sido largamente usada como substituto.

Uma das características mais interessantes da têmpera é o registro das pinceladas. A direção e o formato do pincel ficam bem aparentes e podem ser utilizados, inclusive, como recurso tonal. O pincel recomendado para têmpera é o de pêlo macio (orelha de boi, por exemplo) e as pinceladas devem ser suficientemente delicadas para não retirar mecanicamente a camada inferior.
Têmpera ovo (magra) Colaborador:Artista plástico Hélio Nunes - Belo Horizonte/MG

Ingredientes
1 parte gema de ovo
1 parte de água
1 a 3 gotas de óleo de cravo

Preparação
Separe a gema e retire a pele, adicione água em igual quantidade, as gotas de óleo de cravo e triture o pigmento.

O óleo de cravo servirá para evitar o crescimento de bolor; e, segundo Mayer, deve ser adicionado "apenas o suficiente para permitir que seu odor seja perceptível". O óleo serve também para evitar enjôo com o cheiro de ovo que fica fortíssimo se a pele não for retirada.

O pigmento deve ser misturado gradativamente até o ponto de emulsão. Convém fazer testes até obter a proporção mais adequada: uma superfície suficientemente colorida sem acúmulo, grumos ou pó solto. A tinta resultante terá relativa opacidade (menor que guache; maior que aquarela) e pode ser diluída à vontade.
Fonte de informação
"Manual do Artista", de Ralph Mayer, editado pela Martins Fontes
Têmpera ovo e óleo Colaborador: Artista plástico Hélio Nunes - Belo Horizonte/MG

Ingredientes
1 parte gema de ovo
1 parte de água
1 parte de óleo

Preparação
Idêntica à têmpera tradicional, com adição de óleo de linhaça. Cuidar para que a mistura transforme-se em emulsão, sem separação visível entre óleo e água.

O óleo aumenta o tempo de secagem da tinta e confere à pintura seca uma textura aveludada e opaca. Apesar da adição de óleo, a tinta mantém-se solúvel em água. Não use seus pincéis de aquarela pois o óleo vai se acumular neles.

Fonte de informação
"Manual do Artista", de Ralph Mayer, editado pela Martins Fontes

Têmpera ovo e verniz Colaborador:Artista plástico Hélio Nunes - Belo Horizonte/MG

Ingredientes
1 parte de gema de ovo
1 parte de óleo de banana

Preparação
Idêntica à têmpera tradicional, sem adição inicial de água, com adição de óleo de banana.

O odor e a textura lembram muito o esmalte de unha (não usar para este fim pois o pigmento pode ser extremamente tóxico!) e o resultado final é agradavelmente brilhante. A tinta mantém-se solúvel em água.

O óleo de banana pode ser utilizado, puro, como camada final para proporcionar maior resistência e brilho.

Fonte de informação
"Manual do Artista", de Ralph Mayer, editado pela Martins Fontes
Têmpera a base de clara Colaborador:Artista plástico Hélio Nunes - Belo Horizonte/MG

Ingredientes
1 clara de ovo

Preparação
Bater a clara em neve, separar em um recipiente fechado e aguardar a completa decantação (coloque na geladeira). Misturar pouco pigmento ao soro resultante.

A clara é uma solução coloidal de albumina praticamente pura. Foi muito utilizada como cola. Sua utilização como medium, entretanto, é bem restrita. Demonstra-se uma técnica relativamente interessante para pintura em papel, já que tem a transparência da aquarela com um certo toque aveludado
Fonte de informação
"Manual do Artista", de Ralph Mayer, editado pela Martins Fontes
Materiais básicos para pintura a óleo Colaborador:Artista plástico Hélio Nunes - Belo Horizonte/MG
A tinta à óleo em tubos vem com uma consistência que varia de cor para cor e de fabricante para fabricante. Ela pode ser utilizada diretamente, sem aditivos; mas há recursos para tornar a tintamais fluida ou mais transparente. Eis os aditivos:

* Terebentina: é um solvente; a tinta torna-se mais transparente; seca mais rápido; em excesso, causa rachaduras ("craquelês").

* Óleo de linhaça: é um medium (aglutinante + adesivo); a tinta torna-se mais fluida sem, entretanto, perder muita opacidade; seca mais lentamente; em excesso pode impedir a secagem da tinta em um tempo razoável.

* Secante de cobalto: é um produto reativo; a tinta seca mais rápido; em qualquer quantidade altera as propriedades da tinta, gerando escurecimento; em excesso causa craquelês e, emcasosde múltiplas camadas, descolamento
(NÃO use para se iniciar).

* Cera de abelha misturada à terebentina: é um medium afim (conhecido como encáustica fria -- um termo contraditório :) ) e serve para espessar a tinta e torná-la mais transparente ao mesmo tempo (NÃO aconselho para o iniciante).

* Milhares de outros aditivos: Mayer, Ralph. "Manual do artista". Martins
Fontes.

Aconselho uma mistura de 2 partes de óleo de linhaça para 1 de terebentina como o único aditivo para o iniciante.

Outros materiais:

* Paleta: deve ser branca, não absorvente e no formato que melhor se adaptar ao seu antebraço (você encaixa o dedão no furo e apóia a paleta no antebraço; justamente o contrário do que se vê nos filmes).

-- Uma forma interessante de organizar as tintas nas paletas é separar filas de frios, escuros e terrosos; deixando, claro, lugar para misturar as cores.

-- Limpe a paleta todos os dias usando estopa e aguarás (se a terebentina for mais barata, use-a).

-- Se sobrar tinta E se você vai pintar no dia SEGUINTE, deixe-a (mas limpe ao redor). Nunca deixe uma tinta na paleta por mais de 24 horas (vai por mim).

* Espátulas: há espátulas para limpeza de paleta e espátulas para pintar. A primeira parece uma faca, a outra uma colher de pedreiro; mas há diversos formatos.
Hélio Nunes
 http://www.arteducacao.pro.br

A química nas tintas de Volpi

A química nas tintas de Volpi
Quando estudamos um artista como Alfredo Volpi, algumas de suas mais importantes características logo se destacam. Volpi foi um artesão desde o início de sua atividade profissional. Mesmo adolescente, gostava de misturar cores e descobrir novas tonalidades e texturas. Depois, ao trabalhar como pintor de parede, fazia questão de sentir o cheiro da tinta, e até mesmo sujar as mãos só para sentir seu contato com a pele. Costumava carregar os baldes de tinta, envolvendo-se na atividade com prazer e dedicação.

Quando se tornou artista plástico, o fato de trabalhar com tintas foi se transformando cada vez mais em uma atividade natural e envolvente. Alfredo Volpi fazia questão de produzir suas tintas, nas cores que lhe fossem agradáveis. Extremamente dedicado e meticuloso, preparava com cuidado suas misturas. Dessa forma, o ato de pintar para Volpi iniciava-se na construção das telas de linho, na química das tintas, e seguia até a composição final da obra. Cada uma de suas telas possui, além de seu pincel, a sensibilidade de suas mãos na escolha da cor e da textura para a obra.

Tal como um alquimista das cores, Volpi usava a técnica da têmpera-ovo. As tintas eram diluídas em uma emulsão de verniz e ovo, onde eram colocados pigmentos decantados (terra, ferro, óxidos, ocre - argila colorida por óxido de ferro) e ressecados ao sol pelo próprio Volpi.

Certa vez, ele declarou: "Só pinto à luz do sol. (...) Não uso pigmentos industriais, que criam mofo, e que com o tempo as cores do quadro perdem a vida".

Quando estava pronta, Volpi sempre testava cada tinta, experimentando e verificando a densidade e a durabilidade. Só depois que percebia que a cor obtida e desejada havia permanecido firme, sem alteração, ele a usava para pintar seus quadros. Caso isso não ocorresse, Volpi jogava a tinta fora e começava tudo de novo.
Você poderá ver fotos de Alfredo Volpi misturando suas tintas e o seu atelier nas páginas 30 e 31 do livro Alfredo Volpi, da Coleção Mestres das Artes no Brasil.
Tinta
A tinta é um líquido com pigmentos coloridos e aglutinantes solventes ou aditivos, capaz de se converter em uma membrana sólida e fina ao ser aplicada sobre superfícies como metal, madeira, pedra, papel, tecido, couro, plástico, entre outras. As tintas podem ser à base de água, óleo, betuminosas ou plásticas, e precisam de aglutinantes, que são substâncias que servem para ajudar na mistura e deixar a tinta colorida.
Aglutinante
O aglutinante funciona como uma cola, unindo as partículas dos pigmentos. Alguns exemplos são as resinas de árvores, a gema de ovo, o alho e até a cola plástica.

Nas tintas à base de água, o aglutinante é solúvel em água, como o amido e a gelatina.

As tintas prontas, como o guache, a aquarela e a cal, apresentam uma reação com o carbono do ar e se auto-aglutinam sem que nós percebamos visualmente. Nas tintas a óleo, o aglutinante é um óleo secativo, que pode ser de linhaça, de nozes, de papoula.

As tintas plásticas têm aglutinantes sintéticos e são mais duradouras e resistentes.

Pigmento
O pigmento é uma substância composta de partículas microscópicas coloridas que são misturadas à tinta de acordo com o gosto do artista. Ele não se mistura com o aglutinante e por isso tinge a tinta.

Os pigmentos podem ser brancos, pretos ou coloridos.

Alguns brancos: alvaiade, óxido de zinco, sulfeto de zinco.
Alguns coloridos: zarcão (vermelho), cromo (amarelo), ferro (azul).

O pigmento preto geralmente é o carbono elementar.

Pigmentos e corantes podem ser extraídos dos reinos mineral, vegetal ou animal. O pigmento tem uma ação mais superficial, colorindo a superfície da tela. Os corantes penetram nas fibras dos tecidos da tela. O pau-brasil e o urucum, utilizados por nossos indígenas, são corantes vegetais.

Como achar pigmentos
A terra é um pigmento mineral que pode nos oferecer vários tons de cores. Existe uma grande variedade de terra: mais fina, mais grossa, com diversas tonalidades. Ao utilizar terra em uma atividade, deve-se observar se ela está soltando muita poeira. Para verificar isso pode-se envolvê-la com um pano para, em seguida, bater nele com um sapato ou martelo. Pode-se também peneirar a terra, deixando-a sem grãos nem sujeira.

Quando for utilizar a terra como pigmento, você deve decantá-la. Coloque a terra recolhida em uma vasilha com água e espere um dia: os grãos mais pesados irão para o fundo, enquanto os mais leves ficarão na superfície. Recolha esses grãos por camadas, colocando-os para secar em um prato. Eles servirão como pigmentos para colorir a tinta.

Folhas, raízes, flores e cascas são corantes vegetais, que devem ser fervidos em água por cerca de 50 minutos. Deixando-os esfriar, pode-se verificar que o líquido obtido é capaz de manchar uma superfície. Alguns exemplos:

Amarelo ou laranja: casca de cebola, cravo-de-defunto, girassol.
Vermelho: serragem vermelha, jabuticaba, casca de nogueira.
Verde: folhas de cenoura, erva-mate, loureiro.
Preto: carvão.

Importante: Existem plantas perigosas cujo manuseio deve ser evitado. Consulte sempre um especialista ou botânico.

Ossos triturados, conchas e cascas de ovos também servem como pigmentos retirados do reino animal.
Receitas caseiras para fazer tintas
1) Guache:
Ingredientes: 100 g de pó de pintor; 30 g de glicerina; 60 g de goma arábica.
Modo de fazer: Misturar tudo e passar três vezes por peneira fina. Cozinhar em banho-maria, mexendo sempre. Guardar em vasilha de vidro. Ao usar, dissolver em água para obter melhor rendimento.

2) Anilina
Ingredientes: Pó de pintor a gosto; uma colher de chá de gesso; uma colher de sopa de goma arábica; água suficiente para dissolver.
Modo de fazer: Misture tudo. Quanto mais goma arábica for colocada, mais brilhante ficará a anilina. Colocar em vidros fechados.

3) Outra receita
Ingredientes: Uma folha de papel de seda de cor viva; uma colher de sopa de álcool; uma xícara de café de água. Modo de fazer: Misturar tudo e deixar em fusão por dois dias. Guardar em vidro fechado.

4) Massa para pintura a dedo
Ingredientes: Uma xícara de polvilho ou trigo; uma xícara e meia de água fria; duas xícaras de água fervente; uma xícara de sabão em pó; uma colher de desinfetante líquido, de preferência Lysoform; uma colher de sopa de glicerina; qualquer corante.
Modo de fazer: Dissolver o polvilho (ou trigo) em água fria, adicionar aos poucos a água fervente, mexendo rapidamente para não encaroçar. Levar ao fogo, mexendo sempre. Quando estiver na consistência de mingau, retirar e deixar esfriar.

Adicionar o sabão enquanto o mingau estiver morno, em seguida a glicerina, o desinfetante Lysoform e o corante, se quiser que a massa fique colorida. Conservar em lugar fresco.

A têmpera-ovo
Um pouco de história
A têmpera é a tinta mais antiga que conhecemos. Os artistas pré-históricos do Período Paleolítico faziam misturas com água e pigmentos naturais, como óxidos minerais, carvão, vegetais, sangue de animais e ossos carbonizados, que costumavam ser misturados na gordura de animais mortos. Na Antiguidade, na Idade Média e no Renascimento italiano, a têmpera-ovo foi muito utilizada pelos artistas na produção de iluminuras medievais e pinturas sobre suportes de madeira.
Como fazer
Na têmpera-ovo, o aglutinante é a gema, que é preparada da seguinte forma: separa-se a gema da clara do ovo, colocando-a em um copo com fungicida e misturando-a bem com uma colher. Ao misturar água, pigmento e esse aglutinante, você vai obter uma tinta mais transparente - como a aquarela. Se quiser uma tinta mais espessa - como o guache -, adicione talco, giz ou carbonato de cálcio.

Referências bibliográficas
- Revista Nova Escola, outubro/98.
- FERREIRA, Idalina L. e CALDAS, Sarah P. Souza , Atividades na Pré-Escola, reformulada, 18a edição, Editora Saraiva, 1999.

quinta-feira, 6 de setembro de 2012

Fazendo Cola a Partir de Leite!

Fazendo Cola a Partir de Leite!
Você só precisa de:
- leite desnatado
- vinagre
- uma panela que não seja metálica (uma esmaltada serve)
- bicarbonato de sódio
Aqueça meio litro de leite desnatado e adicione seis colheres de sopa de vinagre aos poucos, misturando constantemente. Quando começar a engrossar, retire-o do fogo. Continue a mexer até que não haja mais possibilidade do caldo engrossar. Espere que a substância assente no fundo da panela. Então coe-a. Adicione 1/2 de copo (60 ml) de água e uma colher de sopa de bicarbonato de sódio (também pode-se usar borato de sódio). Quando cessar o borbulhamento, tem-se cola.
http://www.geocities.com/CollegePark/Bookstore/2334/cola.html

quinta-feira, 30 de agosto de 2012

Como fazer cola caseira

COMO FAZER COLA
LAMBE-LAMBE.

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Ingredientes
7 colheres (sopa) de farinha de trigo
1 colher (sopa) de vinagre
1 litro de água

Modo de preparo

• Ferva 3/4 da água em uma panela grande;
• Misture separadamente em uma tigela 1/4 da
água com 7 colheres de farinha até dissolver totalmente;
• Ao ferver a água, jogue a mistura com farinha e
mexa por 5 minutos até engrossar;
• Coloque o vinagre e mexa por mais 2 minutos;
• Resfrie antes de usar.


Conservação
Guarde na geladeira. Na fórmula o vinagre é
usado para evitar bichos (se preferir use Pinho
Sol ou Lisoforme).
COMO COLAR O
LAMBE-LAMBE

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O Local
As melhores opções certamente estão na sua
rota cotidiana, onde as pessoas possam desviar
o olhar. Lugares estratégicos são tapumes de
construção civil, paredes claras e à vista, prédios
simbólicos, paradas de ônibus e esquinas.

A Tática
É só chegar, encostar o papel, passar o pincel,
repassar, virar as costas e ir embora. Relaxe, não
seja tão tenso e paranóico. Só tenha alguém para
ajudar, tanto na locomoção como na colocação.

Com um pouco de bom senso - agindo de
madrugada, longe dos olhos da cidade - e
coragem, você pode compartilhar com o mundo
uma idéia.

Fonte: www.midiatatica.org

RECEITA TINTA NATURAL

RECEITA TINTA NATURAL
Material
Beterraba
Cenoura
Espinafre
Modo de Fazer
Bater no liquidificador, com água, beterraba (para a cor vermelha),
cenoura (para a cor amarela), e espinafre (para a cor verde).
Espremer o líquido de cada um num pano e depois coar. Guardar as tintas
em vidros e tampar bem.
Atenção: Pintar sobre papéis grossos, utilizando-se de vários tipos de
pincéis, esponjas, chumaço de algodão preso num palito ou num lápis, ou
então, usar frascos de desodorante vazios, do tipo spray, que cheios de
tinta servirão para espirrar no papel preso numa parede ou num cavalete.
Este brinquedo foi tirado do livro: Brinquedo, desafio e descoberta: subsídios para
utilização e confecção de brinquedos / Nylse Helena da Silva Cunha.
Publicada pela FAE - Fundação de Assistência ao Estudante.

sexta-feira, 10 de agosto de 2012

Aprenda a fazer velas

Aprenda a fazer velas
As velas servem para decorar e aromatizar o ambiente. Com as suas fragrâncias são óptimas para criar uma atmosfera agradável. Seja criativa e faça as suas próprias velas.

As velas aromáticas ou naturais produzem sobre nós um efeito relaxante. Usadas há muito pela aromaterapia, são ideais para criar um ambiente confortável ou especialmente romântico.
Material necessário
• Cera de parafina (cerca de 250g)
• Panela ou púcaro para derreter a cera
• Colher de pau para mexer
• Bacia de plástico
• Termómetro
• Fogão
• Fio de pavio
• Forma para pôr a cera (pode utilizar latas de alimentos desde que sejam lisas).
• Cor – para fazer velas coloridas pode usar os corantes tradicionais usados na culinária.
• Odor - se deseja fazer velas aromáticas use óleos essenciais.
Como fazer?
1. Comece por cortar a cera em partes pequenas e coloque-a numa forma, assim derreterá mais rapidamente.
2. Ponha um pouco de água a ferver. Coloque a forma na panela em banho-maria. Não use temperaturas elevadas, porque a cera pode-se pegar.
3. Mexa a cera até que fique completamente derretida, não excedendo os 71º. Tire 3/4 de cera ainda em pasta e guarde-a numa tijela para utilizar mais tarde. Teste a temperatura colocando o termómetro no centro do líquido derretido. Apague o lume, mas mantenha a cera na água quente.
4. Agora é altura de adicionar a cor. Junte algumas gotas de corante, à sua escolha, na cera derretida até obter a intensidade desejada. Uma vez obtido o tom final, escreva num papel a quantidade de gotas que adicionou para saber as quantidades certas se decidir voltar a fazer velas iguais.
5. Se pretender uma vela aromática utilize óleos essenciais. Quanto mais óleo aplicar mais forte será o cheiro. No entanto, se a quantidade for excessiva pode dificultar a sua queimadura. O ideal são 5 a 10 gotas. Mexa bem até ficar bem misturado.
6. Certifique-se de que a cera está bem derretida e que a sua temperatura continua a ser 71º.
7. Corte o fio de pavio pelo comprimento desejado. Por exemplo: se fizer uma vela com 20 cm deverá usar aproximadamente 20 cm de pavio. Faça um furo sensivelmente no centro da forma e enfie o pavio, fazendo um nó na extremidade que fica do lado de fora. Estique o fio e coloque a cera líquida na forma. Depois cubra com uma última camada da pasta de cera que guardou e, com os dedos, assente a superfície dos dedos. Dobre a outra extremidade do pavio à volta do seu dedo indicador e mantenha-o esticado durante alguns segundos. Depois puxe com cuidado e verifique se o pavio já está a ficar duro. Se estiver deixe-o mergulhado na cera alguns minutos até esta arrefecer e começar a ficar dura.
8. Se vir que o processo está a demorar muito tempo mergulhe a forma com a cera numa bacia com água fria.
9. Se achar que a cera não tem espessura suficiente ou tem algumas imperfeições volte a mergulhá-la na cera quente que sobrou. Espere que arrefeça completamente.
10. Para desenformar solte o nó do fundo da forma e pressione a mesma com as duas mãos, soltando a vela das paredes laterais. Use uma faca afiada e corte o fundo da vela de maneira a remover o excesso de cera e a dar um fundo plano à mesma.
12. Finalmente está na hora de apreciar sua nova criação!
Precauções
1. Nunca deixe as crianças sozinhas perto da cera quando esta está a derreter.
2. Atenção ao vapor libertado porque este pode queimar.
Não derreta a cera a uma temperatura superior a 275°.

Autor

Cátia Pina

Fazer velas artesanais

COMO FAZER VELAS
Esta excelente receita foi tirado do site Castelo da Lua.
Velas são muitas vezes os pontos de foco principais nos feitiços que fazemos. Unta-las de óleos essenciais, escrever os simbolos do que desejamos, e meditar olhando para a sua chama faz parte integral do mais simples e eficaz dos feitiços. Quando fazemos as nossas proprias velas, tornamo-las ainda mais pessoais, pois são feitas com a nossa meditação, e visualizaão, e desejos.
Fazer velas é relativamente simples, tendo o material correto. Sendo este:
Absolutamente necessário:
- Cera de Abelhas ou Parafina
- Um recipiente de alumínio, de preferência com um bico e uma pega
- Uma panela larga onde caba este último
- Pavio (fio de algodão)
Recomendado:
- Um termômetro de rebuçados
- Corante para Cera (penso que lápis de cera podem servir, mas nunca experimentei pessoalmente)
- Óleos essenciais ou de vela
- Várias ervas ou especiarias
- Moldes (Estes podem ser de latex, vidro, metal, ou improvisados simplesmente a partir de pacotes de leite ou de sumo, rolos de papel higiênico, etc)
INSTRUÇÕES BÁSICAS
Primeiro, derretam a cera dentro de recipiente de aluminio, em banho-maria. Muito cuidado nesta fase! A cera não borbulha mas, tal como o oleo, pode pegar fogo. Nunca saiam da cozinha durante este passo, e vigiem bem a cera.
Entretanto, preparem o molde. Neste caso, cortem a parte de cima de um pacote de sumo ou leite, e lavem bem. Este será o vosso molde.
Quando a cera estiver completamente derretida, retirem do lume e juntem o corante (ou lapis de cera partido aos bocados), as ervas e os oleos essenciais (é importante adicionar estes só na ultima fase, uma vez que se podem evaporar se forem "cozinhados" juntamente com a cera).
Molhem o pavio na cera, retirando e deixando secar em seguida. Repitam este passo ate o pavio estar bem coberto, e suficientemente solido para assentar direito dentro do molde. Prendam com um clip, ou uma pequena mola de um dos lados do molde.
Em seguida, com cuidado, deitem a cera para dentro do molde. Se usaram parafina, reservem alguma dentro do recipiente de aluminio. Deixem arrefecer durante uma hora.
Se tiverem usado Parafina, é provavavel que se tenha formado uma depressão na parte de cima do molde. Aqueçam de novo a cera, e, com uma agulha grossa, façam alguns buracos na cera dentro do molde. Deitem o resto da cera no molde. Cera de abelhas não encolhe, e portanto não necessita deste passo.
Deixem arrefecer a vela até estar completamente solida, e cortem o molde à volta para revelar a vossa vela.
Uma alternativa é utilizarem frascos ou copos resistentes a calor. Derretam a cera e preparem o pavio da mesma maneira, mas deitem dentro de um recipiente de vidro (de preferencia pirex).
Como já disse, podem utilizar imensas coisas como moldes, e fazerem por exemplo velas em camadas de cores diferentes, velas de gelo (simplesmente encham o molde de gelo antes de deitarem a cera, dá resultados muito interessantes.)



PROJETO ANUAL
Durante o ano, guardem os restos de velas usados para meditação e celebração dos varios sabbaths (aquele bocado que fica sempre dentro do castiçal serve). Quando o ano acabar, façam uma vela com todos os restos de cera para celebrar esse periodo nas vossas vidas.
Ha varias maneiras de fazer isto. Podem por exemplo usar uma panela velha que tenham em casa (nao usem utensilios ou recipentes com que vao cozinhar a seguir!) para derreter a cera directamente, ou uma caneca ou jarro de aluminio para derreter a cera em banho-maria. Ponham os restos das velas dentro de uma meia de vidro (com um no), que vai servir como filtro para os restos de pavios, ervas, etc, que as velas contenham. Derretam a cera em lume MUITO BAIXO, mexendo com uma colher de pau (outra vez, uma que nao usem para cozinhar), e retirem a meia quando toda a cera estiver derretida. Quando a cera estiver liquida, e imediatamente depois de a retirar do lume, podem misturar ervas, especiarias ou oleos essenciais que tenham um especial significado para voces nesta ocasiao.
Para o molde, podem utilizar um pacote de leite cortado ao meio, ou um copo ou garrafa de pirex. Deitem a cera no molde, e, enquanto ainda esta quente, molhem um pavio (podem tira-lo de outra vela, por exemplo) na cera, ate estar pesado e assentar no fundo do molde. Prendam o pavio no molde com um clip, ou colem-no com um bocado de plasticina a um lapis que fica assente no topo da embalagem. Certifiquem-se que o pavio esta direito.
Deixem arrefecer. O tempo de arrefecimento varia conforme o tipo e quantidade de cera, mas deve demorar umas horas. Quando a vela estiver completamente solida, se usaram um pacote de leite como molde, cortem-no com cuidado e desenformem. Se usaram o frasco ou copo, a vossa vela ja esta feita.

quarta-feira, 25 de julho de 2012

massa de sal - modelar

Materiais para a massa de sal
2 copos de farinha de trigo
1 copo de sal
1/4 de copo de cola
1/2 de água
tinta guache (nota pessoal:ou tinta natural ou corantes alimentares?? mudará o ponto da massa??)

Modo de fazer
Misture o sal e a farinha. Dissolva a cola na água e acrescente ao sal e a farinha, misture bem, ficará uma massa bem seca, esfarelando. Separe pequenas quantidades de massa e acrescente o guache na cor desejada, ele vai terminar de dar o ponto à massa. Modele o presépio leve ao forno na temperatura mais baixa, Primeira meia hora deixe a porta do forno semi aberta. Para saber se a peça já está seca espete um palito de dente, se estiver seca ele não vai penetrar na peça.
http://artesanatofofo.blogspot.com/2008_03_01_archive.html

Incensos caseiros

Incensos caseiros
Os aromas transportam-nos para diferentes sítios da nossa memória. Viaje para os seus locais favoritos com incensos feitos por si.

Os incensos feitos em casa são muito eficientes. Com eles, é possível tornar o ambiente doméstico e o local de trabalho mais agradável. Para fazer os seus próprios incensos, basta que siga as receitas.

Incenso de pimenta da Jamaica:
Triture muito bem a pimenta e coloque-a sobre as brasas do carvão. Este incenso deve ser usado em ocasiões em que estão muitas pessoas em sua casa, pois alivia o ambiente tornando-o mais agradável.

Incenso de canela:
Use sempre a canela em pó. Este incenso é um poderoso calmante e actua, principalmente nas crianças. Estimula o apetite.

Incenso de cravo-da-Índia:
Triture muito bem os cravos e coloque-os sobre as brasas de carvão. Este incenso é um estimulante do sistema imunológico.

Incenso de café:
Compre grãos de café torrado e triture-os muito bem. Coloque sobre as brasas de carvão. Cria um agradável aroma perfumado, dando a sensação de calma e aconchego.

Incenso de noz-moscada:
Rale a noz-moscada e coloque-a sobre as brasas do carvão. Este incenso estimula a autoconfiança e a alegria.

Incenso de alecrim:
Use folhas secas de alecrim e coloque-as sobre as brasas do carvão. É estimulador da memória.

Incenso de coentro, açafrão e almíscar:
Triture as sementes de coentro, junte com um pouco de açafrão e almíscar. Coloque sobre as brasas do carvão. Este incenso é um poderoso perfume afrodisíaco.

Incenso de louro:
Use folhas secas de louro e jogue-as sobre as brasas de carvão. Facilita a concentração.

Incenso de gengibre:
Rale a raiz do gengibre e coloque sobre as brasas do carvão. O gengibre é utilizado como auxiliar de outros incensos, use-o quando quiser aumentar a potência de qualquer incenso. Lembre-se porém, que deverá usar uma quantidade muito pequena, para não sobressair mais que os outros elementos.

Incenso de avelãs:
Rale as avelãs e coloque-as sobre as brasas de carvão. Este incenso é apropriado no estabelecimento da calma mental. Ajuda a perceber melhor as dificuldades, e assim, de maneira tranquila, resolvê-las.
Muitas outras ervas ou frutos ou condimentos são usados na constituição de incensos, principalmente flores e raízes. Use o seu gosto olfactivo e imaginação e crie os seus!


Autor

Sónia Soares
http://www.vivasaudavelmente.pt/

segunda-feira, 30 de agosto de 2010

Geleia de maçã com chá principe


Agua-Mel




Agua-Mel: é um doce tipico do Baixo Alenteja, nomeadamente da zona de Serpa. Fazia-se na altura da cresta das colmeias (extração do mel). Comia-se (come-se) molhando pedaços de pão, para ensopar.
A minha mãe lembra-se de irem a Serpa, homens vindos de Amareleja a vender Agua-mel e iam pelas ruas a apregoar "Agua-mel!!" diz a minha mãe que às vezes era muito escuro e que o travo era forte, pois era feito com os favos antigos e mais escuros com mais propolis, ou mais que outras substancias, que davam aquele sabor tão peculiar. Lembro-me da minha avó pedir sempre que se ia a Serpa que lhe trouxessem um pouquinho, com o que matava saudades da terra. Agua -mel com requeijão de Serpa, daquele grosso feito com leite de ovelha e que se corta à fatia!
Memorias... :)

Sabão de azeite já cortado

O sabão de azeite que fiz há umas semanas está com um aspecto optimo. Deve ser do calor, está a secar muito bem e a endurecer bem. Pela "prova da lingua", vai ficar muito bom...
Hoje dia 31/08 experimentei este sabão. Está optimo! Ficou melhor do que o anterior, mais cremoso, mais suave...optimo para todos os tipos de pele, corpo e rosto, mas especialmente usado em peles sensiveis e crianças, inclusivé bebes. Um "Jabon de Castilla" (sabão de Castela), feito em Portugal, em Suntria..entre a Serra e o Mar, curado pelo calor do Sol e abençoado pela Lua...

segunda-feira, 16 de agosto de 2010