Fórmula Têmpera - Colaborador:Artista plástico Hélio Nunes - Belo Horizonte/MG
Características gerais
A têmpera tradicional é uma mistura da gema de ovo com pigmento, formando uma tinta solúvel em água, mas relativamente resistente a sobrepinturas. A gema contém albumina e lecitina, respectivamente, um óleo não-secativo e um emulsificador.
Depois de seca, suas cores mantêm-se muito próximas às do pigmento, não havendo muita interferência do medium, exceto pelo brilho característico quando a tinta é aplicada em diversas camadas. Além disso, as pinturas não se tornam amareladas com o tempo e não sofrem rachaduras tardias: se a pintura não rachou logo depois de seca, não rachará mais.
O pigmento deve ser seco e em pó fino. O "pó xadrez", apesar de sua pobreza tonal, é um bom ponto de partida para experiências.
O suporte deve ser rígido e pode ser papel (Montval, por exemplo), madeira (cedro) ou tela montada sobre suporte de madeira (folhas de compensado com mais de 1cm). O suporte é preparado tradicionalmente com gesso e cola de coelho em três camadas (encolagem, gesso grosso e gesso fino). A tinta látex (branca para interiores) tem sido largamente usada como substituto.
Uma das características mais interessantes da têmpera é o registro das pinceladas. A direção e o formato do pincel ficam bem aparentes e podem ser utilizados, inclusive, como recurso tonal. O pincel recomendado para têmpera é o de pêlo macio (orelha de boi, por exemplo) e as pinceladas devem ser suficientemente delicadas para não retirar mecanicamente a camada inferior.
Têmpera ovo (magra) Colaborador:Artista plástico Hélio Nunes - Belo Horizonte/MG
Ingredientes
1 parte gema de ovo
1 parte de água
1 a 3 gotas de óleo de cravo
Preparação
Separe a gema e retire a pele, adicione água em igual quantidade, as gotas de óleo de cravo e triture o pigmento.
O óleo de cravo servirá para evitar o crescimento de bolor; e, segundo Mayer, deve ser adicionado "apenas o suficiente para permitir que seu odor seja perceptível". O óleo serve também para evitar enjôo com o cheiro de ovo que fica fortíssimo se a pele não for retirada.
O pigmento deve ser misturado gradativamente até o ponto de emulsão. Convém fazer testes até obter a proporção mais adequada: uma superfície suficientemente colorida sem acúmulo, grumos ou pó solto. A tinta resultante terá relativa opacidade (menor que guache; maior que aquarela) e pode ser diluída à vontade.
Fonte de informação
"Manual do Artista", de Ralph Mayer, editado pela Martins Fontes
Têmpera ovo e óleo Colaborador: Artista plástico Hélio Nunes - Belo Horizonte/MG
Ingredientes
1 parte gema de ovo
1 parte de água
1 parte de óleo
Preparação
Idêntica à têmpera tradicional, com adição de óleo de linhaça. Cuidar para que a mistura transforme-se em emulsão, sem separação visível entre óleo e água.
O óleo aumenta o tempo de secagem da tinta e confere à pintura seca uma textura aveludada e opaca. Apesar da adição de óleo, a tinta mantém-se solúvel em água. Não use seus pincéis de aquarela pois o óleo vai se acumular neles.
Fonte de informação
"Manual do Artista", de Ralph Mayer, editado pela Martins Fontes
Têmpera ovo e verniz Colaborador:Artista plástico Hélio Nunes - Belo Horizonte/MG
Ingredientes
1 parte de gema de ovo
1 parte de óleo de banana
Preparação
Idêntica à têmpera tradicional, sem adição inicial de água, com adição de óleo de banana.
O odor e a textura lembram muito o esmalte de unha (não usar para este fim pois o pigmento pode ser extremamente tóxico!) e o resultado final é agradavelmente brilhante. A tinta mantém-se solúvel em água.
O óleo de banana pode ser utilizado, puro, como camada final para proporcionar maior resistência e brilho.
Fonte de informação
"Manual do Artista", de Ralph Mayer, editado pela Martins Fontes
Têmpera a base de clara Colaborador:Artista plástico Hélio Nunes - Belo Horizonte/MG
Ingredientes
1 clara de ovo
Preparação
Bater a clara em neve, separar em um recipiente fechado e aguardar a completa decantação (coloque na geladeira). Misturar pouco pigmento ao soro resultante.
A clara é uma solução coloidal de albumina praticamente pura. Foi muito utilizada como cola. Sua utilização como medium, entretanto, é bem restrita. Demonstra-se uma técnica relativamente interessante para pintura em papel, já que tem a transparência da aquarela com um certo toque aveludado
Fonte de informação
"Manual do Artista", de Ralph Mayer, editado pela Martins Fontes
Materiais básicos para pintura a óleo Colaborador:Artista plástico Hélio Nunes - Belo Horizonte/MG
A tinta à óleo em tubos vem com uma consistência que varia de cor para cor e de fabricante para fabricante. Ela pode ser utilizada diretamente, sem aditivos; mas há recursos para tornar a tintamais fluida ou mais transparente. Eis os aditivos:
* Terebentina: é um solvente; a tinta torna-se mais transparente; seca mais rápido; em excesso, causa rachaduras ("craquelês").
* Óleo de linhaça: é um medium (aglutinante + adesivo); a tinta torna-se mais fluida sem, entretanto, perder muita opacidade; seca mais lentamente; em excesso pode impedir a secagem da tinta em um tempo razoável.
* Secante de cobalto: é um produto reativo; a tinta seca mais rápido; em qualquer quantidade altera as propriedades da tinta, gerando escurecimento; em excesso causa craquelês e, emcasosde múltiplas camadas, descolamento
(NÃO use para se iniciar).
* Cera de abelha misturada à terebentina: é um medium afim (conhecido como encáustica fria -- um termo contraditório :) ) e serve para espessar a tinta e torná-la mais transparente ao mesmo tempo (NÃO aconselho para o iniciante).
* Milhares de outros aditivos: Mayer, Ralph. "Manual do artista". Martins
Fontes.
Aconselho uma mistura de 2 partes de óleo de linhaça para 1 de terebentina como o único aditivo para o iniciante.
Outros materiais:
* Paleta: deve ser branca, não absorvente e no formato que melhor se adaptar ao seu antebraço (você encaixa o dedão no furo e apóia a paleta no antebraço; justamente o contrário do que se vê nos filmes).
-- Uma forma interessante de organizar as tintas nas paletas é separar filas de frios, escuros e terrosos; deixando, claro, lugar para misturar as cores.
-- Limpe a paleta todos os dias usando estopa e aguarás (se a terebentina for mais barata, use-a).
-- Se sobrar tinta E se você vai pintar no dia SEGUINTE, deixe-a (mas limpe ao redor). Nunca deixe uma tinta na paleta por mais de 24 horas (vai por mim).
* Espátulas: há espátulas para limpeza de paleta e espátulas para pintar. A primeira parece uma faca, a outra uma colher de pedreiro; mas há diversos formatos.
Hélio Nunes
http://www.arteducacao.pro.br
Mostrar mensagens com a etiqueta artes decorativas. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta artes decorativas. Mostrar todas as mensagens
sexta-feira, 4 de janeiro de 2013
A química nas tintas de Volpi
A química nas tintas de Volpi
Quando estudamos um artista como Alfredo Volpi, algumas de suas mais importantes características logo se destacam. Volpi foi um artesão desde o início de sua atividade profissional. Mesmo adolescente, gostava de misturar cores e descobrir novas tonalidades e texturas. Depois, ao trabalhar como pintor de parede, fazia questão de sentir o cheiro da tinta, e até mesmo sujar as mãos só para sentir seu contato com a pele. Costumava carregar os baldes de tinta, envolvendo-se na atividade com prazer e dedicação.
Quando se tornou artista plástico, o fato de trabalhar com tintas foi se transformando cada vez mais em uma atividade natural e envolvente. Alfredo Volpi fazia questão de produzir suas tintas, nas cores que lhe fossem agradáveis. Extremamente dedicado e meticuloso, preparava com cuidado suas misturas. Dessa forma, o ato de pintar para Volpi iniciava-se na construção das telas de linho, na química das tintas, e seguia até a composição final da obra. Cada uma de suas telas possui, além de seu pincel, a sensibilidade de suas mãos na escolha da cor e da textura para a obra.
Tal como um alquimista das cores, Volpi usava a técnica da têmpera-ovo. As tintas eram diluídas em uma emulsão de verniz e ovo, onde eram colocados pigmentos decantados (terra, ferro, óxidos, ocre - argila colorida por óxido de ferro) e ressecados ao sol pelo próprio Volpi.
Certa vez, ele declarou: "Só pinto à luz do sol. (...) Não uso pigmentos industriais, que criam mofo, e que com o tempo as cores do quadro perdem a vida".
Quando estava pronta, Volpi sempre testava cada tinta, experimentando e verificando a densidade e a durabilidade. Só depois que percebia que a cor obtida e desejada havia permanecido firme, sem alteração, ele a usava para pintar seus quadros. Caso isso não ocorresse, Volpi jogava a tinta fora e começava tudo de novo.
Você poderá ver fotos de Alfredo Volpi misturando suas tintas e o seu atelier nas páginas 30 e 31 do livro Alfredo Volpi, da Coleção Mestres das Artes no Brasil.
Tinta
A tinta é um líquido com pigmentos coloridos e aglutinantes solventes ou aditivos, capaz de se converter em uma membrana sólida e fina ao ser aplicada sobre superfícies como metal, madeira, pedra, papel, tecido, couro, plástico, entre outras. As tintas podem ser à base de água, óleo, betuminosas ou plásticas, e precisam de aglutinantes, que são substâncias que servem para ajudar na mistura e deixar a tinta colorida.
Aglutinante
O aglutinante funciona como uma cola, unindo as partículas dos pigmentos. Alguns exemplos são as resinas de árvores, a gema de ovo, o alho e até a cola plástica.
Nas tintas à base de água, o aglutinante é solúvel em água, como o amido e a gelatina.
As tintas prontas, como o guache, a aquarela e a cal, apresentam uma reação com o carbono do ar e se auto-aglutinam sem que nós percebamos visualmente. Nas tintas a óleo, o aglutinante é um óleo secativo, que pode ser de linhaça, de nozes, de papoula.
As tintas plásticas têm aglutinantes sintéticos e são mais duradouras e resistentes.
Pigmento
O pigmento é uma substância composta de partículas microscópicas coloridas que são misturadas à tinta de acordo com o gosto do artista. Ele não se mistura com o aglutinante e por isso tinge a tinta.
Os pigmentos podem ser brancos, pretos ou coloridos.
Alguns brancos: alvaiade, óxido de zinco, sulfeto de zinco.
Alguns coloridos: zarcão (vermelho), cromo (amarelo), ferro (azul).
O pigmento preto geralmente é o carbono elementar.
Pigmentos e corantes podem ser extraídos dos reinos mineral, vegetal ou animal. O pigmento tem uma ação mais superficial, colorindo a superfície da tela. Os corantes penetram nas fibras dos tecidos da tela. O pau-brasil e o urucum, utilizados por nossos indígenas, são corantes vegetais.
Como achar pigmentos
A terra é um pigmento mineral que pode nos oferecer vários tons de cores. Existe uma grande variedade de terra: mais fina, mais grossa, com diversas tonalidades. Ao utilizar terra em uma atividade, deve-se observar se ela está soltando muita poeira. Para verificar isso pode-se envolvê-la com um pano para, em seguida, bater nele com um sapato ou martelo. Pode-se também peneirar a terra, deixando-a sem grãos nem sujeira.
Quando for utilizar a terra como pigmento, você deve decantá-la. Coloque a terra recolhida em uma vasilha com água e espere um dia: os grãos mais pesados irão para o fundo, enquanto os mais leves ficarão na superfície. Recolha esses grãos por camadas, colocando-os para secar em um prato. Eles servirão como pigmentos para colorir a tinta.
Folhas, raízes, flores e cascas são corantes vegetais, que devem ser fervidos em água por cerca de 50 minutos. Deixando-os esfriar, pode-se verificar que o líquido obtido é capaz de manchar uma superfície. Alguns exemplos:
Amarelo ou laranja: casca de cebola, cravo-de-defunto, girassol.
Vermelho: serragem vermelha, jabuticaba, casca de nogueira.
Verde: folhas de cenoura, erva-mate, loureiro.
Preto: carvão.
Importante: Existem plantas perigosas cujo manuseio deve ser evitado. Consulte sempre um especialista ou botânico.
Ossos triturados, conchas e cascas de ovos também servem como pigmentos retirados do reino animal.
Receitas caseiras para fazer tintas
1) Guache:
Ingredientes: 100 g de pó de pintor; 30 g de glicerina; 60 g de goma arábica.
Modo de fazer: Misturar tudo e passar três vezes por peneira fina. Cozinhar em banho-maria, mexendo sempre. Guardar em vasilha de vidro. Ao usar, dissolver em água para obter melhor rendimento.
2) Anilina
Ingredientes: Pó de pintor a gosto; uma colher de chá de gesso; uma colher de sopa de goma arábica; água suficiente para dissolver.
Modo de fazer: Misture tudo. Quanto mais goma arábica for colocada, mais brilhante ficará a anilina. Colocar em vidros fechados.
3) Outra receita
Ingredientes: Uma folha de papel de seda de cor viva; uma colher de sopa de álcool; uma xícara de café de água. Modo de fazer: Misturar tudo e deixar em fusão por dois dias. Guardar em vidro fechado.
4) Massa para pintura a dedo
Ingredientes: Uma xícara de polvilho ou trigo; uma xícara e meia de água fria; duas xícaras de água fervente; uma xícara de sabão em pó; uma colher de desinfetante líquido, de preferência Lysoform; uma colher de sopa de glicerina; qualquer corante.
Modo de fazer: Dissolver o polvilho (ou trigo) em água fria, adicionar aos poucos a água fervente, mexendo rapidamente para não encaroçar. Levar ao fogo, mexendo sempre. Quando estiver na consistência de mingau, retirar e deixar esfriar.
Adicionar o sabão enquanto o mingau estiver morno, em seguida a glicerina, o desinfetante Lysoform e o corante, se quiser que a massa fique colorida. Conservar em lugar fresco.
A têmpera-ovo
Um pouco de história
A têmpera é a tinta mais antiga que conhecemos. Os artistas pré-históricos do Período Paleolítico faziam misturas com água e pigmentos naturais, como óxidos minerais, carvão, vegetais, sangue de animais e ossos carbonizados, que costumavam ser misturados na gordura de animais mortos. Na Antiguidade, na Idade Média e no Renascimento italiano, a têmpera-ovo foi muito utilizada pelos artistas na produção de iluminuras medievais e pinturas sobre suportes de madeira.
Como fazer
Na têmpera-ovo, o aglutinante é a gema, que é preparada da seguinte forma: separa-se a gema da clara do ovo, colocando-a em um copo com fungicida e misturando-a bem com uma colher. Ao misturar água, pigmento e esse aglutinante, você vai obter uma tinta mais transparente - como a aquarela. Se quiser uma tinta mais espessa - como o guache -, adicione talco, giz ou carbonato de cálcio.
Referências bibliográficas
- Revista Nova Escola, outubro/98.
- FERREIRA, Idalina L. e CALDAS, Sarah P. Souza , Atividades na Pré-Escola, reformulada, 18a edição, Editora Saraiva, 1999.
Quando estudamos um artista como Alfredo Volpi, algumas de suas mais importantes características logo se destacam. Volpi foi um artesão desde o início de sua atividade profissional. Mesmo adolescente, gostava de misturar cores e descobrir novas tonalidades e texturas. Depois, ao trabalhar como pintor de parede, fazia questão de sentir o cheiro da tinta, e até mesmo sujar as mãos só para sentir seu contato com a pele. Costumava carregar os baldes de tinta, envolvendo-se na atividade com prazer e dedicação.
Quando se tornou artista plástico, o fato de trabalhar com tintas foi se transformando cada vez mais em uma atividade natural e envolvente. Alfredo Volpi fazia questão de produzir suas tintas, nas cores que lhe fossem agradáveis. Extremamente dedicado e meticuloso, preparava com cuidado suas misturas. Dessa forma, o ato de pintar para Volpi iniciava-se na construção das telas de linho, na química das tintas, e seguia até a composição final da obra. Cada uma de suas telas possui, além de seu pincel, a sensibilidade de suas mãos na escolha da cor e da textura para a obra.
Tal como um alquimista das cores, Volpi usava a técnica da têmpera-ovo. As tintas eram diluídas em uma emulsão de verniz e ovo, onde eram colocados pigmentos decantados (terra, ferro, óxidos, ocre - argila colorida por óxido de ferro) e ressecados ao sol pelo próprio Volpi.
Certa vez, ele declarou: "Só pinto à luz do sol. (...) Não uso pigmentos industriais, que criam mofo, e que com o tempo as cores do quadro perdem a vida".
Quando estava pronta, Volpi sempre testava cada tinta, experimentando e verificando a densidade e a durabilidade. Só depois que percebia que a cor obtida e desejada havia permanecido firme, sem alteração, ele a usava para pintar seus quadros. Caso isso não ocorresse, Volpi jogava a tinta fora e começava tudo de novo.
Você poderá ver fotos de Alfredo Volpi misturando suas tintas e o seu atelier nas páginas 30 e 31 do livro Alfredo Volpi, da Coleção Mestres das Artes no Brasil.
Tinta
A tinta é um líquido com pigmentos coloridos e aglutinantes solventes ou aditivos, capaz de se converter em uma membrana sólida e fina ao ser aplicada sobre superfícies como metal, madeira, pedra, papel, tecido, couro, plástico, entre outras. As tintas podem ser à base de água, óleo, betuminosas ou plásticas, e precisam de aglutinantes, que são substâncias que servem para ajudar na mistura e deixar a tinta colorida.
Aglutinante
O aglutinante funciona como uma cola, unindo as partículas dos pigmentos. Alguns exemplos são as resinas de árvores, a gema de ovo, o alho e até a cola plástica.
Nas tintas à base de água, o aglutinante é solúvel em água, como o amido e a gelatina.
As tintas prontas, como o guache, a aquarela e a cal, apresentam uma reação com o carbono do ar e se auto-aglutinam sem que nós percebamos visualmente. Nas tintas a óleo, o aglutinante é um óleo secativo, que pode ser de linhaça, de nozes, de papoula.
As tintas plásticas têm aglutinantes sintéticos e são mais duradouras e resistentes.
Pigmento
O pigmento é uma substância composta de partículas microscópicas coloridas que são misturadas à tinta de acordo com o gosto do artista. Ele não se mistura com o aglutinante e por isso tinge a tinta.
Os pigmentos podem ser brancos, pretos ou coloridos.
Alguns brancos: alvaiade, óxido de zinco, sulfeto de zinco.
Alguns coloridos: zarcão (vermelho), cromo (amarelo), ferro (azul).
O pigmento preto geralmente é o carbono elementar.
Pigmentos e corantes podem ser extraídos dos reinos mineral, vegetal ou animal. O pigmento tem uma ação mais superficial, colorindo a superfície da tela. Os corantes penetram nas fibras dos tecidos da tela. O pau-brasil e o urucum, utilizados por nossos indígenas, são corantes vegetais.
Como achar pigmentos
A terra é um pigmento mineral que pode nos oferecer vários tons de cores. Existe uma grande variedade de terra: mais fina, mais grossa, com diversas tonalidades. Ao utilizar terra em uma atividade, deve-se observar se ela está soltando muita poeira. Para verificar isso pode-se envolvê-la com um pano para, em seguida, bater nele com um sapato ou martelo. Pode-se também peneirar a terra, deixando-a sem grãos nem sujeira.
Quando for utilizar a terra como pigmento, você deve decantá-la. Coloque a terra recolhida em uma vasilha com água e espere um dia: os grãos mais pesados irão para o fundo, enquanto os mais leves ficarão na superfície. Recolha esses grãos por camadas, colocando-os para secar em um prato. Eles servirão como pigmentos para colorir a tinta.
Folhas, raízes, flores e cascas são corantes vegetais, que devem ser fervidos em água por cerca de 50 minutos. Deixando-os esfriar, pode-se verificar que o líquido obtido é capaz de manchar uma superfície. Alguns exemplos:
Amarelo ou laranja: casca de cebola, cravo-de-defunto, girassol.
Vermelho: serragem vermelha, jabuticaba, casca de nogueira.
Verde: folhas de cenoura, erva-mate, loureiro.
Preto: carvão.
Importante: Existem plantas perigosas cujo manuseio deve ser evitado. Consulte sempre um especialista ou botânico.
Ossos triturados, conchas e cascas de ovos também servem como pigmentos retirados do reino animal.
Receitas caseiras para fazer tintas
1) Guache:
Ingredientes: 100 g de pó de pintor; 30 g de glicerina; 60 g de goma arábica.
Modo de fazer: Misturar tudo e passar três vezes por peneira fina. Cozinhar em banho-maria, mexendo sempre. Guardar em vasilha de vidro. Ao usar, dissolver em água para obter melhor rendimento.
2) Anilina
Ingredientes: Pó de pintor a gosto; uma colher de chá de gesso; uma colher de sopa de goma arábica; água suficiente para dissolver.
Modo de fazer: Misture tudo. Quanto mais goma arábica for colocada, mais brilhante ficará a anilina. Colocar em vidros fechados.
3) Outra receita
Ingredientes: Uma folha de papel de seda de cor viva; uma colher de sopa de álcool; uma xícara de café de água. Modo de fazer: Misturar tudo e deixar em fusão por dois dias. Guardar em vidro fechado.
4) Massa para pintura a dedo
Ingredientes: Uma xícara de polvilho ou trigo; uma xícara e meia de água fria; duas xícaras de água fervente; uma xícara de sabão em pó; uma colher de desinfetante líquido, de preferência Lysoform; uma colher de sopa de glicerina; qualquer corante.
Modo de fazer: Dissolver o polvilho (ou trigo) em água fria, adicionar aos poucos a água fervente, mexendo rapidamente para não encaroçar. Levar ao fogo, mexendo sempre. Quando estiver na consistência de mingau, retirar e deixar esfriar.
Adicionar o sabão enquanto o mingau estiver morno, em seguida a glicerina, o desinfetante Lysoform e o corante, se quiser que a massa fique colorida. Conservar em lugar fresco.
A têmpera-ovo
Um pouco de história
A têmpera é a tinta mais antiga que conhecemos. Os artistas pré-históricos do Período Paleolítico faziam misturas com água e pigmentos naturais, como óxidos minerais, carvão, vegetais, sangue de animais e ossos carbonizados, que costumavam ser misturados na gordura de animais mortos. Na Antiguidade, na Idade Média e no Renascimento italiano, a têmpera-ovo foi muito utilizada pelos artistas na produção de iluminuras medievais e pinturas sobre suportes de madeira.
Como fazer
Na têmpera-ovo, o aglutinante é a gema, que é preparada da seguinte forma: separa-se a gema da clara do ovo, colocando-a em um copo com fungicida e misturando-a bem com uma colher. Ao misturar água, pigmento e esse aglutinante, você vai obter uma tinta mais transparente - como a aquarela. Se quiser uma tinta mais espessa - como o guache -, adicione talco, giz ou carbonato de cálcio.
Referências bibliográficas
- Revista Nova Escola, outubro/98.
- FERREIRA, Idalina L. e CALDAS, Sarah P. Souza , Atividades na Pré-Escola, reformulada, 18a edição, Editora Saraiva, 1999.
quinta-feira, 18 de outubro de 2012
Papel reciclado / Papel artesanal
Receita básica
1 - Pique e reserve 100 g de papel. Coloque o material picado em uma tina com água e deixe as fibras hidratarem por 12 horas. Se quiser um papel colorido, deixe também de molho papéis de cores fortes
2 - Coloque metade da água e do papel no liquidificador e bata por três minutos. Acrescente metade da cola branca e bata mais uma vez, até obter uma massa homogênea. Repita o procedimento com a sobra dos ingredientes.
3 - Preencha a tina com 70% de seu volume de água. Adicione a massa de celulose e misture bem. Mergulhe a tela de silk até o fundo da tina. Retire-a, escorrendo a água excedente. A tela ficará coberta pela mistura. A espessura da folha depende da quantidade de massa de celulose e água que você colocar.
4 - Estenda a entretela (ou tecido com pelo menos 30% de algodão) sobre uma superfície bem plana. Com o rolinho, transfira o papel da tela de silk para a entretela. Esse procedimento também serve para retirar o excesso de água.
5 - Levante a tela de silk. Nesse momento, faça o primeiro controle de qualidade: observe atentamente se não há bolhas, buracos ou imperfeições no papel. Se houver, despreze essa folha e repita o procedimento das etapas 3 a 5.
6 - Coloque outra entretela sobre a primeira folha de papel reciclado e repita o processo sucessivamente, até atingir sete folhas empilhadas.
7 - Distribua esse "sanduíche de folhas" sobre uma placa de polietileno ou de madeira. Depois, cubra-o com outra placa e leve para a prensa por dez minutos. É possível substituir a prensa por pesos e listas telefônicas espalhados sobre as placas. Espere que toda a água saia.
8 - Estenda as entretelas num varal e faça o segundo controle de qualidade. Despreze as folhas que apresentarem imperfeições. Deixe secar por dois ou três dias.
9 - Para retirar o papel das entretelas, segure em duas laterais opostas do tecido e puxe até descolar. Faça o terceiro controle de qualidade. Note que, depois de seco, o papel fica encolhido. Para alisá-lo, remonte o "sanduíche de folhas" como na etapa 7 e leve à prensa por 30 minutos.
Papel Reciclado
Material (para sete folhas finas): 150 g de papéis diversos (sulfite, cartolina, papelão ou kraft; liquidificador; 1,5 l de água; 2 colheres (sopa) de cola branca Cascorex; tina de plástico retangular; tela retangular fina tipo silk screen; rolinho de pintura ou rodinho de pia; entretelas ou qualquer tecido com pelo menos 30% de algodão; 2 placas de polietileno ou de madeira; prensa ou livros grandes e pesados como listas telefônicas; varal e pregadores. (Veja a receita básica)
quinta-feira, 6 de setembro de 2012
Fazendo Cola a Partir de Leite!
Fazendo Cola a Partir de Leite!
Você só precisa de:
- leite desnatado
- vinagre
- uma panela que não seja metálica (uma esmaltada serve)
- bicarbonato de sódio
Aqueça meio litro de leite desnatado e adicione seis colheres de sopa de vinagre aos poucos, misturando constantemente. Quando começar a engrossar, retire-o do fogo. Continue a mexer até que não haja mais possibilidade do caldo engrossar. Espere que a substância assente no fundo da panela. Então coe-a. Adicione 1/2 de copo (60 ml) de água e uma colher de sopa de bicarbonato de sódio (também pode-se usar borato de sódio). Quando cessar o borbulhamento, tem-se cola.
http://www.geocities.com/CollegePark/Bookstore/2334/cola.html
Você só precisa de:
- leite desnatado
- vinagre
- uma panela que não seja metálica (uma esmaltada serve)
- bicarbonato de sódio
Aqueça meio litro de leite desnatado e adicione seis colheres de sopa de vinagre aos poucos, misturando constantemente. Quando começar a engrossar, retire-o do fogo. Continue a mexer até que não haja mais possibilidade do caldo engrossar. Espere que a substância assente no fundo da panela. Então coe-a. Adicione 1/2 de copo (60 ml) de água e uma colher de sopa de bicarbonato de sódio (também pode-se usar borato de sódio). Quando cessar o borbulhamento, tem-se cola.
http://www.geocities.com/CollegePark/Bookstore/2334/cola.html
pastas papel, secagem de flores e outros
Técnicas
Papel Machê (receita o1)
1/4 de rolo de papel higiênico
farinha de trigo
gesso em partes iguais a da farinha de trigo
cola fria
Corte o papel em pedaços bem pequenos e deixe-os de molho em bastante água durante a noite. Ferva-os na mesma água, durante uma hora. Para obter melhor qualidade no trabalho, é importante que o papel fique completamente desmanchado. Em seguida coe o papel num pano, até tirar toda a água. Coe de cada vez quantidades que você possa espremer facilmente com as mãos e não misture esses "bolos" entre si. Depois de espremido todo o papel, acrescente o gesso e a farinha de trigo, previamente misturados. A proporção para a massa é de uma colher de sopa cheia da mistura farinha-gesso e uma colher de sopa de cola fria, para cada "bolo" de papel. Amasse bem, até obter uma pasta homogênea. Se estiver muito seca pode esfarinhar. Neste caso, acrescente água aos pouquinhos, até obter o ponto em possa trabalhar a massa. Se a água começar a escorrer entre os dedos, é porque você colocou quantidade excessiva. Neste caso, acrescente um pouco mais de gesso. Não prepare quantidade maior de massa do que aquela que você pretende usar, pois uma vez seco o gesso, não será possível aproveitar a massa. Se desejar fazer escultura com esse material, não use gesso, ao preparar a mistura. Faça-a apenas com o papel, farinha e cola fria, na proporção indicada anteriormente
Fonte de informação:
Enciclopédia de trabalhos manuais - Vol. 03
Editora Lisa
Papel Machê (receita 02)
jornais
cola fria
recipiente
Rasgue o jornal em pedaços não muito grandes e coloque-os em um recipiente. Derrame sobre eles água quente a fim de molhá-los bem. Deixe o papel amolecendo por 10 a 12 horas (uma noite), no mínimo. Esprema com força a massa entre as mãos a fim de retirar toda a água; recoloque as bolas formadas no recipiente. Adicione a cola e forme uma massa, de preferência, compacta; trabalhe-a bem com as mãos e ela está pronta para ser usada
Fonte de informação:
O mundo do artesanato
1981 fabbri Editori, milano
Massa para modelagem
farinha de trigo
água
sal
Misture 4 xícaras de chá de farinha de trigo com uma de sal; adicione 2 xícaras de água. Amasse a mistura até que ela fique uniforme e tenha uma boa consistência para poder manuseá-la. Se a massa ficar muito pegajosa, acrescente um pouco de farinha.
Após a modelagem, leve a peça ao forno, de cozinha, numa temperatura de 140 graus por mais ou menos 3 horas . Se não quiser assá-la imediatamente, cubra com plástico. De qualquer maneira, nunca deixe a massa sem levar ao forno por mais de 2 horas.
Fonte de informação:
Enciclopédia de trabalhos manuais - Vol. 03 Editora Lisa
Tie-Dye - Colaboração de Paula Maria - Recife/PE Tie-Dye não é uma palavra misteriosa ou mágica, mas quer dizer simplesmente "amarrar e tingir" em inglês. é um método antiqüíssimo, e também muito simples, de tingir os tecidos em manchas de tintas. Já Marco Polo, nos contos de suas viagens no Oriente, nos conta como esta técnica foi usada na Índia e na China. Também os peruanos e os índios de lã feitos a mão com esta técnica. De resto, esta tradição não morreu, mas é frequentemente praticada por algumas tribos africanas.
Material necessário
Tintas: use as normais para tingir tecidos
Recipientes: suficientemente grande para se fervam em seu interior os tecidos a serem tingidos
Elásticos
Tesoura
Conta-gotas
Colher de pau
Tiras de plástico
1. Diferentemente dos outros métodos para tingir tecidos, com esse sistema você não pode obter desenhos com contornos preciosos, mas apenas desenhos simples e irregulares. Conforme você liga os elásticos, obtêm-se manchas ou faixas de grande efeito.
2. Se o tecido for novo deve ser lavado para retirar toda a goma e passado a ferro antes de ser tingido.
3. Encrespe o tecido, enrole o elástico nos locais desejados e amarre-o firmemente para não se soltar com a fervura.
4. Banhe o tecido mergulhando-o na água e esprema bem, assim a tinta será melhor absorvida. Prepare em uma panelinha a tinta das cores desejada e vá pintando o tecido com o conta-gotas.
5. Tenha em mãos as tiras de plástico para envolver o tecido, no ponto onde você pintar e amarre-as com elástico. As manchas de tintas não cobertas pelo plástico e pelos elásticos serão eliminadas durante a fervura.
6. Encha de água a panela com a tinta escolhida para pintar a maior parte do tecido, deve ser suficientemente grande para conter o tecido e poder movê-lo com a colher de pau. Ponha o tecido na água quando estiver muito quente, mas não fervendo. Não é necessário ferver a água para fixar as tintas. Se juntar 2 colheres de amaciante para roupa a tinta penetra melhor no tecido. Quanto mais o tecido ficar na solução, mais intensa será sua cor. Enxague abundantemente antes e depois de soltar os nós. Deixe secar e passe
Se desejar pintar utilizando apenas uma cor, envolva as partes que irão ficar brancas com o elástico e plástico e mergulhe o tecido na panela com a cor desejada.
Fonte de informação
O mundo do Artesanato
Fabbri Editore, Milano
PORTA-RETRATOS - MosaicoMaterial: 1 porta-retrato 10cm x 10cm; pastilhas coloridas; gemas; alicate para mosaico; cola branca; rejunte para azulejo branco; água; espátula branca; esponja verde-amarela; pano para limpeza; verniz acrílico ou cera pastosa; tinta PVA branca.
CONFECÇÃO
Corte as pastilhas como desejar com o alicate para mosaico ou use-as inteiras. Fixe as pastilhas e as gemas com cola branca, formando um desenho criativo. Deixe secar por um dia. Prepare o rejunte em pó com água suficiente para formar uma pasta macia. Rejunte a peça com a espátula de plástico. Retire o excesso de rejunte com a esponja verde-amarela molhada em água. Limpe com um pano seco. Espere secar por mais 1 dia. Limpe a peça totalmente com a esponja verde-amarela. Pinte o porta-retrato com duas demãos de tinta PVA branca. Espere secar e encere ou envernize.
Fonte de informação:
Revista Você Faz
Como secar folhas e flores
Método simples
Material necessário
Obtenha um bom número de folhas de papel absorvente do tipo pesado que podem ser encontradas nas boas papelarias ou nas casas especializadas em artigos para pintores. A medida maior e melhor é 60 x 50 cm. O papel absorvente é com certeza o mais adequado para secar suas folhas, mas se você não conseguir obtê-lo, use um velho jornal, dobrando-o cuidadosamente em quatro. Para evitar que a tinta manche as folhas, basta colocar entre elas e o jornal uma folha de papel de seda branco. Você pode usar toalhinhas de papel absorvente ou, em caso extremo, Kleenex, colocadas em mais de uma camada. Além disso, você terá necessidade de um Atlas velho ou qualquer livro grande e pesado que possa ser usado como peso.
Procedimento
Reúna na mesa todo o material necessário e comece a trabalhar. O papel serve para absorver a umidade das folhas. É mais prático cortá-lo todo nas medidas do livro que você tiver. Disponha as folhas e as flores nas "pastinhas" absorventes: este trabalho deve ser feito com muita ordem, prestando atenção para que elas não se sobreponham e que os caules de uma não estraguem a outra. Se as hastes forem grossas é melhor cortá-las com a tesoura, pois, caso contrário, você não conseguirá secar bem as folhas. Depois de colocar as folhas no papel absorvente, ordene estas "pastinhas", uma sobre a outra, em um lugar muito seco e ao abrigo de correntes de ar. Para secar bem, na realidade, as folhas e as flores necessitam de um lugar seco: durante o verão não será difícil encontrá-lo, enquanto que nos meses de inverno, coloque-as sobre o aquecedor, onde secarão rapidamente conservando melhor a cor. Coloque sobre as "pastinhas" o livro que as manterá bem prensadas. Deixe descansar assim por, pelo menos, 15 dias ou um mês depende da quantidade de umidade que possuem): depois estarão prontas para serem usadas. Eventualmente você poderá acender o forno no mínimo durante alguns minutos, a seguir apagá-lo e colocar dentro dele as pastinhas comprimidas entre duas telhas retangulares. Acenda de vez em quando o forno por 2 ou 3 minutos: apenas o suficiente para esquentá-lo. Você poderá também colocar as pastinhas entre duas tábuas de aglomerados, um material especial feito de serragem de madeira misturada à um colante e comprimida, que pode ser encontrada nas marcenarias e com os revendedores de madeira. Coloque duas ripas sob a tábua de base e duas sobre, e aperte o conjunto com quatro tornos de madeira, dois de cada lado. Este método é aconselhado nos casos em que se deseja secar flores inteiras ou raminhos um pouco mais espessos: na verdade, eles podem ser achatados melhor.
O método do ferro de passar ou da evaporação
Este método é particularmente adequado para folhas delicadas, de tecido pouco consistente (carvalho, videira) e para aquelas folhas úmidas e tenras que têm necessidade de ser secas rapidamente para manter a cor. Material necessário
papel absorvente, ferro de passar
Procedimento
Depois que tiver organizado as folhas no papel absorvente, passe, dos dois lados, até notar que as folhas no interior estão completamente secas, tomando quase a consistência de papel. Com este sistema perde-se um pouco de sua cor e se rompem com muita facilidade, mas podem ser utilizadas em seguida. Fique atenta para não "passá-las" demasiadamente, pois o calor as queimaria.
O método da parafina
Aplica-se este método às folhas com tecido consistente, ou seja as assim chamadas "plantas gordurosas" (oleandro, louro, magnólia)
Material necessário
uma panela, pinças pequenas, parafina
Procedimento
Coloque a panela sobre o fogo e quando estiver bem quente ponha parafina para fundir. Quando esta estiver completamente fundida (conserve sempre o fogo aceso para evitar que esfriando-se agrumem novamente) imerja a folha a ser conservada, segurando-a por uma.extremidade com a pinça. Ponha a folha sobre um papel absorvente e deixe que a parafina seque: a folha está pronta para ser usada quando estiver perfeitamente seca.
Fonte de informação:
Revista O mundo do Artesanato
http://www.arteducacao.pro.br/tecnicas/tecnicas.htm#Papel%20Machê%20%20(receita%20o1)
Papel Machê (receita o1)
1/4 de rolo de papel higiênico
farinha de trigo
gesso em partes iguais a da farinha de trigo
cola fria
Corte o papel em pedaços bem pequenos e deixe-os de molho em bastante água durante a noite. Ferva-os na mesma água, durante uma hora. Para obter melhor qualidade no trabalho, é importante que o papel fique completamente desmanchado. Em seguida coe o papel num pano, até tirar toda a água. Coe de cada vez quantidades que você possa espremer facilmente com as mãos e não misture esses "bolos" entre si. Depois de espremido todo o papel, acrescente o gesso e a farinha de trigo, previamente misturados. A proporção para a massa é de uma colher de sopa cheia da mistura farinha-gesso e uma colher de sopa de cola fria, para cada "bolo" de papel. Amasse bem, até obter uma pasta homogênea. Se estiver muito seca pode esfarinhar. Neste caso, acrescente água aos pouquinhos, até obter o ponto em possa trabalhar a massa. Se a água começar a escorrer entre os dedos, é porque você colocou quantidade excessiva. Neste caso, acrescente um pouco mais de gesso. Não prepare quantidade maior de massa do que aquela que você pretende usar, pois uma vez seco o gesso, não será possível aproveitar a massa. Se desejar fazer escultura com esse material, não use gesso, ao preparar a mistura. Faça-a apenas com o papel, farinha e cola fria, na proporção indicada anteriormente
Fonte de informação:
Enciclopédia de trabalhos manuais - Vol. 03
Editora Lisa
Papel Machê (receita 02)
jornais
cola fria
recipiente
Rasgue o jornal em pedaços não muito grandes e coloque-os em um recipiente. Derrame sobre eles água quente a fim de molhá-los bem. Deixe o papel amolecendo por 10 a 12 horas (uma noite), no mínimo. Esprema com força a massa entre as mãos a fim de retirar toda a água; recoloque as bolas formadas no recipiente. Adicione a cola e forme uma massa, de preferência, compacta; trabalhe-a bem com as mãos e ela está pronta para ser usada
Fonte de informação:
O mundo do artesanato
1981 fabbri Editori, milano
Massa para modelagem
farinha de trigo
água
sal
Misture 4 xícaras de chá de farinha de trigo com uma de sal; adicione 2 xícaras de água. Amasse a mistura até que ela fique uniforme e tenha uma boa consistência para poder manuseá-la. Se a massa ficar muito pegajosa, acrescente um pouco de farinha.
Após a modelagem, leve a peça ao forno, de cozinha, numa temperatura de 140 graus por mais ou menos 3 horas . Se não quiser assá-la imediatamente, cubra com plástico. De qualquer maneira, nunca deixe a massa sem levar ao forno por mais de 2 horas.
Fonte de informação:
Enciclopédia de trabalhos manuais - Vol. 03 Editora Lisa
Tie-Dye - Colaboração de Paula Maria - Recife/PE Tie-Dye não é uma palavra misteriosa ou mágica, mas quer dizer simplesmente "amarrar e tingir" em inglês. é um método antiqüíssimo, e também muito simples, de tingir os tecidos em manchas de tintas. Já Marco Polo, nos contos de suas viagens no Oriente, nos conta como esta técnica foi usada na Índia e na China. Também os peruanos e os índios de lã feitos a mão com esta técnica. De resto, esta tradição não morreu, mas é frequentemente praticada por algumas tribos africanas.
Material necessário
Tintas: use as normais para tingir tecidos
Recipientes: suficientemente grande para se fervam em seu interior os tecidos a serem tingidos
Elásticos
Tesoura
Conta-gotas
Colher de pau
Tiras de plástico
1. Diferentemente dos outros métodos para tingir tecidos, com esse sistema você não pode obter desenhos com contornos preciosos, mas apenas desenhos simples e irregulares. Conforme você liga os elásticos, obtêm-se manchas ou faixas de grande efeito.
2. Se o tecido for novo deve ser lavado para retirar toda a goma e passado a ferro antes de ser tingido.
3. Encrespe o tecido, enrole o elástico nos locais desejados e amarre-o firmemente para não se soltar com a fervura.
4. Banhe o tecido mergulhando-o na água e esprema bem, assim a tinta será melhor absorvida. Prepare em uma panelinha a tinta das cores desejada e vá pintando o tecido com o conta-gotas.
5. Tenha em mãos as tiras de plástico para envolver o tecido, no ponto onde você pintar e amarre-as com elástico. As manchas de tintas não cobertas pelo plástico e pelos elásticos serão eliminadas durante a fervura.
6. Encha de água a panela com a tinta escolhida para pintar a maior parte do tecido, deve ser suficientemente grande para conter o tecido e poder movê-lo com a colher de pau. Ponha o tecido na água quando estiver muito quente, mas não fervendo. Não é necessário ferver a água para fixar as tintas. Se juntar 2 colheres de amaciante para roupa a tinta penetra melhor no tecido. Quanto mais o tecido ficar na solução, mais intensa será sua cor. Enxague abundantemente antes e depois de soltar os nós. Deixe secar e passe
Se desejar pintar utilizando apenas uma cor, envolva as partes que irão ficar brancas com o elástico e plástico e mergulhe o tecido na panela com a cor desejada.
Fonte de informação
O mundo do Artesanato
Fabbri Editore, Milano
PORTA-RETRATOS - MosaicoMaterial: 1 porta-retrato 10cm x 10cm; pastilhas coloridas; gemas; alicate para mosaico; cola branca; rejunte para azulejo branco; água; espátula branca; esponja verde-amarela; pano para limpeza; verniz acrílico ou cera pastosa; tinta PVA branca.
CONFECÇÃO
Corte as pastilhas como desejar com o alicate para mosaico ou use-as inteiras. Fixe as pastilhas e as gemas com cola branca, formando um desenho criativo. Deixe secar por um dia. Prepare o rejunte em pó com água suficiente para formar uma pasta macia. Rejunte a peça com a espátula de plástico. Retire o excesso de rejunte com a esponja verde-amarela molhada em água. Limpe com um pano seco. Espere secar por mais 1 dia. Limpe a peça totalmente com a esponja verde-amarela. Pinte o porta-retrato com duas demãos de tinta PVA branca. Espere secar e encere ou envernize.
Fonte de informação:
Revista Você Faz
Como secar folhas e flores
Método simples
Material necessário
Obtenha um bom número de folhas de papel absorvente do tipo pesado que podem ser encontradas nas boas papelarias ou nas casas especializadas em artigos para pintores. A medida maior e melhor é 60 x 50 cm. O papel absorvente é com certeza o mais adequado para secar suas folhas, mas se você não conseguir obtê-lo, use um velho jornal, dobrando-o cuidadosamente em quatro. Para evitar que a tinta manche as folhas, basta colocar entre elas e o jornal uma folha de papel de seda branco. Você pode usar toalhinhas de papel absorvente ou, em caso extremo, Kleenex, colocadas em mais de uma camada. Além disso, você terá necessidade de um Atlas velho ou qualquer livro grande e pesado que possa ser usado como peso.
Procedimento
Reúna na mesa todo o material necessário e comece a trabalhar. O papel serve para absorver a umidade das folhas. É mais prático cortá-lo todo nas medidas do livro que você tiver. Disponha as folhas e as flores nas "pastinhas" absorventes: este trabalho deve ser feito com muita ordem, prestando atenção para que elas não se sobreponham e que os caules de uma não estraguem a outra. Se as hastes forem grossas é melhor cortá-las com a tesoura, pois, caso contrário, você não conseguirá secar bem as folhas. Depois de colocar as folhas no papel absorvente, ordene estas "pastinhas", uma sobre a outra, em um lugar muito seco e ao abrigo de correntes de ar. Para secar bem, na realidade, as folhas e as flores necessitam de um lugar seco: durante o verão não será difícil encontrá-lo, enquanto que nos meses de inverno, coloque-as sobre o aquecedor, onde secarão rapidamente conservando melhor a cor. Coloque sobre as "pastinhas" o livro que as manterá bem prensadas. Deixe descansar assim por, pelo menos, 15 dias ou um mês depende da quantidade de umidade que possuem): depois estarão prontas para serem usadas. Eventualmente você poderá acender o forno no mínimo durante alguns minutos, a seguir apagá-lo e colocar dentro dele as pastinhas comprimidas entre duas telhas retangulares. Acenda de vez em quando o forno por 2 ou 3 minutos: apenas o suficiente para esquentá-lo. Você poderá também colocar as pastinhas entre duas tábuas de aglomerados, um material especial feito de serragem de madeira misturada à um colante e comprimida, que pode ser encontrada nas marcenarias e com os revendedores de madeira. Coloque duas ripas sob a tábua de base e duas sobre, e aperte o conjunto com quatro tornos de madeira, dois de cada lado. Este método é aconselhado nos casos em que se deseja secar flores inteiras ou raminhos um pouco mais espessos: na verdade, eles podem ser achatados melhor.
O método do ferro de passar ou da evaporação
Este método é particularmente adequado para folhas delicadas, de tecido pouco consistente (carvalho, videira) e para aquelas folhas úmidas e tenras que têm necessidade de ser secas rapidamente para manter a cor. Material necessário
papel absorvente, ferro de passar
Procedimento
Depois que tiver organizado as folhas no papel absorvente, passe, dos dois lados, até notar que as folhas no interior estão completamente secas, tomando quase a consistência de papel. Com este sistema perde-se um pouco de sua cor e se rompem com muita facilidade, mas podem ser utilizadas em seguida. Fique atenta para não "passá-las" demasiadamente, pois o calor as queimaria.
O método da parafina
Aplica-se este método às folhas com tecido consistente, ou seja as assim chamadas "plantas gordurosas" (oleandro, louro, magnólia)
Material necessário
uma panela, pinças pequenas, parafina
Procedimento
Coloque a panela sobre o fogo e quando estiver bem quente ponha parafina para fundir. Quando esta estiver completamente fundida (conserve sempre o fogo aceso para evitar que esfriando-se agrumem novamente) imerja a folha a ser conservada, segurando-a por uma.extremidade com a pinça. Ponha a folha sobre um papel absorvente e deixe que a parafina seque: a folha está pronta para ser usada quando estiver perfeitamente seca.
Fonte de informação:
Revista O mundo do Artesanato
http://www.arteducacao.pro.br/tecnicas/tecnicas.htm#Papel%20Machê%20%20(receita%20o1)
quinta-feira, 30 de agosto de 2012
receitas de cola caseira
Receitas de cola
Cola de trigo
Prepare uma xícara (2,4 dl) de água muito quente. Faça uma mistura rala de 3 colheres de sopa (45 ml) de farinha de trigo branco e água fria. Derrame a mistura fria lentamente na água quente misturando constantemente. Ferva. Quando ela engrossar, deixe esfriar. Espalhe como outra cola qualquer. Para melhorar a resistência da cola, adicione uma colher de sopa (15 ml) de açúcar depois que a cola estiver engrossado. Depois de usar uma porção da cola, re-aqueça o restante em um jarra coberta ou recipiente para esteriliza-la para estucar ou manter refrigerado. Se a farinha de trigo não estiver disponível, outras farinhas funcionaram.
Cola de arroz
Misture uma parte de farinha de arroz e seis partes de água. Aqueça enquanto mistura para obter uma consistência macia.
________________________________________
Em 1990, a Universidade de Washington mediu o poder de adesão de várias colas:
Adesivo Força para descolar
Cola de arroz 7,9 libras (3,6kg)
Cola de trigo 8,1 libras (3,7kg)
Cola branca 7,5 libras (3,4kg)
Cola branca (diluída em água em 1:1) 8,1 libras (3,7kg)
http://solarcooking.org/portugues/wheatpaste-pt.htm
COLA CASEIRA
MATERIAIS:
*1 xícara e meia de Farinha de polvilho
* Meio litro de Água quente
*Um tubo de Cola branca.
1- Ponha toda a farinha numa garrafa de 2 litros com um funil (que pode ser feito de papel)
2- Vá derramando a água devagar( cuidado para não derreter a garrafa e pra não se queimar)
3- Depois de entrar toda a água, despeje todo o tubo de cola branca. tampe a garrafa sacode-a para a farinha se misturar com a água.
4- Depois de misturado (depois que ficar sem as bolinhas de farinha) abra e veja a densidade da cola. Se tiver muito grossa, tire um pouco do conteúdo e ponha mais água quente, tampe e depois disso... Pronto! Bom rolê!!!
http://www.encrewcados.hpg.ig.com.br/paginas/cola_caseira.htm
COLA PRA LAMBE-LAMBE
Ingredients:
INGREDIENTES
7 colheres de sopa de farinha de trigo
1 colher de sopa de vinagre
1 litro de agua
Directions:
MODO DE PREPARO ferva 3/4 da agua em uma panela grande misture separadamente em uma tigela 1/4da agua com as 7 colheres de farinha ate dissolver totalmente ao ferver a agua, jogue a mistura com farinha e mexa por 5 minutos ate engrossar coloque o vinagre e mexa por mais 2 minutos resfrie antes de usar guarde na geladeira no lugar do vinagre pode-se usar pinho sol ou lisoforme para evitar que o apodrecimento junte outras colas se quiser.
http://andreamay.multiply.com/recipes/item/1
Cola de trigo
Prepare uma xícara (2,4 dl) de água muito quente. Faça uma mistura rala de 3 colheres de sopa (45 ml) de farinha de trigo branco e água fria. Derrame a mistura fria lentamente na água quente misturando constantemente. Ferva. Quando ela engrossar, deixe esfriar. Espalhe como outra cola qualquer. Para melhorar a resistência da cola, adicione uma colher de sopa (15 ml) de açúcar depois que a cola estiver engrossado. Depois de usar uma porção da cola, re-aqueça o restante em um jarra coberta ou recipiente para esteriliza-la para estucar ou manter refrigerado. Se a farinha de trigo não estiver disponível, outras farinhas funcionaram.
Cola de arroz
Misture uma parte de farinha de arroz e seis partes de água. Aqueça enquanto mistura para obter uma consistência macia.
________________________________________
Em 1990, a Universidade de Washington mediu o poder de adesão de várias colas:
Adesivo Força para descolar
Cola de arroz 7,9 libras (3,6kg)
Cola de trigo 8,1 libras (3,7kg)
Cola branca 7,5 libras (3,4kg)
Cola branca (diluída em água em 1:1) 8,1 libras (3,7kg)
http://solarcooking.org/portugues/wheatpaste-pt.htm
COLA CASEIRA
MATERIAIS:
*1 xícara e meia de Farinha de polvilho
* Meio litro de Água quente
*Um tubo de Cola branca.
1- Ponha toda a farinha numa garrafa de 2 litros com um funil (que pode ser feito de papel)
2- Vá derramando a água devagar( cuidado para não derreter a garrafa e pra não se queimar)
3- Depois de entrar toda a água, despeje todo o tubo de cola branca. tampe a garrafa sacode-a para a farinha se misturar com a água.
4- Depois de misturado (depois que ficar sem as bolinhas de farinha) abra e veja a densidade da cola. Se tiver muito grossa, tire um pouco do conteúdo e ponha mais água quente, tampe e depois disso... Pronto! Bom rolê!!!
http://www.encrewcados.hpg.ig.com.br/paginas/cola_caseira.htm
COLA PRA LAMBE-LAMBE
Ingredients:
INGREDIENTES
7 colheres de sopa de farinha de trigo
1 colher de sopa de vinagre
1 litro de agua
Directions:
MODO DE PREPARO ferva 3/4 da agua em uma panela grande misture separadamente em uma tigela 1/4da agua com as 7 colheres de farinha ate dissolver totalmente ao ferver a agua, jogue a mistura com farinha e mexa por 5 minutos ate engrossar coloque o vinagre e mexa por mais 2 minutos resfrie antes de usar guarde na geladeira no lugar do vinagre pode-se usar pinho sol ou lisoforme para evitar que o apodrecimento junte outras colas se quiser.
http://andreamay.multiply.com/recipes/item/1
Como fazer cola caseira
COMO FAZER COLA
LAMBE-LAMBE.
________________________________________
Ingredientes
7 colheres (sopa) de farinha de trigo
1 colher (sopa) de vinagre
1 litro de água
Modo de preparo
• Ferva 3/4 da água em uma panela grande;
• Misture separadamente em uma tigela 1/4 da
água com 7 colheres de farinha até dissolver totalmente;
• Ao ferver a água, jogue a mistura com farinha e
mexa por 5 minutos até engrossar;
• Coloque o vinagre e mexa por mais 2 minutos;
• Resfrie antes de usar.
Conservação
Guarde na geladeira. Na fórmula o vinagre é
usado para evitar bichos (se preferir use Pinho
Sol ou Lisoforme).
COMO COLAR O
LAMBE-LAMBE
________________________________________
O Local
As melhores opções certamente estão na sua
rota cotidiana, onde as pessoas possam desviar
o olhar. Lugares estratégicos são tapumes de
construção civil, paredes claras e à vista, prédios
simbólicos, paradas de ônibus e esquinas.
A Tática
É só chegar, encostar o papel, passar o pincel,
repassar, virar as costas e ir embora. Relaxe, não
seja tão tenso e paranóico. Só tenha alguém para
ajudar, tanto na locomoção como na colocação.
Com um pouco de bom senso - agindo de
madrugada, longe dos olhos da cidade - e
coragem, você pode compartilhar com o mundo
uma idéia.
Fonte: www.midiatatica.org
LAMBE-LAMBE.
________________________________________
Ingredientes
7 colheres (sopa) de farinha de trigo
1 colher (sopa) de vinagre
1 litro de água
Modo de preparo
• Ferva 3/4 da água em uma panela grande;
• Misture separadamente em uma tigela 1/4 da
água com 7 colheres de farinha até dissolver totalmente;
• Ao ferver a água, jogue a mistura com farinha e
mexa por 5 minutos até engrossar;
• Coloque o vinagre e mexa por mais 2 minutos;
• Resfrie antes de usar.
Conservação
Guarde na geladeira. Na fórmula o vinagre é
usado para evitar bichos (se preferir use Pinho
Sol ou Lisoforme).
COMO COLAR O
LAMBE-LAMBE
________________________________________
O Local
As melhores opções certamente estão na sua
rota cotidiana, onde as pessoas possam desviar
o olhar. Lugares estratégicos são tapumes de
construção civil, paredes claras e à vista, prédios
simbólicos, paradas de ônibus e esquinas.
A Tática
É só chegar, encostar o papel, passar o pincel,
repassar, virar as costas e ir embora. Relaxe, não
seja tão tenso e paranóico. Só tenha alguém para
ajudar, tanto na locomoção como na colocação.
Com um pouco de bom senso - agindo de
madrugada, longe dos olhos da cidade - e
coragem, você pode compartilhar com o mundo
uma idéia.
Fonte: www.midiatatica.org
RECEITA TINTA NATURAL
RECEITA TINTA NATURAL
Material
Beterraba
Cenoura
Espinafre
Modo de Fazer
Bater no liquidificador, com água, beterraba (para a cor vermelha),
cenoura (para a cor amarela), e espinafre (para a cor verde).
Espremer o líquido de cada um num pano e depois coar. Guardar as tintas
em vidros e tampar bem.
Atenção: Pintar sobre papéis grossos, utilizando-se de vários tipos de
pincéis, esponjas, chumaço de algodão preso num palito ou num lápis, ou
então, usar frascos de desodorante vazios, do tipo spray, que cheios de
tinta servirão para espirrar no papel preso numa parede ou num cavalete.
Este brinquedo foi tirado do livro: Brinquedo, desafio e descoberta: subsídios para
utilização e confecção de brinquedos / Nylse Helena da Silva Cunha.
Publicada pela FAE - Fundação de Assistência ao Estudante.
Material
Beterraba
Cenoura
Espinafre
Modo de Fazer
Bater no liquidificador, com água, beterraba (para a cor vermelha),
cenoura (para a cor amarela), e espinafre (para a cor verde).
Espremer o líquido de cada um num pano e depois coar. Guardar as tintas
em vidros e tampar bem.
Atenção: Pintar sobre papéis grossos, utilizando-se de vários tipos de
pincéis, esponjas, chumaço de algodão preso num palito ou num lápis, ou
então, usar frascos de desodorante vazios, do tipo spray, que cheios de
tinta servirão para espirrar no papel preso numa parede ou num cavalete.
Este brinquedo foi tirado do livro: Brinquedo, desafio e descoberta: subsídios para
utilização e confecção de brinquedos / Nylse Helena da Silva Cunha.
Publicada pela FAE - Fundação de Assistência ao Estudante.
sexta-feira, 10 de agosto de 2012
Aprenda a fazer velas
Aprenda a fazer velas
As velas servem para decorar e aromatizar o ambiente. Com as suas fragrâncias são óptimas para criar uma atmosfera agradável. Seja criativa e faça as suas próprias velas.
As velas aromáticas ou naturais produzem sobre nós um efeito relaxante. Usadas há muito pela aromaterapia, são ideais para criar um ambiente confortável ou especialmente romântico.
Material necessário
• Cera de parafina (cerca de 250g)
• Panela ou púcaro para derreter a cera
• Colher de pau para mexer
• Bacia de plástico
• Termómetro
• Fogão
• Fio de pavio
• Forma para pôr a cera (pode utilizar latas de alimentos desde que sejam lisas).
• Cor – para fazer velas coloridas pode usar os corantes tradicionais usados na culinária.
• Odor - se deseja fazer velas aromáticas use óleos essenciais.
Como fazer?
1. Comece por cortar a cera em partes pequenas e coloque-a numa forma, assim derreterá mais rapidamente.
2. Ponha um pouco de água a ferver. Coloque a forma na panela em banho-maria. Não use temperaturas elevadas, porque a cera pode-se pegar.
3. Mexa a cera até que fique completamente derretida, não excedendo os 71º. Tire 3/4 de cera ainda em pasta e guarde-a numa tijela para utilizar mais tarde. Teste a temperatura colocando o termómetro no centro do líquido derretido. Apague o lume, mas mantenha a cera na água quente.
4. Agora é altura de adicionar a cor. Junte algumas gotas de corante, à sua escolha, na cera derretida até obter a intensidade desejada. Uma vez obtido o tom final, escreva num papel a quantidade de gotas que adicionou para saber as quantidades certas se decidir voltar a fazer velas iguais.
5. Se pretender uma vela aromática utilize óleos essenciais. Quanto mais óleo aplicar mais forte será o cheiro. No entanto, se a quantidade for excessiva pode dificultar a sua queimadura. O ideal são 5 a 10 gotas. Mexa bem até ficar bem misturado.
6. Certifique-se de que a cera está bem derretida e que a sua temperatura continua a ser 71º.
7. Corte o fio de pavio pelo comprimento desejado. Por exemplo: se fizer uma vela com 20 cm deverá usar aproximadamente 20 cm de pavio. Faça um furo sensivelmente no centro da forma e enfie o pavio, fazendo um nó na extremidade que fica do lado de fora. Estique o fio e coloque a cera líquida na forma. Depois cubra com uma última camada da pasta de cera que guardou e, com os dedos, assente a superfície dos dedos. Dobre a outra extremidade do pavio à volta do seu dedo indicador e mantenha-o esticado durante alguns segundos. Depois puxe com cuidado e verifique se o pavio já está a ficar duro. Se estiver deixe-o mergulhado na cera alguns minutos até esta arrefecer e começar a ficar dura.
8. Se vir que o processo está a demorar muito tempo mergulhe a forma com a cera numa bacia com água fria.
9. Se achar que a cera não tem espessura suficiente ou tem algumas imperfeições volte a mergulhá-la na cera quente que sobrou. Espere que arrefeça completamente.
10. Para desenformar solte o nó do fundo da forma e pressione a mesma com as duas mãos, soltando a vela das paredes laterais. Use uma faca afiada e corte o fundo da vela de maneira a remover o excesso de cera e a dar um fundo plano à mesma.
12. Finalmente está na hora de apreciar sua nova criação!
Precauções
1. Nunca deixe as crianças sozinhas perto da cera quando esta está a derreter.
2. Atenção ao vapor libertado porque este pode queimar.
Não derreta a cera a uma temperatura superior a 275°.
Autor
Cátia Pina
As velas servem para decorar e aromatizar o ambiente. Com as suas fragrâncias são óptimas para criar uma atmosfera agradável. Seja criativa e faça as suas próprias velas.
As velas aromáticas ou naturais produzem sobre nós um efeito relaxante. Usadas há muito pela aromaterapia, são ideais para criar um ambiente confortável ou especialmente romântico.
Material necessário
• Cera de parafina (cerca de 250g)
• Panela ou púcaro para derreter a cera
• Colher de pau para mexer
• Bacia de plástico
• Termómetro
• Fogão
• Fio de pavio
• Forma para pôr a cera (pode utilizar latas de alimentos desde que sejam lisas).
• Cor – para fazer velas coloridas pode usar os corantes tradicionais usados na culinária.
• Odor - se deseja fazer velas aromáticas use óleos essenciais.
Como fazer?
1. Comece por cortar a cera em partes pequenas e coloque-a numa forma, assim derreterá mais rapidamente.
2. Ponha um pouco de água a ferver. Coloque a forma na panela em banho-maria. Não use temperaturas elevadas, porque a cera pode-se pegar.
3. Mexa a cera até que fique completamente derretida, não excedendo os 71º. Tire 3/4 de cera ainda em pasta e guarde-a numa tijela para utilizar mais tarde. Teste a temperatura colocando o termómetro no centro do líquido derretido. Apague o lume, mas mantenha a cera na água quente.
4. Agora é altura de adicionar a cor. Junte algumas gotas de corante, à sua escolha, na cera derretida até obter a intensidade desejada. Uma vez obtido o tom final, escreva num papel a quantidade de gotas que adicionou para saber as quantidades certas se decidir voltar a fazer velas iguais.
5. Se pretender uma vela aromática utilize óleos essenciais. Quanto mais óleo aplicar mais forte será o cheiro. No entanto, se a quantidade for excessiva pode dificultar a sua queimadura. O ideal são 5 a 10 gotas. Mexa bem até ficar bem misturado.
6. Certifique-se de que a cera está bem derretida e que a sua temperatura continua a ser 71º.
7. Corte o fio de pavio pelo comprimento desejado. Por exemplo: se fizer uma vela com 20 cm deverá usar aproximadamente 20 cm de pavio. Faça um furo sensivelmente no centro da forma e enfie o pavio, fazendo um nó na extremidade que fica do lado de fora. Estique o fio e coloque a cera líquida na forma. Depois cubra com uma última camada da pasta de cera que guardou e, com os dedos, assente a superfície dos dedos. Dobre a outra extremidade do pavio à volta do seu dedo indicador e mantenha-o esticado durante alguns segundos. Depois puxe com cuidado e verifique se o pavio já está a ficar duro. Se estiver deixe-o mergulhado na cera alguns minutos até esta arrefecer e começar a ficar dura.
8. Se vir que o processo está a demorar muito tempo mergulhe a forma com a cera numa bacia com água fria.
9. Se achar que a cera não tem espessura suficiente ou tem algumas imperfeições volte a mergulhá-la na cera quente que sobrou. Espere que arrefeça completamente.
10. Para desenformar solte o nó do fundo da forma e pressione a mesma com as duas mãos, soltando a vela das paredes laterais. Use uma faca afiada e corte o fundo da vela de maneira a remover o excesso de cera e a dar um fundo plano à mesma.
12. Finalmente está na hora de apreciar sua nova criação!
Precauções
1. Nunca deixe as crianças sozinhas perto da cera quando esta está a derreter.
2. Atenção ao vapor libertado porque este pode queimar.
Não derreta a cera a uma temperatura superior a 275°.
Autor
Cátia Pina
Fazer velas artesanais
COMO FAZER VELAS
Esta excelente receita foi tirado do site Castelo da Lua.
Velas são muitas vezes os pontos de foco principais nos feitiços que fazemos. Unta-las de óleos essenciais, escrever os simbolos do que desejamos, e meditar olhando para a sua chama faz parte integral do mais simples e eficaz dos feitiços. Quando fazemos as nossas proprias velas, tornamo-las ainda mais pessoais, pois são feitas com a nossa meditação, e visualizaão, e desejos.
Fazer velas é relativamente simples, tendo o material correto. Sendo este:
Absolutamente necessário:
- Cera de Abelhas ou Parafina
- Um recipiente de alumínio, de preferência com um bico e uma pega
- Uma panela larga onde caba este último
- Pavio (fio de algodão)
Recomendado:
- Um termômetro de rebuçados
- Corante para Cera (penso que lápis de cera podem servir, mas nunca experimentei pessoalmente)
- Óleos essenciais ou de vela
- Várias ervas ou especiarias
- Moldes (Estes podem ser de latex, vidro, metal, ou improvisados simplesmente a partir de pacotes de leite ou de sumo, rolos de papel higiênico, etc)
INSTRUÇÕES BÁSICAS
Primeiro, derretam a cera dentro de recipiente de aluminio, em banho-maria. Muito cuidado nesta fase! A cera não borbulha mas, tal como o oleo, pode pegar fogo. Nunca saiam da cozinha durante este passo, e vigiem bem a cera.
Entretanto, preparem o molde. Neste caso, cortem a parte de cima de um pacote de sumo ou leite, e lavem bem. Este será o vosso molde.
Quando a cera estiver completamente derretida, retirem do lume e juntem o corante (ou lapis de cera partido aos bocados), as ervas e os oleos essenciais (é importante adicionar estes só na ultima fase, uma vez que se podem evaporar se forem "cozinhados" juntamente com a cera).
Molhem o pavio na cera, retirando e deixando secar em seguida. Repitam este passo ate o pavio estar bem coberto, e suficientemente solido para assentar direito dentro do molde. Prendam com um clip, ou uma pequena mola de um dos lados do molde.
Em seguida, com cuidado, deitem a cera para dentro do molde. Se usaram parafina, reservem alguma dentro do recipiente de aluminio. Deixem arrefecer durante uma hora.
Se tiverem usado Parafina, é provavavel que se tenha formado uma depressão na parte de cima do molde. Aqueçam de novo a cera, e, com uma agulha grossa, façam alguns buracos na cera dentro do molde. Deitem o resto da cera no molde. Cera de abelhas não encolhe, e portanto não necessita deste passo.
Deixem arrefecer a vela até estar completamente solida, e cortem o molde à volta para revelar a vossa vela.
Uma alternativa é utilizarem frascos ou copos resistentes a calor. Derretam a cera e preparem o pavio da mesma maneira, mas deitem dentro de um recipiente de vidro (de preferencia pirex).
Como já disse, podem utilizar imensas coisas como moldes, e fazerem por exemplo velas em camadas de cores diferentes, velas de gelo (simplesmente encham o molde de gelo antes de deitarem a cera, dá resultados muito interessantes.)
PROJETO ANUAL
Durante o ano, guardem os restos de velas usados para meditação e celebração dos varios sabbaths (aquele bocado que fica sempre dentro do castiçal serve). Quando o ano acabar, façam uma vela com todos os restos de cera para celebrar esse periodo nas vossas vidas.
Ha varias maneiras de fazer isto. Podem por exemplo usar uma panela velha que tenham em casa (nao usem utensilios ou recipentes com que vao cozinhar a seguir!) para derreter a cera directamente, ou uma caneca ou jarro de aluminio para derreter a cera em banho-maria. Ponham os restos das velas dentro de uma meia de vidro (com um no), que vai servir como filtro para os restos de pavios, ervas, etc, que as velas contenham. Derretam a cera em lume MUITO BAIXO, mexendo com uma colher de pau (outra vez, uma que nao usem para cozinhar), e retirem a meia quando toda a cera estiver derretida. Quando a cera estiver liquida, e imediatamente depois de a retirar do lume, podem misturar ervas, especiarias ou oleos essenciais que tenham um especial significado para voces nesta ocasiao.
Para o molde, podem utilizar um pacote de leite cortado ao meio, ou um copo ou garrafa de pirex. Deitem a cera no molde, e, enquanto ainda esta quente, molhem um pavio (podem tira-lo de outra vela, por exemplo) na cera, ate estar pesado e assentar no fundo do molde. Prendam o pavio no molde com um clip, ou colem-no com um bocado de plasticina a um lapis que fica assente no topo da embalagem. Certifiquem-se que o pavio esta direito.
Deixem arrefecer. O tempo de arrefecimento varia conforme o tipo e quantidade de cera, mas deve demorar umas horas. Quando a vela estiver completamente solida, se usaram um pacote de leite como molde, cortem-no com cuidado e desenformem. Se usaram o frasco ou copo, a vossa vela ja esta feita.
Esta excelente receita foi tirado do site Castelo da Lua.
Velas são muitas vezes os pontos de foco principais nos feitiços que fazemos. Unta-las de óleos essenciais, escrever os simbolos do que desejamos, e meditar olhando para a sua chama faz parte integral do mais simples e eficaz dos feitiços. Quando fazemos as nossas proprias velas, tornamo-las ainda mais pessoais, pois são feitas com a nossa meditação, e visualizaão, e desejos.
Fazer velas é relativamente simples, tendo o material correto. Sendo este:
Absolutamente necessário:
- Cera de Abelhas ou Parafina
- Um recipiente de alumínio, de preferência com um bico e uma pega
- Uma panela larga onde caba este último
- Pavio (fio de algodão)
Recomendado:
- Um termômetro de rebuçados
- Corante para Cera (penso que lápis de cera podem servir, mas nunca experimentei pessoalmente)
- Óleos essenciais ou de vela
- Várias ervas ou especiarias
- Moldes (Estes podem ser de latex, vidro, metal, ou improvisados simplesmente a partir de pacotes de leite ou de sumo, rolos de papel higiênico, etc)
INSTRUÇÕES BÁSICAS
Primeiro, derretam a cera dentro de recipiente de aluminio, em banho-maria. Muito cuidado nesta fase! A cera não borbulha mas, tal como o oleo, pode pegar fogo. Nunca saiam da cozinha durante este passo, e vigiem bem a cera.
Entretanto, preparem o molde. Neste caso, cortem a parte de cima de um pacote de sumo ou leite, e lavem bem. Este será o vosso molde.
Quando a cera estiver completamente derretida, retirem do lume e juntem o corante (ou lapis de cera partido aos bocados), as ervas e os oleos essenciais (é importante adicionar estes só na ultima fase, uma vez que se podem evaporar se forem "cozinhados" juntamente com a cera).
Molhem o pavio na cera, retirando e deixando secar em seguida. Repitam este passo ate o pavio estar bem coberto, e suficientemente solido para assentar direito dentro do molde. Prendam com um clip, ou uma pequena mola de um dos lados do molde.
Em seguida, com cuidado, deitem a cera para dentro do molde. Se usaram parafina, reservem alguma dentro do recipiente de aluminio. Deixem arrefecer durante uma hora.
Se tiverem usado Parafina, é provavavel que se tenha formado uma depressão na parte de cima do molde. Aqueçam de novo a cera, e, com uma agulha grossa, façam alguns buracos na cera dentro do molde. Deitem o resto da cera no molde. Cera de abelhas não encolhe, e portanto não necessita deste passo.
Deixem arrefecer a vela até estar completamente solida, e cortem o molde à volta para revelar a vossa vela.
Uma alternativa é utilizarem frascos ou copos resistentes a calor. Derretam a cera e preparem o pavio da mesma maneira, mas deitem dentro de um recipiente de vidro (de preferencia pirex).
Como já disse, podem utilizar imensas coisas como moldes, e fazerem por exemplo velas em camadas de cores diferentes, velas de gelo (simplesmente encham o molde de gelo antes de deitarem a cera, dá resultados muito interessantes.)
PROJETO ANUAL
Durante o ano, guardem os restos de velas usados para meditação e celebração dos varios sabbaths (aquele bocado que fica sempre dentro do castiçal serve). Quando o ano acabar, façam uma vela com todos os restos de cera para celebrar esse periodo nas vossas vidas.
Ha varias maneiras de fazer isto. Podem por exemplo usar uma panela velha que tenham em casa (nao usem utensilios ou recipentes com que vao cozinhar a seguir!) para derreter a cera directamente, ou uma caneca ou jarro de aluminio para derreter a cera em banho-maria. Ponham os restos das velas dentro de uma meia de vidro (com um no), que vai servir como filtro para os restos de pavios, ervas, etc, que as velas contenham. Derretam a cera em lume MUITO BAIXO, mexendo com uma colher de pau (outra vez, uma que nao usem para cozinhar), e retirem a meia quando toda a cera estiver derretida. Quando a cera estiver liquida, e imediatamente depois de a retirar do lume, podem misturar ervas, especiarias ou oleos essenciais que tenham um especial significado para voces nesta ocasiao.
Para o molde, podem utilizar um pacote de leite cortado ao meio, ou um copo ou garrafa de pirex. Deitem a cera no molde, e, enquanto ainda esta quente, molhem um pavio (podem tira-lo de outra vela, por exemplo) na cera, ate estar pesado e assentar no fundo do molde. Prendam o pavio no molde com um clip, ou colem-no com um bocado de plasticina a um lapis que fica assente no topo da embalagem. Certifiquem-se que o pavio esta direito.
Deixem arrefecer. O tempo de arrefecimento varia conforme o tipo e quantidade de cera, mas deve demorar umas horas. Quando a vela estiver completamente solida, se usaram um pacote de leite como molde, cortem-no com cuidado e desenformem. Se usaram o frasco ou copo, a vossa vela ja esta feita.
Papel reciclado e papel cebola
Fazer papel
Já pensou na quantidade de papel que usa e deita fora todos os dias? Que tal aproveitar os papéis usados e reciclá-los? Experimente.
Fazer papel reciclado pode ser muito divertido, uma boa maneira de passar o tempo e um modo agradável de reciclar os desperdícios e transformá-los em algo original.
Pode usar vários tipos de papel (desde que não contenham plástico):
• folhas para o computador;
• papel de jornal (se quiser obter um papel acinzentado);
• revistas;
• cartões velhos;
• sacos de papel;
• lenços de papel (se quiser obter um papel mais fino);
• guardanapos.
Material necessário:
• Bacia
• Pano
• Tela
• Cola de madeira (branca)
• Liquidificador
• Papel
• Extra: Flores secas, folhas, essências.
Instruções
1. Escolha os papéis que quer reciclar. Pode, se preferir, misturar vários tipos, de modo a criar um papel exclusivamente seu.
2. Rasgue o papel em pedaços pequenos e coloque-os de molho numa bacia com água durante 24 horas.
3. No dia seguinte, meta a mistura do papel no liquidificador, que já deve estar cheio de água morna até 1/3 da sua capacidade, e 2 colheres de sopa de cola de madeira. Bata a mistura durante cerca de 30 a 40 segundo, até verificar que tem uma massa homogénea e sem pedaços de papel.
4. Faça uma moldura que tenha alguma profundidade (do tamanho que quiser e tendo em conta que esse é o tamanho que vai ter a sua folha de papel). Numa delas estique uma tela de nylon e segure-a com pregos de modo a que fique o mais bem esticada possível.
5. Passe a mistura do liquidificador para dentro de um recipiente com água e dilua a mistura. Mergulhe a moldura no recipiente na posição vertical. Depois faça movimentos para a frente e para trás de modo a espalhar a mistura de um modo mais uniforme. Vire o conteúdo do recipiente para dentro da moldura de modo a que a massa com o papel fique presa na tela de nylon e a água em excesso escorra.
6. Quando já não cair água através da tela, com cuidado, coloque um pano por cima da moldura, para que este absorva o excesso de humidade. Deixe um tempo até perceber que está seco.
7. Com cuidado, retire o papel de dentro da moldura e pendure-o num estendal para que ele possa secar por completo. Se achar que este se está a quebrar, deixe-o secar num local seco e onde bata o sol.
Sugestão natural: Se quiser ter um papel mais original pode sempre juntar à massa, depois de a tirar do liquidificador, flores ou folhas secas, assim como cheiro dado pela mistura de algumas gotas de uma essência a seu gosto.
Agora é só usar o papel da maneira que quiser!
[topo]
Papel-cebola
Se ainda não sabe o que oferecer neste Natal, porque não começar por fazer os seus próprios postais com papel-cebola? Aprenda a fazê-lo.
Ajude a Natureza reciclando o seu próprio papel. Para além de estar a proteger o ambiente pode também tirar benefícios para si,usando-o para fazer outros tipos de papel com os quais pode fazer bonitas lembranças, como postais ou agendas.
Material necessário:
• 150 g de papel picado
• água
• Uma bacia
• cascas de cebola
• 2 moldes, um com rede mosquiteiro e outro em vão, ou seja, sem fundo
Preparação:
1. Coloque o papel picado dentro da bacia, cobrindo-o totalmente com água. Deixe repousar durante 24 horas.
2. Passado este tempo, divida o papel em pequenas quantidades e triture-o no liquidificador. Pode juntar um pouco de água para não correr o risco de estragar o aparelho. Depois de o triturar todo, volte a colocá-lo num recipiente com água e deixe repousar.
3. Lave o liquidificador e coloque lá as cascas de cebola e água, triturando tudo. Junte à massa que preparou anteriormente.
4. Encaixe os moldes um no outro e mergulhe-os na massa. Escorra e deixe secar, na vertical, durante 24 horas.
5. Para retirar o papel dos moldes, basta fazer pressão sobre as extremidades e puxar.
6. Com o papel obtido pode fazer caixas, cartões, postais, forrar prendas e muito mais.
[topo]
Já pensou na quantidade de papel que usa e deita fora todos os dias? Que tal aproveitar os papéis usados e reciclá-los? Experimente.
Fazer papel reciclado pode ser muito divertido, uma boa maneira de passar o tempo e um modo agradável de reciclar os desperdícios e transformá-los em algo original.
Pode usar vários tipos de papel (desde que não contenham plástico):
• folhas para o computador;
• papel de jornal (se quiser obter um papel acinzentado);
• revistas;
• cartões velhos;
• sacos de papel;
• lenços de papel (se quiser obter um papel mais fino);
• guardanapos.
Material necessário:
• Bacia
• Pano
• Tela
• Cola de madeira (branca)
• Liquidificador
• Papel
• Extra: Flores secas, folhas, essências.
Instruções
1. Escolha os papéis que quer reciclar. Pode, se preferir, misturar vários tipos, de modo a criar um papel exclusivamente seu.
2. Rasgue o papel em pedaços pequenos e coloque-os de molho numa bacia com água durante 24 horas.
3. No dia seguinte, meta a mistura do papel no liquidificador, que já deve estar cheio de água morna até 1/3 da sua capacidade, e 2 colheres de sopa de cola de madeira. Bata a mistura durante cerca de 30 a 40 segundo, até verificar que tem uma massa homogénea e sem pedaços de papel.
4. Faça uma moldura que tenha alguma profundidade (do tamanho que quiser e tendo em conta que esse é o tamanho que vai ter a sua folha de papel). Numa delas estique uma tela de nylon e segure-a com pregos de modo a que fique o mais bem esticada possível.
5. Passe a mistura do liquidificador para dentro de um recipiente com água e dilua a mistura. Mergulhe a moldura no recipiente na posição vertical. Depois faça movimentos para a frente e para trás de modo a espalhar a mistura de um modo mais uniforme. Vire o conteúdo do recipiente para dentro da moldura de modo a que a massa com o papel fique presa na tela de nylon e a água em excesso escorra.
6. Quando já não cair água através da tela, com cuidado, coloque um pano por cima da moldura, para que este absorva o excesso de humidade. Deixe um tempo até perceber que está seco.
7. Com cuidado, retire o papel de dentro da moldura e pendure-o num estendal para que ele possa secar por completo. Se achar que este se está a quebrar, deixe-o secar num local seco e onde bata o sol.
Sugestão natural: Se quiser ter um papel mais original pode sempre juntar à massa, depois de a tirar do liquidificador, flores ou folhas secas, assim como cheiro dado pela mistura de algumas gotas de uma essência a seu gosto.
Agora é só usar o papel da maneira que quiser!
[topo]
Papel-cebola
Se ainda não sabe o que oferecer neste Natal, porque não começar por fazer os seus próprios postais com papel-cebola? Aprenda a fazê-lo.
Ajude a Natureza reciclando o seu próprio papel. Para além de estar a proteger o ambiente pode também tirar benefícios para si,usando-o para fazer outros tipos de papel com os quais pode fazer bonitas lembranças, como postais ou agendas.
Material necessário:
• 150 g de papel picado
• água
• Uma bacia
• cascas de cebola
• 2 moldes, um com rede mosquiteiro e outro em vão, ou seja, sem fundo
Preparação:
1. Coloque o papel picado dentro da bacia, cobrindo-o totalmente com água. Deixe repousar durante 24 horas.
2. Passado este tempo, divida o papel em pequenas quantidades e triture-o no liquidificador. Pode juntar um pouco de água para não correr o risco de estragar o aparelho. Depois de o triturar todo, volte a colocá-lo num recipiente com água e deixe repousar.
3. Lave o liquidificador e coloque lá as cascas de cebola e água, triturando tudo. Junte à massa que preparou anteriormente.
4. Encaixe os moldes um no outro e mergulhe-os na massa. Escorra e deixe secar, na vertical, durante 24 horas.
5. Para retirar o papel dos moldes, basta fazer pressão sobre as extremidades e puxar.
6. Com o papel obtido pode fazer caixas, cartões, postais, forrar prendas e muito mais.
[topo]
quarta-feira, 8 de agosto de 2012
quarta-feira, 25 de julho de 2012
Plasticina natural
Plasticina natural
Certamente que os seus filhos gostam de brincar com plasticina. Se não tiver em casa faça-a com produtos naturais. Para tal, misture uma chávena de sal com duas de farinha e junte água até fazer uma pasta. Adicione corante de cozinha para lhe dar um tom e irá proporcionar-lhes uma brincadeira divertida.
Certamente que os seus filhos gostam de brincar com plasticina. Se não tiver em casa faça-a com produtos naturais. Para tal, misture uma chávena de sal com duas de farinha e junte água até fazer uma pasta. Adicione corante de cozinha para lhe dar um tom e irá proporcionar-lhes uma brincadeira divertida.
massa de sal e trigo
Sal e trigo.
Elementos milenares que nos acompanham.
Dessa mistura vieram inúmeras aplicações na culinária internacional . A idéia do artesanato em massa de sal ou massa de pão, como também é conhecido, vem desde os egípcios que faziam esculturas para a decoração de seus "túmulos" e séculos depois, os Gregos e Romanos usavam como decoração de mesas durante suas festas.
Já os alemães no período medieval, descobriram o prazer de modelar essa massa e realizar verdadeiras esculturas.
O mesmo sucedeu aos italianos, franceses, ingleses que hoje mantém essa tradição. Agora da Itália, onde vivi por quase oito anos, trago para você essa técnica e apresento aqui alguns trabalhos de modelação em uma mistura de
trigo, sal, cola e corantes resultando em interessantes objetos de decoração para sua casa ou para presentear alguém de uma forma bem diferente.
Sua receita é simples:
2 copos de farinha de trigo
1 copo de sal
1/4 de copo de cola
1/2 de água
tinta guache
Modo de Fazer:
Misture o sal e a farinha. Dissolva a cola na água e acrescente ao sal e a farinha, misture bem, ficará uma massa bem seca, esfarelando. Separe pequenas quantidades de massa e acrescente o guache na cor desejada, ele vai terminar de dar o ponto à massa. Modele a peça e leve ao forno na temperatura mais baixa, e na primeira meia hora deixe a porta do forno semi aberta. Para saber se a peça já está seca espete um palito de dente, se estiver seca ele não vai penetrar na peça. Envernize com verniz PU
bicomponente e verniz marítimo.
P.S. Essa técnica pode ser usada por crianças!!
Adquira as revistas Massa de Sal pois nelas eu explico tudo
passo a passo, com a ajuda de fotografias.
Geisa Navarro
http://www.massadesal.com.br/index.php
Elementos milenares que nos acompanham.
Dessa mistura vieram inúmeras aplicações na culinária internacional . A idéia do artesanato em massa de sal ou massa de pão, como também é conhecido, vem desde os egípcios que faziam esculturas para a decoração de seus "túmulos" e séculos depois, os Gregos e Romanos usavam como decoração de mesas durante suas festas.
Já os alemães no período medieval, descobriram o prazer de modelar essa massa e realizar verdadeiras esculturas.
O mesmo sucedeu aos italianos, franceses, ingleses que hoje mantém essa tradição. Agora da Itália, onde vivi por quase oito anos, trago para você essa técnica e apresento aqui alguns trabalhos de modelação em uma mistura de
trigo, sal, cola e corantes resultando em interessantes objetos de decoração para sua casa ou para presentear alguém de uma forma bem diferente.
Sua receita é simples:
2 copos de farinha de trigo
1 copo de sal
1/4 de copo de cola
1/2 de água
tinta guache
Modo de Fazer:
Misture o sal e a farinha. Dissolva a cola na água e acrescente ao sal e a farinha, misture bem, ficará uma massa bem seca, esfarelando. Separe pequenas quantidades de massa e acrescente o guache na cor desejada, ele vai terminar de dar o ponto à massa. Modele a peça e leve ao forno na temperatura mais baixa, e na primeira meia hora deixe a porta do forno semi aberta. Para saber se a peça já está seca espete um palito de dente, se estiver seca ele não vai penetrar na peça. Envernize com verniz PU
bicomponente e verniz marítimo.
P.S. Essa técnica pode ser usada por crianças!!
Adquira as revistas Massa de Sal pois nelas eu explico tudo
passo a passo, com a ajuda de fotografias.
Geisa Navarro
http://www.massadesal.com.br/index.php
massa de sal - modelar
Materiais para a massa de sal
2 copos de farinha de trigo
1 copo de sal
1/4 de copo de cola
1/2 de água
tinta guache (nota pessoal:ou tinta natural ou corantes alimentares?? mudará o ponto da massa??)
Modo de fazer
Misture o sal e a farinha. Dissolva a cola na água e acrescente ao sal e a farinha, misture bem, ficará uma massa bem seca, esfarelando. Separe pequenas quantidades de massa e acrescente o guache na cor desejada, ele vai terminar de dar o ponto à massa. Modele o presépio leve ao forno na temperatura mais baixa, Primeira meia hora deixe a porta do forno semi aberta. Para saber se a peça já está seca espete um palito de dente, se estiver seca ele não vai penetrar na peça.
http://artesanatofofo.blogspot.com/2008_03_01_archive.html
2 copos de farinha de trigo
1 copo de sal
1/4 de copo de cola
1/2 de água
tinta guache (nota pessoal:ou tinta natural ou corantes alimentares?? mudará o ponto da massa??)
Modo de fazer
Misture o sal e a farinha. Dissolva a cola na água e acrescente ao sal e a farinha, misture bem, ficará uma massa bem seca, esfarelando. Separe pequenas quantidades de massa e acrescente o guache na cor desejada, ele vai terminar de dar o ponto à massa. Modele o presépio leve ao forno na temperatura mais baixa, Primeira meia hora deixe a porta do forno semi aberta. Para saber se a peça já está seca espete um palito de dente, se estiver seca ele não vai penetrar na peça.
http://artesanatofofo.blogspot.com/2008_03_01_archive.html
segunda-feira, 5 de julho de 2010
Receita de Papel Machê
Com o papel machê fazem-se variadas esculturas, vasilhames, máscaras e uma infinidade de coisas interessantes.
Receita 1
Material necessário: 1/4 de rolo de papel higiênico; farinha de trigo; gesso em partes iguais a da farinha de trigo e cola fria.
Etapas:
1 – Corte o papel em pedaços bem pequenos e deixe-os de molho em bastante água durante a noite; Ferva-os na mesma água, durante uma hora. Para obter melhor qualidade no trabalho, é importante que o papel fique completamente desmanchado;
2 – Em seguida coe o papel num pano, até tirar toda a água. Coe de cada vez quantidades que você possa espremer facilmente com as mãos e não misture esses “bolos” entre si;
3 – Depois de espremido todo o papel, acrescente o gesso e a farinha de trigo, previamente misturados. A proporção para a massa é de uma colher de sopa cheia da mistura farinha-gesso e uma colher de sopa de cola fria, para cada “bolo” de papel;
4 – Amasse bem, até obter uma pasta homogênea. Se estiver muito seca pode esfarinhar. Neste caso, acrescente água aos pouquinhos, até obter o ponto em possa trabalhar a massa. Se a água começar a escorrer entre os dedos, é porque você colocou quantidade excessiva. Neste caso, acrescente um pouco mais de gesso.
Obs: Não prepare quantidade maior de massa do que aquela que você pretende usar, pois uma vez seco o gesso, não será possível aproveitar a massa. Se desejar fazer escultura com esse material, não use gesso, ao preparar a mistura. Faça-a apenas com o papel, farinha e cola fria, na proporção indicada anteriormente.
Receita 2
Material necessário: jornais; cola fria e um recipiente.
Etapas:
1 – Rasgue o jornal em pedaços não muito grandes e coloque-os em um recipiente;
2 – Despeje sobre eles água e deixe o papel amolecendo por 24 horas (ou, no mínimo, por 10 a 12 horas). Acrescente um pouco de água sanitária para tirar o mal cheiro;
3 – Esprema a massa para tirar o excesso de água e bata no liquidificador;
4 – Recoloque as bolas formadas no recipiente, adicione a cola e forme uma massa, de preferência, compacta; trabalhe-a bem com as mãos e ela está pronta para ser usada.
Obs: Se você quiser pode passar um verniz para dar brilho na peça e também para impermeabilizá-la.
Fonte: Arte Educação
Receita 1
Material necessário: 1/4 de rolo de papel higiênico; farinha de trigo; gesso em partes iguais a da farinha de trigo e cola fria.
Etapas:
1 – Corte o papel em pedaços bem pequenos e deixe-os de molho em bastante água durante a noite; Ferva-os na mesma água, durante uma hora. Para obter melhor qualidade no trabalho, é importante que o papel fique completamente desmanchado;
2 – Em seguida coe o papel num pano, até tirar toda a água. Coe de cada vez quantidades que você possa espremer facilmente com as mãos e não misture esses “bolos” entre si;
3 – Depois de espremido todo o papel, acrescente o gesso e a farinha de trigo, previamente misturados. A proporção para a massa é de uma colher de sopa cheia da mistura farinha-gesso e uma colher de sopa de cola fria, para cada “bolo” de papel;
4 – Amasse bem, até obter uma pasta homogênea. Se estiver muito seca pode esfarinhar. Neste caso, acrescente água aos pouquinhos, até obter o ponto em possa trabalhar a massa. Se a água começar a escorrer entre os dedos, é porque você colocou quantidade excessiva. Neste caso, acrescente um pouco mais de gesso.
Obs: Não prepare quantidade maior de massa do que aquela que você pretende usar, pois uma vez seco o gesso, não será possível aproveitar a massa. Se desejar fazer escultura com esse material, não use gesso, ao preparar a mistura. Faça-a apenas com o papel, farinha e cola fria, na proporção indicada anteriormente.
Receita 2
Material necessário: jornais; cola fria e um recipiente.
Etapas:
1 – Rasgue o jornal em pedaços não muito grandes e coloque-os em um recipiente;
2 – Despeje sobre eles água e deixe o papel amolecendo por 24 horas (ou, no mínimo, por 10 a 12 horas). Acrescente um pouco de água sanitária para tirar o mal cheiro;
3 – Esprema a massa para tirar o excesso de água e bata no liquidificador;
4 – Recoloque as bolas formadas no recipiente, adicione a cola e forme uma massa, de preferência, compacta; trabalhe-a bem com as mãos e ela está pronta para ser usada.
Obs: Se você quiser pode passar um verniz para dar brilho na peça e também para impermeabilizá-la.
Fonte: Arte Educação
Subscrever:
Mensagens (Atom)


(retirado algures da net...)